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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Torne as férias da criançada mais segura


Com os filhos mais tempo dentro de casa é preciso redobrar a atenção para evitar acidentes domésticos. Conheça os principais cuidados

• Nunca deixe crianças brincando ou cozinhando sozinhas. Um adulto sempre deve ficar por perto, mesmo que não participe.

• Na cozinha, guarde objetos pontiagudos e cortantes (facas, copos de vidro) e grãos (feijão, arroz, milho) no alto, longe do alcance da garotada. E supervisione quando forem usar.

• No caso de crianças pequenas, limite um pouco o acesso a áreas mais perigosas do cômodo, como perto do forno. Elas podem ficar na mesa, misturando os ingredientes, por exemplo.

• Prefira um fogão que possua travas no acendimento automático e na porta do forno.

• Ainda no fogão, mantenha as panelas nas bocas traseiras e com os cabos virados para dentro.

• Não guarde produtos de limpeza e objetos de vidro ou com pontas embaixo de pias e tanques. Se você ainda não faz isso, aproveite as férias para mudar o lugar dos produtos.

• Nas janelas, prefira grades ao invés de redes. Apesar de custar mais, elas não necessitam de manutenção a cada dois anos como as redes.

• Mesmo com proteção nas janelas, não deixe móveis encostados debaixo delas.

• Se tem piscina em casa, cerque a área com grade alta e portão com chave. Coloque cobertura de lona e alarme.

• Para evitar afogamentos, não deixe roupas de molho ou baldes com água em locais baixos, de fácil acesso, e providencie travas para os vasos sanitários.

• No banheiro, guarde medicamentos, lâminas de barbear, cosméticos e produtos de limpeza no alto.

• Tire a chave da porta do banheiro para evitar que a criança se tranque.

• Aproveite para fazer uma faxina nos brinquedos e descarte aqueles com partes pontudas ou cortantes.

Com informações da Revista Crescer.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Dicas de atividades para fazer com a criançada nas férias


Computador? Videogame? TV? Cine 4D? Shopping? Parques internacionais? Pensou nisso? Eu também. Erramos. Uma pesquisa realizada por uma rede de supermercados (Sainsbury’s) no Reino Unido entrevistou 1500 crianças entre 5 a 11 anos, a fim de descobrir o que elas mais gostavam de fazer no verão. A atividade elegida tinha que proporcionar diversão, alegria e boas lembranças. E sabe o que nos revelou? As crianças preferem os hábitos simples.

Das 25 atividades mais escolhidas pelas crianças, note em que posição se encontra o computador e as atividades que requerem maiores planejamentos e/ou gastos. Aproveite ainda para ter ideias do que fazer com os filhos nestas férias. Lá vão elas:

1. Brincar no parquinho ou no jardim;

2. Fazer guerra de água;

3. Montar uma cabana no jardim com amigos ou familiares;

 4. Andar de bicicleta;

5. Jogos ao ar livre, como esconde-esconde, pega-pega;

6. Subir em árvores;

7. Fazer torta de lama;

8. Colher frutas;

9. Tomar sorvete no sol;

 10. Alimentar os patos;

 11. Plantar flores;

12. Ir ao cinema;

13. Complexos de lazer como boliche, patinação;

14. Fazer um piquenique;

15. Brincar na piscina ou com uma mangueira;

16. Empinar pipa;

17. Ir à praia ou a um parque;

18. Acampar no quintal com amigos e família;

19. Viajar para a fazenda;

20. Ir ao zoológico;

21. Parque temático;

22. Brincar no computador;

23. Aula de esporte ou música;

24. Andar a cavalo;

25. Acampamento de férias.

A pesquisa trazia ainda mais uma questão. “O que gostariam de realizar antes do final das férias?”. O resultado: 32% das crianças gostariam de sair com amigos e 25% gostariam de ficar mais tempo com pai e mãe. Observe que, tanto no ranking quanto na pergunta, o que a criança mais gosta são de atividades que tenham integração, afetividade e presença dos pais.

Com informações da Revista Pais & Filhos.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Europa com crianças


Organizar uma viagem para a Europa com as crianças não é das tarefas mais fáceis. As atividades infantis não são tão conhecidas como os famosos pontos turísticos, ainda mais para quem vai pela primeira vez. Pensando nisso, a jornalista Thais Caramico se mudou de mala e cuia para Londres para desvendar as atrações e os programas que realmente vão deixar toda a família feliz.

As descobertas foram tantas que ela acaba de lançar o livro Londres e Paris Com Crianças, que faz parte da coleção Crianças a Bordo, da Ed. Pulp (R$ 39,90). Além de sugestões de passeios, pontos turísticos, restaurantes, museus, lojas, o guia traz dicas práticas de como se locomover pelas cidades e sugestões de brincadeiras para tornar até o passeio para adultos mais divertido.

Em formato pocket, fácil de carregar durante a viagem, você vai encontrar também curiosidades que as crianças vão adorar descobrir, como, por exemplo, que o ponteiro do Big Ben nunca falha! Quer dizer, na verdade, em 1949 ele atrasou quatro minutos e causou um reboliço na cidade. Desde então, a manutenção ali é pesada para que ele jamais perca a credibilidade – afinal, os britânicos têm fama de pontuais, certo?

Há outras informações importantes como moeda, voltagem, como fazer chamadas telefônicas, sites úteis e um dicionário básico. Em entrevista a CRESCER, Thais selecionou lugares diferentes de Londres e Paris que você não pode deixar de conhecer com seu filho, dicas para entreter as crianças na duas cidades e outras para facilitar a viagem. Confira.

Londres

Hackney City Farm: A 10 minutos do Broadway Market está a fazendinha de Hackney, um espaço onde é possível interagir com os animais e até cuidar da horta. Tudo o que é plantado ali é comercializado pelos moradores locais ou usado no restaurante italiano que fica dentro do local - e que serve um sorvete delicioso. Crianças que gostam de cerâmica podem participar de workshops, ou ainda aproveitar a oficina de bicicleta para aprender a cuidar da própria.

Hoxton Street Monster Supplies: Como uma farmácia cheia de prateleiras, essa loja para monstros traz um arsenal de textos engraçados que explicam para que servem os produtos: latas de história de terror, cera de ouvido em barra, pastilhas de menta para melhorar hálito de zumbi. A imaginação vai longe e tem como objetivo estimular a criatividade.

Puppet Barge: Esse teatro de bonecos funciona dentro de um barco, desde 1979. Com bonecos e técnicas de sombra, as peças são bem visuais e transformam a experiência em um passeio lúdico, mesmo sem entender as falas. São 55 assentos e um mundo de fantoches e marionetes.

Paris

Musée en Herbe: Pequeno e totalmente voltado para crianças, nesse museu tudo é feito para tocar, sentir, ouvir, interagir. Mas bacana mesmo é que isso não vem da tecnologia, mas da simplicidade de apresentar às crianças a obra de um artista com suas formas e cores, jogos, estímulos focados e exercícios educativos. As mostras são de longas temporadas. Bruno Munari, Pablo Picasso e Victor Vasarely já foram temas por ali.

Gaîté Lyrique: Galeria que mistura arte e tecnologia, sempre tem algo interessante para as crianças, como uma exposição de monstros moderninhos, teste de games, festival de animação e de música eletrônica para os pequenos.

Le Trois Ourses: Para crianças que gostam de colecionar livros de artistas, quase sempre impressos em pequenas edições, essa livraria é o melhor lugar de Paris. Por ali, só grandes nomes. Ela também oferece oficinas com os autores. Entre eles está o japonês Katsumi Komagata.
5 maneiras de entreter as crianças nas duas cidades

Procurando no metrô
Andar de ônibus com as crianças é mais legal, dá para ver a cidade. Os metrôs têm escadas que não acabam mais... No entanto, é sempre a forma mais simples e rápida de chegar aos locais. O ideal, em muitos casos, é ir de metrô e voltar de táxi, assim as crianças não se cansam muito. No vagão, um jeito legal de fazer o trajeto passar mais rápido é brincando de encontrar algo: uma pulseira roxa, um chapéu de urso, um cabelo igual ao do Neymar e por aí vai.

Caça ao tesouro em museus
Dá para brincar tentando encontrar os highlights do local. Chegue, pegue o programa e vá atrás das obras certas. Os museus maiores costumam pontuar o que ver, ajudando os turistas que têm pouco tempo a aproveitar melhor o local. Muitas vezes há um material feito especialmente para crianças, com perguntas e respostas, curiosidades, caça-palavras e mais. Para curtir “passeio de adulto”, vai da criatividade dos pais instigar os filhos, mostrar o que está sendo visto, questionar e aprender juntos!

Desenhando a paisagem
Para não cansar, ande um pouquinho e brinque de desenhar o que está ao redor. Distrai e ainda vira uma bela recordação que pode ser colocada no álbum da viagem ou, quem sabe, estampar o verso de um cartão-postal para os amigos!

Adivinhe que palavra é essa
Com um dicionário em mãos, proponha um jogo com as palavras, uma tradução do cardápio ou do programa. As crianças são curiosas e adoram ver que estão aprendendo algo novo e diferente! Treinar o que será pedido no restaurante, no caixa do metrô ou na bilheteria de um local também é um passatempo educativo!

Piquenique
As cidades são cheias de gramados e o melhor jeito de comer na rua é se jogar em algum deles e relaxar. Supermercados, padarias e cafés costumam ter vários kits prontos só para pegar e levar. No verão, as pessoas levam até churrasqueira e travesseiro! No inverno, vão com manta e tudo! Cangas de praia, jogos, revistinhas e quitutes são o básico!

2 dicas para facilitar a viagem

- Antes de viajar, apresente o destino para o seu filho. Introduza os costumes, o estilo de vida, busque filmes ou livros com personagens bem típicos do lugar. Faça uma viagem pelo Google street view e deixe que as crianças já se familiarizem com o que vão ver. Você também já pode antecipar a ela curiosidades sobre os hábitos e fatos históricos.

- Comprar ingressos online e reservar restaurantes, quando possível, é sempre melhor - evita o estresse das filas, a impaciência da fome... Mas atenção, mesmo quando o programa gerar um código de compra, o ideal é imprimir o comprovante, pois nem todo passeio aceita que o cliente leia o código ou mostre o comprovante no celular. Torre Eiffel e Cutty Sark são alguns deles.

Com informações de Crescer.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Faça seu filho comer bem nas férias


A criançada ainda está de férias, o que significa menos rotina. Dormem e acordam mais tarde, comem mais guloseimas do que de costume, pulam o café da manhã.

Apesar de estarem livres da escola e de algumas obrigações, é importante manter alguns hábitos alimentares como forma de garantir a energia necessária para a diversão e evitar problemas futuros de saúde.

 “Para as crianças, o ideal é que 50% ou 60% da alimentação diária seja composta por esse carboidratos, presente em pães, massas e biscoitos. Como em janeiro geralmente a correria, as brincadeiras e as viagens exigem mais energia, esta quantidade pode e deve ser aumentada”, explica a nutricionista Tereza Cibella.

O café da manhã também não deve ser deixado de lado. Segundo Tereza, a primeira refeição é responsável por 25% de toda a energia que o corpo precisa para controlar a fome durante o dia.

“Nessas refeições, o pão é o protagonista e neste caso a melhor opção são os integrais, que atingem a corrente sanguínea mais lentamente. Assim, ficamos satisfeitos por mais tempo. Também é importante adicionar proteína, como leite, frios e frutas para completar a refeição”, destaca.

Para o almoço e o jantar, uma boa ideia é macarrão, que é rápido e fácil de preparar e pode agregar outros nutrientes no molho, como legumes que normalmente as crianças rejeitam.

“O macarrão à bolonhesa, por exemplo, é um prato bastante completo, pois inclui carboidratos, proteínas e gorduras suficientes para uma refeição equilibrada”, sugere Tereza.

Outra prática bastante comum durante as férias é comer bobagem a qualquer hora, sem respeitar os horários. De acordo com a nutricionista, nada de errado em alterar um pouco a rotina, mas é importante oferecer alimentos mais saudáveis quando solicitado. Lanches pequenos com queijo branco e peito de peru ou bisnaguinhas, além de bolos em mini porções, podem ser uma boa ideia.

Por fim, a especialista indica as viagens como uma boa oportunidade para inserir novos alimentos e sabores às crianças, como algum peixe ou fruta com as quais não estão habituadas.

Assim, fica mais fácil incentivar uma alimentação saudável. “Também é importante não deixar de lado os líquidos, principalmente durante o verão. Sucos, água de coco e vitaminas são essenciais para manter o corpo hidratado, sem esquecer da própria água”, finaliza Tereza.

Com informações da Chris Flores.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

A primeira vez do bebê na praia


Segundo orientação da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Sociedade Brasileira de Pediatria, o protetor solar só pode ser usado a partir do sexto mês de vida. Assim, o bebê não deve ser exposto ao sol direto antes disso.

Trabalhos mostram que otite externa aguda é uma doença extremamente comum em países tropicais, especialmente no verão. A possível contaminação da água de praias e piscinas pode ter alguma influência nesses quadros.

A prática da natação (mergulhando a cabeça) deve ser direcionada a crianças maiores de 1 ano de idade, pelo maior risco de otites até essa fase.

Na piscina, ele não deve mergulhar e deve-se ter cuidado com água no ouvido. Na praia, cuidados na areia e no mar, já que o bebê leva tudo o que tem na mão à boca.

Após o 6º mês e para o resto da vida, deve-se usar protetor solar de fator 15 para cima, passado 30 minutos antes da exposição, repetido a cada 2 horas e se a criança se molhar (entrando na piscina ou no mar), após cada episódio desses.

Levar o bebê ao sol até no máximo às 10 horas da manhã e após as 16 horas, quando o sol é menos prejudicial à pele lembrando, sempre, de hidratá-lo com mais frequência.

O câncer de pele (melanoma) é o câncer mais comum no Brasil e uma de suas principais causas é a exposição solar, cumulativa, ou seja, quanto mais se toma sol durante a vida, maiores são as chances e os riscos de desenvolver esse tipo de patologia, especialmente após os ”estragos já feitos” à camada de ozônio.

A Academia Americana de Dermatologia recomenda o uso constante de protetor solar evitando qualquer exposição solar direta durante toda a nossa vida.

Em relação à alimentação, sempre devemos nos lembrar do Aleitamento Materno Exclusivo (AME) até o sexto mês de vida, em livre demanda (LD), estendido até pelo menos 2 anos de idade.

Após os 6 meses, com a introdução gradual de outros alimentos (frutas, as papinhas de almoço e jantar), deve-se manter o cuidado alimentar em praias e piscinas.

Para crianças (e mesmo para os adultos), o uso e a conservação dos alimentos devem ser sempre considerados.

Maioneses, ovos, molhos e cremes necessitam de preparos cuidadosos e conservação impecável para que não causem reações graves, como intoxicações alimentares.

Lembre-se de oferecer frutas frescas que podem ajudar, também, na digestão. As vitaminas e as fibras das frutas são fatores importantes na proteção contra os abusos alimentares dessa época. Não devemos "obrigar" nossos filhos a gostarem do que nós gostamos. Mas somos responsáveis por oferecer a eles a oportunidade de experimentar.

Um alerta importantíssimo

Parece absurdo ter que comentar, mas independentemente de cultura ou idade, é proibido oferecer qualquer quantidade, por menor que seja, de bebida alcoólica para crianças. Nem molhar o dedinho. Não é raro observar crianças chegando em prontos-socorros com quadros de intoxicação alcoólica graves, vindas de festas onde os pais davam um golinho da cerveja que tomavam só para comprovar o gênero masculino dos seus filhos.

Com informações do Chris Flores.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Como lidar com o enjoo na viagem


Se você vai viajar de carro ou avião nessas férias pode ter de lidar com uma criança literalmente enjoada. A sensação de mal-estar e náusea (às vezes seguida de vômito) é chamada de cinetose e acontece quando o corpo não consegue se adequar ao movimento. "É comum a partir dos 2 anos e também pode provocar suor, sensibilidade à luz e respiração ofegante", explica Cylmara Garlak Aziz Silveira, gastroenterologista infantil do Hospital e Maternidade São Luiz (SP). Prefira alimentos leves e evite lanches durante o trajeto. Na hora da sede, dê água. Mantenha o carro ventilado e experimente viajar à noite ou de manhã bem cedo, pois o sono diminui as chances de enjoo.

Com informações da Revista Crescer.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

5 dicas para seu filho aproveitar o máximo do verão sem ficar doente

 
A estação das brincadeiras em quintais, praias, piscinas e parques está prestes a começar. Com ela, chega também uma série de perigos trazidos pelas altas temperaturas e a umidade. Para seu filho não perder a diversão, preparamos uma série de cuidados para as crianças curtirem o verão de forma segura.
 
CHOQUE DE TEMPERATURAS
 
No verão, mesmo com a umidade relativa do ar mais elevada, mudanças bruscas de temperatura acontecem com bastante frequência. Por isso, continuam comuns doenças como resfriado e gripe. Uma situação corriqueira também pode colaborar para esse quadro: você está na rua, passando calor, mas, quando entra em qualquer ambiente fechado – como shopping ou supermercado –, quase morre de frio devido ao ar-condicionado. Ele deixa as vias aéreas mais vulneráveis, pois resseca o muco protetor. Por isso, para que seu filho não sofra com o choque de temperaturas, sempre tenha um casaco leve na bolsa, dê muito líquido e umidifique as narinas com soro fisiológico se o ambiente com ar-condicionado for pequeno (como no avião ou no carro, em viagens longas). Se tiver ar-condicionado em casa, a temperatura ideal é em torno dos 22 graus.
 
BRINCADEIRA SEGURA
 
Escorregador, balanço e gira-gira são sinônimos de diversão para crianças de todas as idades. Porém, tome cuidado com a temperatura dos brinquedos. No verão, a superfície quente do escorregador, por exemplo, pode queimar a pele do seu filho. Mas, como não dá para encher a criança de roupa, o conselho é frequentar esses lugares antes das 10 horas ou depois das 16 horas. Agora, se o escorregador estiver fervendo e seu filho insistir, leve uma toalha para forrar a superfície ou chame a atenção dele para outra atividade.
 
CHEIO DE FARPAS!
 
Entrou uma farpa no dedo do seu filho? Não tente apertar, pois isso pode desencadear um processo inflamatório. Se for fininha, tire com uma pinça – caso não tenha, tire quando chegar em casa. Se for maior, que consiga puxar com o dedo, é só tirar e lavar com água corrente e sabão. Caso não seja possível, use lenço umedecido e lave depois.
 
BZZZZZZ
 
Na hora de brincar ao ar livre, as crianças podem virar um prato cheio para os insetos. Abaixo dos 2 anos, é possível usar repelentes naturais (à base de citronela), mas nunca nas áreas que vão à boca ou aos olhos, como mãos e antebraços. Acima dessa idade, já dá para usar repelentes infantis, ainda tomando cuidado de não passar nas mãos da criança. Ele deve ser aplicado por um adulto e, de preferência, em loção, evitando sprays e aerossóis (por chegarem mais facilmente ao nariz e à boca). À noite, dá para colocar aqueles de tomada, mas sempre com uma distância de pelo menos dois metros de onde a criança está. Agora, se os pernilongos já fizeram a festa, o pediatra deve indicar o melhor tratamento, principalmente se seu filho for alérgico. “Loções secativas e anticoceiras, como as de calamina, pasta d’água e talco líquido, podem aliviar”, orienta a pediatra Kerstin Abagge. Outra dica: mantenha as unhas da criança sempre bem cortadas, porque, ao se coçar, ela pode levar sujeira para a picada e causar infecção.
 
FORA DA GELADEIRA
 
Passar o dia na praia, na piscina do clube ou fazer um piquenique no parque significa comer fora ou levar lanches de casa. Mas você deve tomar cuidado com o que oferecer e com o tempo que os alimentos ficarão fora da geladeira. A recomendação é que não seja por mais de duas horas, pois esse é o período que as bactérias levam para atingir o crescimento suficiente para causar intoxicação alimentar. “Na praia, só compre em barracas autorizadas e fiscalizadas e observe a higiene dos vendedores, do ambiente e dos utensílios. Não consuma nada que esteja fora de suas características originais ou com embalagens alteradas”, alerta Hélio Fernandes da Rocha, presidente do comitê de Nutrologia Pediátrica da Sociedade de Pediatria do Estado do Rio de Janeiro.
 
Confira mais dicas para armazenar comida ou comprá-la em dias quentes:
 
=> Leve as bebidas geladas, de preferência água e sucos. Caso seu filho menor de 2 anos queira tomar água de coco na praia, é melhor evitar, pois há o risco de contaminação – nunca se sabe em que tipo de água a fruta estava mergulhada.
 
=> Nada de levar papinha para a praia ou a piscina. Nesse horário, a criança não deve estar exposta ao sol.
 
=> Frutas são sempre boas opções. As melhores para essas ocasiões são maçã, laranja, uva e banana (se não ficar muito tempo no calor), pois são mais fáceis de serem acondicionadas.
 
=> Leve biscoito de polvilho, bolacha maisena ou água e sal. Nada de recheios, chocolates, queijo ou presunto, pois estragam com mais facilidade quando expostos a temperaturas muito altas.
 
=> Evite ao máximo comprar sanduíches ou qualquer coisa com maionese fora de casa.
 
=> Se for comprar suco natural, cheque sempre se é feito com água mineral. E fuja de raspadinhas! É impossível saber a procedência do gelo.
 
Com informações da Revista Crescer.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Bebê viajante: Itens essenciais como chapéu, guarda-chuva e bom-humor vão na bagagem dos pais!


A temporada de férias vem chegando e é hora de se preparar para viajar. Se a sua família inclui um bebê pequeno, é bom mesmo começar a organizar o que todos vão precisar. Diferentemente do que muita gente pensa, viajar com bebê é possível e pode ser tranquilo e bastante divertido desde que bem planejado. Veja aqui algumas dicas e programe-se para mostrar o mundo ao seu filhote:

Documentos: as mesmas exigências de passaporte e visto que valem para adultos valem para bebês, então providencie o quanto antes a documentação do pequeno. Para os Estados Unidos, crianças menores de 12 anos não precisam comparecer à entrevista de visto, mas é necessário levar a foto no formato exigido. Entretanto, se a viagem é nacional ou a países do Mercosul, vale mais a pena tirar o RG, pois o passaporte de bebê com menos de 1 ano de idade vale somente por um ano. Para crianças com 2 anos, vale por 24 meses, e assim por diante.

A bagagem do bebê: pense no futuro. A viagem será daqui a um ou dois meses e, até lá, algumas roupas não estarão servindo e a alimentação pode ter mudado. Considere o que ele vai precisar e vá separando. Leve muita roupa, especialmente as de tecidos que não amassam e são práticas para lavar. Anote nome e endereço de algumas lojas locais. Se precisar comprar um casaquinho, meias ou roupinha na emergência, já sabe aonde ir.

Acessórios que salvam: leve uma bolsa grande para carregar itens essenciais na bolsa do bebê, pois, longe de casa, é preciso ser ainda mais prevenida. O sol está forte? Chapéu e sombrinha podem salvar o passeio. Vento gelado? Gorro para proteger o ouvido! Mesmo no verão, carregue uma coberta leve, caso o ar-condicionado do restaurante esteja forte ou o horário seja propício para mosquitos. Falando neles, protetor solar e repelente também entram nessa bolsa.

Kit prevenção: confira o calendário e dê as vacinas em até uma semana antes da viagem para evitar reações longe de casa. Uma farmacinha básica também vai na bolsa da mãe, assim como o endereço de uma boa farmácia local e o telefone do seu pediatra.

Bom-humor e paciência: viajar com bebê significa exercitar a paciência, pois eles podem se cansar, chorar e até estranhar pessoas e lugares. Assim, aquele visual paradisíaco pode ser arruinado por um berreiro inconsolável e a refeição romântica pode acabar com tudo embalado para viagem. Ria. Bom-humor e descontração são itens essenciais na bagagem dos pais. O que ajuda é compreender que o ritmo das crianças é diferente do dos adultos, por isso, pegue leve nos roteiros, diminuindo os números de passeios turísticos e se focando em relaxar, coisa que os bebês adoram!

Com informações do portal Bebê.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Volta às aulas: aprenda a montar uma lancheira saudável para seu filho




Como prevenir a obesidade infantil? Prepare lancheiras saudáveis para seus filhos. O desafio de educar o paladar de uma criança não é fácil, mas também não é impossível. Veja aqui as dicas de Kelen Martins, nutricionista da Nutrir e Brincar, assessoria e consultoria em nutrição infantil, em entrevista ao BEBE.COM:

• Doces, salgadinhos de pacote, frituras, refrigerantes devem ser – na medida do possível – excluídos do cardápio semanal de uma criança. Esses alimentos oferecem muito sal, conservantes, açúcar e quase sempre nenhum benefício nutricional.

• Já os enlatados, sucos de caixinha e frios devem ser escolhidos com critério. “Os pais devem estar atentos às informações presentes nos rótulos: a lista de ingredientes e as informações nutricionais”, alerta a nutricionista. Fique de olho nas quantidades de açúcar, gorduras saturadas e gorduras trans. Na verdade, não existe alimento proibido, mas os que devem ser consumidos de vez em quando.

• O ideal é variar o cardápio com alimentos saudáveis. Uma das sugestões de Kelen é mudar  o tipo de pão, os acompanhamentos (queijos, requeijão, geleias e frios) ou as bebidas (suco, água de coco ou leite). O modo de apresentação ajuda, e muito, para evitar a rotina. Um dia você pode incluir um sanduíche de pão integral com pasta de ricota temperada com orégano, azeite e uma pitada de sal, e peito de peru. Em outro, pode oferecer o pão francês com mussarela de búfala e alface e, para dar um toque especial, coloque alguns tomatinhos.

• As bisnaguinhas – adoradas pelas crianças – podem vir recheadas com requeijão e presunto defumado magro ou com uma pasta de atum e queijo mussarela. Os bolos caseiros são bons aliados também, mas procure dar preferência aos mais sequinhos, como o de fubá e o de cenoura. Você também pode alternar iogurtes de frutas com leites fermentados e sucos.

• Em relação às frutas, as melhores opções são as que podem ser consumidas com casca ou quando podem ser retiradas com facilidade. Boas dicas são alternar banana, maçã, pera, goiaba, uva e mexerica. O morango, além de fácil de comer, vira uma sobremesa se misturado com iogurte natural e é perfeito para os dias quentes, mas prefira a versão orgânica. Para as crianças menores, o ideal é picar as frutas e deixá-las em um recipiente bem fechadinho para que elas possam durar até a hora do lanche no recreio.

Com informações do site M. de Mulher.
Foto: Getty Images.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Filhos devem seguir horários nas férias?



Quando as crianças não estão em aulas, o ritmo das atividades diminui e a rotina não precisa ser seguida à risca. Mas essa flexibilidade de tempo não significa liberdade total. "Nas férias, os horários ficam mais maleáveis, mas algumas regrinhas, como a hora de dormir e a de comer, precisam ser respeitadas o máximo possível para não atrapalhar o funcionamento normal do metabolismo da criança", avalia a terapeuta de família Suzy Camacho.

Ela orienta os pais: "Até os 6 anos de idade, os pequenos podem dormir e comer no máximo até uma hora depois do que estão acostumados. Fugir completamente da rotina pode deixá-los cansados e dificultar a volta às aulas", explica. Já as crianças mais velhas podem combinar com os pais um horário ainda mais flexível. "Mas nada de passar madrugadas em claro ou pular a primeira refeição do dia."

Com informações do site Máxima.
Foto: Getty Images.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Férias em casa com diversão garantida



As férias chegaram, mas nem passa pela cabeça da criançada descansar nesse período. Pelo contrário: parece que a energia deles dobra e os pais ficam sem saber o que fazer com isso. O período é ótimo para aproveitar o tempo livre e curtir os pequenos em casa. Mas nada de largá-los em frente à televisão ou jogando videogame. Há muitas atividades gostosas que tornam as férias uma festa!

Receitas para fazer junto com os filhos

A cozinha não precisa ser um lugar proibido. Se você supervisionar de pertinho, isso pode ser muito divertido. Com segurança, os baixinhos podem - e devem - colocar "as mãozinhas na massa" e preparar deliciosos pratos.

Biscoitinhos, bolo de caneca, cupcakes, muffins, minibolos,brigadeiro, pizza, sanduíches... A lista de especialidades dos chefs mirins é enorme.

Você pode, também, aproveitar as férias para preparar receitas deliciosas e ricas em nutrientes, que ajudarão no desenvolvimento do seu filho. O segredo é caprichar na decoração.

Uma obra de arte em casa

Sabe aquelas fotos 3 x 4 de membros da família que você guarda na carteira? Elas podem ser um estímulo para a criação de uma árvore genealógica. Basta recolher umas folhas secas em algum parque, ajudá-los a desenhar o caule em uma cartolina e ir colando as fotos entre as folhas.
Mas deixe que eles pensem e faça perguntas como: "o vovô é pai de quem?". Depois de pronto, exponha no quarto ou em alguma parte da casa para que a criança se sinta importante por ter criado algo. Após um tempo, você pode tirar.

Jogo da memória sustentável

A diversão do jogo da memória dura um tempão e é ótima para eles. O que você acha de aproveitar aquele monte de figurinhas repetidas dos álbuns dos personagens infantis favoritos das crianças? É só colar cartolina atrás. Isso também acaba com a frustração de abrir o envelope e dar de cara com uma figurinha repetida. Tudo se aproveita!

Esse livro virou teatro


Que tal pegar os livrinhos favoritos deles e montar uma peça de teatro? Fotos recortadas de revistas podem virar fantoches, basta colocar cartolina atrás, para ficar firme. Cole palitos de sorvete para segurar os personagens e pronto.

O palco pode ser o encosto do sofá ou a mesa da cozinha e o show pode ficar marcado para a hora que seu marido chegar do trabalho.

Meu pé de feijão

Tem coisa mais simples do que plantar um pé de feijão? Pegue um copo de plástico e coloque um algodão molhado nele. Acomode um grão de feijão coloque em um lugar iluminado. Não deixe que o algodão fique seco. Dentro de três dias a plantinha já começa a crescer. Se seu filho mostrar entusiasmo, você pode, ainda, ajudá-lo a montar uma hortinha.

Com informações do site Ana Maria.
Foto: Dreamstime.