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segunda-feira, 27 de maio de 2013

Festa infantil junina

Paçoquinha, fogueira, bandeirinha...Se seu filho faz aniversário nessa época do ano, nada mais apropriado do que transformar a comemoração em um animado arraial. Veja algumas ideias.


Aposte em ideias criativas

Ideias diferentes podem transformar a festinha da sua filha. Christiana Naves planejou junto com o Ateliê Adoletá o "arraial das borboletas" para a festa de aniversário de suas filhas. A equipe arrasou na combinação de elementos juninos com borboletas.

 Copinhos de brigadeiro

Os tradicionais brigadeiros de colher combinaram com o colorido da festa.

Cavalinho

Por que não adicionar alguns acessórios no cavalinho de pau? Este ficou mais feminino com o chapéu de palha.



Espantalhas

Estilosas e delicadas, as espantalhas contribuíram para o charme da festa.



Decoração junina clean

Quem acha que decoração junina é sinônimo de exagero está enganado. Com detalhes fofos você pode transformar a festinha de aniversário do seu filho em uma festa junina discreta e clean.

 Cupcakes juninos

Até os cupcakes foram enfeitados com chapéus de palha. Puro charme!

Com informações do Portal Bebê.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Veja 5 atividades para se fazer em família

Que tal inovar? De brincar de massinha a andar bicicleta, tá valendo tudo que é legal, divertido e que permita fluir. “É muito comum as crianças nos surpreenderem com relatos inusitados, ‘segredos’ e revelações singulares nesses momentos lúdicos que compartilham ao lado dos pais, fruto da confiança e da aproximação gerada pelo brincar”, diz Cecília Biglia, psicóloga e psicanalista e idealizadora do Coisário Ateliê Brincante.

Aos adultos, um aviso importante: só será agradável se o perfil e os interesses da criança e dos pais forem respeitados e se os adultos estiverem, de fato, envolvidos. “Deve-se estar presente com qualidade, e não olhando para o celular ou para a TV”, completa Maria Angela Barbato Carneiro, educadora e coordenadora do núcleo de cultura e pesquisa do Brincar, da PUC-SP.

Separamos algumas sugestões de atividades. Então, desligue o celular, guarde os tablets e aumente o som do iPod para curtirem todos juntos:

1. Cozinhar

Todas as comidinhas que possam ser feitas com as mãos têm alta receptividade entre os pequenos. Algumas crianças adoram sentir a textura das misturas. Outras preferem decorar. Opte pelo simples. Pode ser uma salada de frutas, uma salada de folhas, bolos, cupcakes, brigadeiros, sucos, milkshakes, sanduíches, pizzas, pão de queijo, omeletes, rocamboles, bolo de rolo.

Lembrete: os pequeninos têm menos coordenação motora, então, prepare-se para ingredientes espalhados para fora das travessas. Além disso, as crianças se dispersam com facilidade, então, para não ser abandonada no meio da receita, escolha algo fácil e rápido de ser produzido.



2. Teatro de sombras

Bastam lençol esticado e pregado entre duas paredes (use fita crepe), abajur com lâmpada acesa colocado no chão, atrás do lençol, e bonecos de papel (com olhos e bocas vazados) colados em palito de madeira (aqueles de churrasco), para a sessão começar. Soltem a imaginação e a voz!

Lembrete: todos da família poderão criar os próprios personagens e histórias, além de ter a chance de interpretar e, ao final, ouvir os aplausos da plateia, é claro.



3. Brincar de teatrinho

Achou o teatro de sombras complicado? Então, aposte apenas no teatro. Estique o lençol, pregue-o entre duas paredes e crie histórias divertidas, engraçadas, bem-humoradas com alguns bonecos que seu filho e filha têm no quarto. Para envolver ainda mais as crianças na brincadeira, confeccionem as entradas do espetáculo, anotando, em um papel cortado, o nome e o horário da peça, além de preço e número da cadeira.

Lembrete: não esqueçam que a plateia tem que aplaudir no final.



4. Montar um álbum de fotografia

Além de colocar um pouco de ordem no arquivo fotográfico da família, os filhos vão apreciar ver fotos de épocas diferentes. É assim que os pequenos vão entendendo a própria origem. É possível fazer álbuns temáticos: viagens, festas, passeios, amigos, escola, 1º ano de vida.

Lembrete: essa é uma atividade-projeto, pois precisa de planejamento e ter como objetivo finalizar ao menos um álbum, no dia. Para economizar nas revelações, aproveite as promoções que sempre surgem nos sites de compras coletivas.



5. Brincar de mímicas, adivinhações, mágica, Stop e jogos de tabuleiros

O legal é organizar rodadas curtas, com no máximo 30 minutos de duração para cada atividade.

Lembrete: as crianças alfabetizadas adoram jogar Stop, mas podem não estar tão hábeis na escrita rápida.

Nesse caso, é interessante estipular um tempo de, por exemplo, 2 minutos para cada rodada.



Com informações de Portal Bebê.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Gravidez sem dor nas costas




Quando a mulher está esperando um bebê, além de todas as mudanças hormonais, ela ainda passa por grandes mudanças em seu sistema neuro-músculo-esquelético.  Há o aumento de peso, mudança total do eixo da coluna, aumento da flexibilidade articular e muscular e restrições a determinados movimentos corporais. Isso sem falar na tensão e ansiedade que a futura mamãe passa que, também, causam alterações fisiológicas importantes.

Nos três primeiros meses deve se tomar um cuidado maior com a gravidez, e se abster de atividades físicas ou esforço físico.  Após esse período de maior cuidado, as atividades normais podem ser retomadas, porém, com muito mais cuidado do que o habitual, sempre.

Por exemplo, varrer um chão não é igual para uma grávida e uma pessoa não gestante. A grávida tem que entender que o eixo do seu corpo não é mais o mesmo, e para tanto, seus movimentos devem mudar também. 

É importante que a futura mamãe saiba que tudo o que ela fizer, o seu corpo, responder diferentemente.  Por isso, tantas grávidas sentem dores na coluna. Elas continuam agindo como se nada tivesse mudado.

Recomendo que agache com cuidado, varra com cuidado, lave a louça com cuidado, levante com cuidado, sente-se com cuidado, caminhe com cuidado, carregue com cuidado. Alongue muito mais, caminhe sempre que der, alimente-se adequadamente e com qualidade e paras as dores que forem inevitáveis procure um quiropraxista, reconhecido pela Associação Brasileira de Quiropraxia (ABQ), e de preferência com experiência no atendimento a grávidas.  

Mesmo com comportamento adequado é comum a mulher grávida sentir pequenos desconfortos em seu corpo e coluna, fatores que podem ser facilmente resolvidos pelo quiropraxista.

Importante lembrar que, os cuidados devem ser proporcionalmente iguais a evolução da sua gravidez, quanto ‘mais grávida’, mas cuidado com a coluna.

Os cuidados devem se estender após o parto, quando a mulher passa a carregar o bebê no colo, acordar várias vezes durante a madrugada para amamentar, dar banho, trocar fralda. O ideal é que a mamãe faça alguma atividade física para fortalecer a musculatura.

Ao consultar um profissional de Quiropraxia, em qualquer localidade do Brasil, é de extrema importância checar sua idoneidade no cadastro de profissionais capacitados no Brasil no site: www.quiropraxia.org.br

Com informações de Chris Flores.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Festa no jardim: chef dá dicas de como receber em casa

A chef Paula Lazzarini, do restaurante Spadaccino, em São Paulo, organiza em sua casa um charmoso encontro ao ar livre à base de delícias italianas


Festa ao ar livre:
Com um gostoso cardápio italiano e muitas flores, a chef Paula Lazzarini, do restaurante italiano Spadaccino, ensina a organizar uma reunião no jardim de uma casa, tudo regada ao menu italiano e muitas delicadezas...


Capricho:
Os talheres ficam charmosamente à mão em vasos.



Detalhes: 
A cesta com plantas e o regador lembram que a festa é no jardim.



Cardápio:
O sucesso de uma reunião de amigos depende muito de um cardápio acertado e preparado com esmero. Mas não basta oferecer comida farta e saborosa. Capricho na hora de servir é essencial.



Fruta fresquinha:
Escolha uma cesta de madeira para colocar os morangos frescos e lavados em saquinhos.



Delícia:
Picolés dão sabor especial ao espumante. Já o cardápio fica exposto na garrafa.



Refresco:
A água aromatizada é ideal para ser servida em pequenos eventos.



Muito sabor:
Bebidas refrescantes podem ser servidas em copos de diferentes formatos.


Mimos:
Presentei os amigos com esta lembrancinha: uma charmosa mini-boleira recheada de macarons.


Charme à mesa

Na saída da festa, os convidados encontram o cantinho do chá. 


Com informações de M de Mulher.



sexta-feira, 10 de maio de 2013

Meu primeiro Dia das Mães


Mulheres com diferentes histórias contam como foi, ou será, a celebração desta data ao lado dos filhos.

Mãe famosa, mãe solteira, mãe e “boadrastra”, mãe de uma criança especial, mãe adotiva, mãe aos 20, mãe aos 40 e a mãe que lutou contra a depressão pós-parto.  Confira depoimentos emocionantes sobre o primeiro Dia das Mães destas mulheres com trajetórias tão distintas.



Dia das Mães inesquecível
“Meu primeiro Dia das Mães foi inesquecível! Só depois de ter um filho é que entendi o real significado desta palavra: amor! E ter um dia para comemorar isso é muito significativo. Após o nascimento da Maria Luiza mudou absolutamente tudo na minha vida. Me reavaliei em todos os sentidos. Afinal, queria dar o melhor exemplo em todos os aspectos da formação da minha filha. Durante muito tempo servimos de espelho para nossos filhos, o que nos força a nos olharmos e avaliarmos melhor cada atitude que temos”, conta a atriz Luiza Valdetaro, mãe de Maria Luiza. Este ano o Dia das Mães certamente também será inesquecível para Luiza. Em fevereiro de 2012, a filha da atriz foi diagnosticada com leucemia. “Em um momento como este, temos duas opções: ver o lado bom ou nos sentir injustiçados. Fiquei com a primeira opção”, disse Luiza em entrevista à revista Contigo!. Após meses de quimioterapia, Maria Luiza entrou na fase de manutenção da doença. O momento de luta contra a leucemia da filha modificou a maneira como a atriz vê a vida. “Eu me descobri uma pessoa bastante otimista. Levo um novo olhar sobre a vida, sobre o ato de amar. Se me contassem que passaria por isso, responderia que não iria suportar, que não teria forças. Mas quando recebi o diagnóstico, meu único pensamento foi: ‘Minha filha não precisa sofrer mais do que o tratamento já lhe requisitará’. Então, não podia deixar que ela sofresse por perceber a mãe sofrendo. Não seria justo”, afirmou em entrevista à revista Contigo!.  


Dia da mãe especial
Meu filho primogênito nasceu em dezembro de 2000. Prematuro extremo teve várias intercorrências e sofreu uma paralisia cerebral. Meu primeiro Dia das Mães foi em maio de 2001 e é claro que eu estava radiante. Meu filho era uma criança linda, gordinha e apesar de viver com ele constantemente em consultórios médicos, não enxergava que seu desenvolvimento estava fora do comum. Assim comemorei, recebi os parabéns por ser mãe pela primeira vez e essas felicitações pareciam reafirmar minha maternidade. Eu me sentia mais “mãe”. Infelizmente, essa data foi ofuscada pelos acontecimentos seguintes que comprovavam cada vez mais as dificuldades de meu filho até a compreensão de seu diagnóstico de paralisia cerebral quando ele tinha mais ou menos um ano e meio de vida. A partir de então meu Dia das Mães se tornou um pesadelo... Mas como diz o ditado popular: Tudo na vida passa. E apesar das limitações de meu filho, hoje consigo comemorar em paz comigo mesma e com muita alegria o Dia das Mães. Com ele eu aprendi o real significado do amor, compreendi que minha força é revigorada e que a felicidade está dentro de mim. Passei a enxergar o mundo com outros olhos e a tratar as pessoas de maneira diferente. Hoje posso dizer que vivo de verdade, amo a vida e, especialmente, amo ser mãe!Antônia Yamashita mãe de Lucas e Victor Hugor, autora do livro “A trajetória de uma mãe especial” e responsável pelo site Mãe Especial. 


Dia da mãe por adoção tardia
O meu primeiro Dia das Mães foi muito especial. Sair da condição de filha para se tornar mãe é um processo um tanto difícil, mas de muito crescimento. Uma coisa que me marcou muito foi poder participar da festa de Dia das Mães da escola onde meu filho estudava. Parece estranho dizer isto porque bebês não participam ativamente de eventos sociais. Mas o meu "bebê" que "nasceu" na minha vida já com 6 anos de idade me deu o privilégio de vivenciar um momento especial como este logo no meu primeiro Dia das Mães. Sim! Sou mãe por adoção! Adoção tardia. Confesso que na época, ao aproximar-se a data do Dia das Mães, fiquei bastante apreensiva. É um momento onde se explora muito imagens de mulheres grávidas e bebês e nas homenagens escolares não é diferente: usam-se muitas fotos e vídeos de barrigas e recém-nascidos. Como aquele seria nosso primeiro Dia das Mães juntos eu não sabia muito como lidar com estes apelos e não sabia também como meu filho lidaria. Temi que a escola começasse a pedir fotos das mães grávidas e dos alunos bebês, temi que tudo isso pudesse constranger ou confundir meu filho, que ainda estava em fase de adaptação. Eu não sei ao certo como ele acomodou estas circunstâncias em sua cabecinha, mas sei que a professora dele na época foi de uma sensibilidade ímpar para lidar com a situação e para tratar as diferenças em sala de aula de forma tão sábia. A homenagem que ela preparou com os alunos foi a construção de uma linda caixa de presente com uma foto atual de mãe e filho, e no dia da apresentação os alunos da classe do meu filho cantaram a música "Foi Deus" do Edson e Hudson. Ainda hoje, anos depois, me emociono ao lembrar o trecho da música que dizia: "Foi Deus que me entregou de presente você, eu que sonhava viver um grande amor assim. Valeu ter esperado o tempo passar pra de uma vez meu amor entregar e não sentir solidão nunca mais". Foi muito gratificante ver a escola tratar meu filho com igualdade levando em consideração suas diferenças. A letra da música retratava uma dupla homenagem porque meu filho tinha compreensão que ele era um presente para mim, assim como eu era pra ele. Meu filho tinha compreensão que assim como valeu para mim esperar por ele, também tinha valido para ele esperar por mim. A homenagem não precisou de barrigas e bebês para expressar de forma tão singela e doce o que toda mãe (biológica ou não) certamente pensa sobre seu filho: um presente de Deus.  E o que todo filho (biológico ou não) pensa sobre sua mãe: um presente de Deus.Renata Palombo, mãe de Diego e Natalia Ellen, ambos são frutos de  adoção tardia, e autora do blog Descobrindo a maternagem.


Dia da mãe solteira
O primeiro Dia das Mães após o nascimento da Luna foi a primeira vez que entendi plenamente a comemoração desta data. Na verdade, foi quando esta data começou a ter sentido para mim. Nunca tive um relacionamento muito estreito com a minha mãe e, com a maternidade, eu pude compreender por que existe um dia no calendário para comemorar o papel das mães. Ganhei uma corrente com um coração em que tem a imagem da Luna gravada da minha família, mas o melhor presente e com um valor inestimável era o porta-joias em madeira que ganhei da minha filha. Luna já frequentava a escolinha e me fez chorar de emoção quando vi aquela mãozinha dela gravada em tinta vermelha sobre a abertura. Aquele dia foi para celebrar o que eu havia conseguido enfrentar e ver que o saldo estava sendo positivo. Afinal, Luna estava com oito meses, sadia e esperta. O Dia das Mães antes de ser mãe era um dia qualquer em que eu me sentia até deslocada por não ter uma mãe presente. Hoje eu sou menos crítica em relação à minha mãe e devo muito isso a Luna. Ser mãe solteira é uma transformação na vida da mulher. Antes, eu estava solteira por aí, trabalhando, namorando e, de repente, engravidei. Optei por ter o meu bebê. O pai não queria ter um filho, se afastou. Foi uma viagem completamente solitária diante de todos os meus medos, inseguranças e não tem como ser a mesma de antes. O eixo desta mudança é a minha filha. Hoje posso dizer que existe a Flavia Werlang A.L. (Antes de Luna) e Flavia Werlang D.L. (Depois de Luna). Percebi que cada noite acordada valeu – e ainda vale - a pena. No meu primeiro Dia das Mães, Luna estava fazendo as primeiras gracinhas. Era tão gratificante arrancar um sorriso do meu bebê que começava a dar também as primeiras gargalhadas, acordava batendo palminhas para chamar a minha atenção e erguia os bracinhos querendo meu colo.  Medos? Todos os dias, desde que eu vi aqueles dois risquinhos na palheta do teste de farmácia, tive inseguranças e receios de estar fazendo certo ou não e, principalmente, a certeza de que eu não podia falhar. Eu sou a única e principal responsável pela educação da Luna, por isso, tenho de reafirmar todos os dias este compromisso que aceitei desde que disse “sim” a esta viagem solitária e mítica que é a maternidade solo. Minha filha é o meu motivo de viver e querer melhorar o tempo todo, a cada instante e em todos os sentidos como ser humano. Eu ganhei como mãe e mulher. Tenho uma filha linda e hoje sou mais forte e corajosa. Obrigada, filha, por me fazer conhecer o real significado da palavra mãe.Flavia Werlang, mãe da Luna e autora do blog Grávida, estado civil mãe (solteira).


Dia das Mães e a depressão pós-parto
Eu já comemorei o meu primeiro Dia das Mães como grávida, pois faziam mais de dois anos que tentava engravidar e finalmente realizei este sonho! Foi bom demais já receber parabéns pelo meu dia, ganhar presentinhos. Era só felicidade, já me sentia mãe! Meu primeiro Dia das Mães já com a Gi nos braços foi uma mistura enorme de sentimentos, estava realizada, mas ao mesmo tempo lutando contra minha depressão pós-parto. Minha mãe foi fundamental nesse dia, eu precisava de colo.  Mesmo já sendo mãe, estava me sentido frágil, lutando comigo mesma, pois me sentia culpada por não estar aproveitando tudo que eu podia e deveria desse dia. Mas apesar disso, foi um dia bom, com o apoio da minha família, consegui enfrentar meus fantasmas internos e curtir minha princesa. Nos outros anos, já com a depressão controlada e depois curada, foram Dias das Mães com muita festa, alegria e de aproveitar com a minha Gigi e a nossa família. Conseguia ter um verdadeiro e grande sorriso no rosto, conseguia me sentir feliz. Acho que após a depressão passamos a dar muito mais valor a este sentimento. Em 2012, ano passado, tudo se preparava para ser um Dia das Mães ainda mais especial, pois estava grávida de seis meses, de um menino. Toda a família reunida lá em casa, todos rindo e felizes, mas eu novamente não estava me sentindo feliz, estava preocupada, não sentia meu bebê mexer, e, mesmo todos me dizendo que era normal, não conseguia me desligar. Até que, ao perceber uma febre, decidi ir para o hospital. Infelizmente, tive a pior notícia que uma mãe pode ter, ainda mais em um Dia das Mães, meu bebê já não tinha mais batimento cardíacos. Meu coração se dilacerou, não podia acreditar, meu bebê! É realmente indescritível o que se sente, foram tempos bem complicados, mas quando voltei para casa e me deparei com o sorriso da minha Giovana, não tive dúvidas que precisa superar, pois ela estava ali comigo. Assim vem sendo, uma fase de muita superação, mas com a minha filha e minha família consegui voltar a me sentir feliz mais uma vez. Este ano, o Dia das Mães com certeza vai ser diferente de todos os outros, vou ter que lutar contra as lembranças tristes, mas quero que seja um dia especial e alegre. Certamente nunca vou me esquecer do meu filho, ele sempre vai estar no meu coração. Porém, a minha filha está aqui, precisa de mim e ela é a minha maior razão para viver e ser feliz. Ela é meu presente de Deus!Alessandra Nunes, mãe da Giovana e autora do Blog Da fertilidade à maternidade.




Dia das Mães após os 40
Casei aos 32 anos e logo comecei as tentativas para engravidar. Foram longos dois anos buscando a gestação pelas vias naturais, até descobrirmos que eu só poderia conceber por meio de um tratamento. Aos 40 anos consegui me tornar mãe e hoje tenho lindos gêmeos de 5 meses! No Dia das Mães do ano passado eu havia realizado o tratamento no Grupo Huntington Medicina Reprodutiva e estava grávida!  Porém, me sentia um pouco insegura. Antes de ter ido a esta clínica, eu havia realizado tratamentos em outros locais e enfrentei a difícil experiência de passar por um Dia das Mães grávida, mas já sabendo que não seria possível levar aquela gestação adiante. Este Dia das Mães com os meus filhos será a concretização de um sonho! Após tantos esforços, eu realmente posso falar que sou mãe! Para mim, há somente vantagens no fato de ter tido meus filhos aos 40 anos. Sou uma pessoa mais madura, experiente, centrada e coerente naquilo que faço. Lógico que assim como toda a mãe de primeira viagem eu tenho dúvidas, mas já possuo a maturidade para arriscar mais. Não serei uma mãe-avó! Sempre me perguntam se gêmeos dão muito trabalho, e eles dão mesmo! Mas a compensação de um sorriso após a mamada anula qualquer problema.Flavia Lucia Fusca Picciani, mãe de Murilo e Vitor e autônoma.



Com informações do Portal Bebê.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Roupas para batizado de bebê

Vai batizar o bebê e ainda não sabe que tipo de roupinha comprar para ele usar neste dia tão especial? Confira algumas opções de vestidos para as meninas e conjuntos para os meninos. Há looks mais clássicos e outros mais despojados, perfeitos para as cerimônias realizadas ao ar livre.

O ideal é escolher roupas de tecidos leves e fresquinhas e que possam ser usadas depois, seja em uma festa de aniversário ou em outras ocasiões importantes.







quarta-feira, 17 de abril de 2013

Veja nossas saídas de maternidade para bebês


Nada mais apropriado do que sair da maternidade com o bebê trajando uma roupinha cheia de estilo e fofura. Veja alguns de nossas saídas de maternidade super exclusivas:


Vestidinho vermelho lindo com lacinho na frente que dá um charme especial a roupinha.


O branco é clássico e com esse lacinho na parte de trás dá um toque especial.


Nossas meninas ficarão lindas nesse lindo vestido com babadinhos na parte da frente.


Conheça mais de nossos produtos no site.



segunda-feira, 15 de abril de 2013

Aprenda a fazer uma cabana de pano para as crianças

Um amor e uma cabana


Para fazer essa cabaninha não é preciso nem costurar. Ela só usa retalhos de tecido e a mesa como suporte. A ideia é do livro inglês Cool Spaces For Kids, de Sam Scarborough, inédito no Brasil.



Materiais 
Fita métrica; tesoura; cola quente; lápis; pedaços de tecido de três padronagens diferentes (um deles deve ter 1,5 m por 1,4 m de largura e os outros podem ser retalhos de 5 cm).


1. Use a sua mesa como medida. Corte o tecido maior de modo que cubra a mesa e esbarre no chão na parte da frente. 


2. Corte um retângulo de 50 cm x 70 cm em outro tecido para a porta. Depois, cole no local escolhido com cola quente.


3. Com a tesoura, corte os tecidos onde a porta está colada juntos em tiras, para que fiquem como uma cortina.




4. Ao lado da porta, recorte um quadrado do tecido para fazer a janela da casa. Seu filho pode ajudar segurando o pano.



5. Meça a janela e recorte dois pedaços um pouco maiores do terceiro tecido, para que forme uma cortina.




6. Fixe a cortina da janela com cola quente e amarre cada lado com um tecido de outra cor.

Com informações de Crescer.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Entenda o que é a PEC das empregadas domésticas e babás



O Plenário do Senado aprovou por unanimidade a Proposta de Emenda à Constituição 66/2012 (PEC), que amplia os direitos trabalhistas aos empregados domésticos. Isto inclui a babá do seu filho e qualquer funcionário que trabalhe na sua casa. Entenda quais providências devem ser tomadas a partir de agora e quais ainda vale a pena esperar.

Horas de trabalho e salário

É recomendável começar, a partir desta terça-feira (02 de abril de 2013), a seguir as determinações acerca do tempo de serviço e as mudanças no pagamento. A duração do trabalho normal é de até 8 horas diárias e 44 horas semanais. A hora extra será de, no mínimo, o valor da hora normal acrescida de 50% do valor dela.

É importante que ao realizar estas mudanças o empregador deixe tudo formalizado. “Normalmente fazemos um contrato no qual se especifica quais serão os serviços prestados pelo empregado, por exemplo, a babá irá cuidar do bebê e fazer a comida dele. Também deixamos claro o horário de trabalho e os intervalos de descanso. O contrato deve ser assinado pelo funcionário e o empregador e não há necessidade de fazer um reconhecimento em cartório”, explica a advogada Fabíola Marques, professora da Graduação em Direito do Trabalho da PUC/ SP e sócia do escritório Abud Marques Advogados Associados .

Hora de descanso

Caso o funcionário trabalhe oito horas diárias, tem direito a no mínimo uma hora e no máximo duas horas de descanso, que não serão computadas na jornada de trabalho. Quem trabalhar diariamente por mais de quatro e até seis horas tem direito a um intervalo de 15 minutos e o empregado que atuar por menos de quatro horas não tem direito a pausa.

Hora extra e descontos

É importante que o patrão controle quantas horas seu funcionário trabalhou no dia. “Minha sugestão é pedir para a babá anotar os horários de chegada e de saída porque se ela não completar as 44 horas semanais você pode descontar esse tempo e se fizer horas a mais você poderá pagá-la corretamente”, aconselha Marques.
Lembre-se que o salário mínimo de R$755,00 é para quem cumpre oito horas diárias e 44 semanais, caso o funcionário trabalhe menos tempo, o salário mínimo será proporcionalmente menor. “Calcule quanto a babá recebe por hora trabalhada, assim você saberá o quanto adicionar ou descontar. No caso de quem cumpre oito horas diárias, para calcular o valor da hora trabalhada você deve dividir o salário por 220.  No momento do pagamento também faça um recibo no qual descriminará as horas trabalhadas, os descontos ou acréscimos e peça sempre para o seu empregado assinar este papel”, conta Marques.

Folgas

A nova lei também garante uma folga semanal, preferencialmente no domingo. Caso a babá tenha que trabalhar neste dia, ela receberá suas horas em dobro, se não tiver uma folga compensatória.

Pagamento do FGTS

O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) deve ser pago pelo empregador no valor de 8% do salário do empregado. “Portanto, todo o mês o patrão, além de pagar o salário, faz um depósito do valor mencionado na Caixa Econômica Federal, através de uma guia de recolhimento do FGTS . Para realizar isto é preciso ter o número do PIS do funcionário”, diz Marques.

Vale a pena esperar

A PEC estipula outras mudanças na legislação. “Porém, estas novas determinações ainda são muito inconsistentes porque não se sabe direito como elas vão funcionar. Na dúvida, o empregador não deve despedir ainda o empregado doméstico. Não vale a pena se desesperar porque deverá existir uma regulamentação para o pagamento dos demais direitos conferidos pela nova lei”, conclui Marques. 

Com informações de Bebê.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Dicas para tirar fotos de irmãos

Quer registrar imagens fofas de seus filhos? Confira conselhos de fotógrafos de família e inspire-se nestes lindos cliques.

Conversamos com especialistas sobre como fotografar a relação dos irmãos e primos nas mais diversas fases: durante a gravidez, recém-nascidos, bebês, crianças e nos casos de gêmeos. Leia as dicas e encante-se com os lindos ensaios fotográficos.  

Sem caras e bocas

Não é preciso pedir que os irmãos façam caras e bocas para a câmera. “Eu procuro não criar poses, acho que é algo estático. O segredo para realizar imagens bacanas é fazer com que os fotografados confiem em você”, conta o fotógrafo Vinícius Matos, responsável por este ensaio. 

 





Interação nos detalhes
Quando o bebê ainda está na barriga, a interação dele com o mais velho pode aparecer em detalhes como o pézinho nesta imagem da empresa Catia Herrera e Marcelo Vita Fotografia Infantil.










Cuidados com o recém-nascido
Ao fotografar o irmão mais velho com o recém-nascido procure ter outro adulto por perto para ajudá-lo. “Fotografamos sempre em dois, enquanto um fotografa, o outro está distraindo o mais velho e atento aos seus movimentos para garantir a segurança do recém-nascido", explica a fotógrafa Marina Ushiro, responsável por este ensaio. 





Momentos de carinho
Imagens que demonstram momentos de carinho entre os irmãos são lindas, mas requerem muita paciência. “Afinal, nem sempre a criança faz o que queremos na hora que queremos. Também é importante que o fotógrafo conquiste a confiança da criança”, observa a fotógrafa Marina Ushiro, responsável por este ensaio. 








Estimule as estripulias!
Estimular as estripulias dos irmãos é tudo de bom! “Para que as duas ficassem de ponta cabeça eu falava coisas para as meninas como ‘nossa hoje vocês estão animadas, hein?’ e elas ficavam felizes e faziam mais artes”, revela a fotógrafa Huaíne Nunes, responsável por este ensaio.







Sentimentos diferentes
Nem sempre os irmãos compartilharão do mesmo sentimento e também é legal registrar os momentos em que uma das crianças está rindo e a outra nem tanto. “Irmãos são assim: um ri e o outro chora e eu gosto de retratar as crianças ao natural. Quero mostrar aos pais quem os filhos deles são para que criem uma relação pessoal com a foto e por meio dela se lembrem de como era a sua vida na época em que a imagem foi feita”, explica a fotógrafa Huaíne Nunes, responsável por este ensaio. 

  


Doces, uma saborosa recompensa!
Deixar com que os irmãos comam doces durante as fotografias garante imagens fofas como esta. “Crianças adoram doces e no final da sessão, quando já estão cansados, a guloseima vira um prêmio e nos dá momentos de alegria”, afirma a fotógrafa Marina Ushiro, responsável por este ensaio. 



Fotografe a farra!
Aprontar uma arte com o outro é algo mais do que esperado na relação entre irmãos e também entre primos, então deve estar no álbum da família! “Procuro sempre trabalhar com a espontaneidade, e foi justamente o que eu gostei nesta imagem, ela foi real. A água que o meu filho jogou na prima estava gelada mesmo”, afirma a fotógrafa Aline Sena, responsável por este ensaio e mãe do autor da traquinagem.  



O irmão e a roupinha
Além de fotografar o irmão mais velho próximo do barrigão, uma maneira original de mostrar que o pequeno também está aguardando o novo membro da família é registrar imagens dele com as futuras roupinhas do caçula. “A foto do pequeno com a roupinha é uma forma de ampliar a interação com o irmão que está para chegar”, explica a fotógrafa Marina Ushiro, responsável por este ensaio. 




Registre todas as idades
É importante registrar toda a infância da criança, não somente quando ela é um bebê. “Muitos pais relaxam depois do seu filho completar um ano e  se arrependem mais tarde por não ter fotografado outras fases da infância”, diz a fotógrafa Irmina Walczak do Panoptes Fotografia Criativa, empresa responsável pelo ensaio. Diminuir o ritmo das fotos é normal porque a criança não muda com tanta velocidade. “Porém, momentos especiais continuam surgindo. As férias, o encontro dos primos, os banhos de mangueira, as primeiras amizades, a troca de dentição, as coleções de postais e brinquedos, os animais de estimação, os momentos felizes em família são ótimos para serem guardados para sempre”, afirma Walczak.



A participação da mamãe grávida
A mãe é essencial para que se consiga registrar momentos de carinho entre a criança e o irmãozinho na barriga. “É importante que ela e  o filho interajam entre si, façam suas brincadeirinhas que já costumam realizar em casa e deixem o carinho fluir”, orienta a fotógrafa Márcia Silveira, responsável por este ensaio.






Como os pais devem agir
A fotógrafa Marina Ushiro, responsável por este ensaio, dá algumas dicas sobre como os pais devem agir com os filhos antes e durante as fotografias. “Ao chegar no ensaio a criança deve estar bem, ou seja, sem fome, sede e descansada", diz Ushiro. 






A importância dos pais no ensaio
Mamães e papais, vocês são essenciais para que as fotos de seus filhos fiquem lindas. “Os pais são o principal elo com as crianças e têm papel fundamental nos ensaios. Eles representam a união dessa família e trazem segurança para os pequenos. Como os pais sabem do que os filhos mais gostam (e do que eles têm medo) fica mais fácil para o fotógrafo dirigir os momentos do ensaio”, conta a fotógrafa Vanessa Atalla.







A hora certa para fotografar
Vai fazer as fotos ao ar livre? Então, fique atento ao relógio.  “Eu escolho o horário com a melhor luz para o que quero captar, normalmente no início da manhã ou no fim do dia”, explica a fotógrafa Vanessa Atalla, responsável por este ensaio. 







Com informações de Bebê.com.br.