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quarta-feira, 22 de maio de 2013

Gravidez sem dor nas costas




Quando a mulher está esperando um bebê, além de todas as mudanças hormonais, ela ainda passa por grandes mudanças em seu sistema neuro-músculo-esquelético.  Há o aumento de peso, mudança total do eixo da coluna, aumento da flexibilidade articular e muscular e restrições a determinados movimentos corporais. Isso sem falar na tensão e ansiedade que a futura mamãe passa que, também, causam alterações fisiológicas importantes.

Nos três primeiros meses deve se tomar um cuidado maior com a gravidez, e se abster de atividades físicas ou esforço físico.  Após esse período de maior cuidado, as atividades normais podem ser retomadas, porém, com muito mais cuidado do que o habitual, sempre.

Por exemplo, varrer um chão não é igual para uma grávida e uma pessoa não gestante. A grávida tem que entender que o eixo do seu corpo não é mais o mesmo, e para tanto, seus movimentos devem mudar também. 

É importante que a futura mamãe saiba que tudo o que ela fizer, o seu corpo, responder diferentemente.  Por isso, tantas grávidas sentem dores na coluna. Elas continuam agindo como se nada tivesse mudado.

Recomendo que agache com cuidado, varra com cuidado, lave a louça com cuidado, levante com cuidado, sente-se com cuidado, caminhe com cuidado, carregue com cuidado. Alongue muito mais, caminhe sempre que der, alimente-se adequadamente e com qualidade e paras as dores que forem inevitáveis procure um quiropraxista, reconhecido pela Associação Brasileira de Quiropraxia (ABQ), e de preferência com experiência no atendimento a grávidas.  

Mesmo com comportamento adequado é comum a mulher grávida sentir pequenos desconfortos em seu corpo e coluna, fatores que podem ser facilmente resolvidos pelo quiropraxista.

Importante lembrar que, os cuidados devem ser proporcionalmente iguais a evolução da sua gravidez, quanto ‘mais grávida’, mas cuidado com a coluna.

Os cuidados devem se estender após o parto, quando a mulher passa a carregar o bebê no colo, acordar várias vezes durante a madrugada para amamentar, dar banho, trocar fralda. O ideal é que a mamãe faça alguma atividade física para fortalecer a musculatura.

Ao consultar um profissional de Quiropraxia, em qualquer localidade do Brasil, é de extrema importância checar sua idoneidade no cadastro de profissionais capacitados no Brasil no site: www.quiropraxia.org.br

Com informações de Chris Flores.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Quarto de menino com parede colorida listrada


O quarto arrojado encanta pela simplicidade: os móveis de linhas retas em madeira e branco dão espaço para que a pintura multicolorida da parede seja a protagonista. “Sou fascinado por tonalidades fortes, mas não foi fácil convencer a família de que elas seriam uma boa escolha”, lembra o paulista Leonardo Pécora, pai de Lorenzo, de quase 2 anos. O arquiteto conta que, ao saber da gravidez de Daniela, começou a fazer o projeto em 3D – foram 42 propostas frustradas até obter a aprovação da esposa, que pendia para os tons suaves. Depois de tantos testes, encontrar um revestimento com a ordem exata de cores seria impossível. A solução veio com tintas, aplicadas por ele mesmo, o que ainda barateou o orçamento. “Foi um delicioso passatempo, uma terapia nas horas vagas. Assim, pude participar e amenizar a ansiedade pela chegada do bebê.”

Para o piso, ele abriu mão do laminado e elegeu o vinílico com acabamento que imita madeira, mais prático na hora de limpar. E gostou do resultado: “Testamos e aprovamos essa característica após algumas travessuras do Lorenzo e de escapadas de xixi da fralda”. Berço de freijó e parede com listras coloridas.



O ambiente de 8,20 m² parece mais amplo por preservar grandes áreas brancas em móveis, no teto e na maioria das paredes. Já que o berço e a cômoda são neutros, Leonardo inovou no visual da poltrona. “Ela é moderna, diferente das convencionais de amamentação, contudo tem balanço e é confortável.” O tom forte do tecido acompanha uma das listras da pintura. Nichos redondos de MDF abrigam a decoração de pelúcia. “Para dar mais unidade, pintei o fundo vazado e o interior das peças com as mesmas cores das faixas no lado oposto do quarto”, explica o arquiteto. Nichos de MDF Têm diâmetros de 32, 40 e 45 cm.



Os móveis encostados nas paredes liberam a área central para a circulação da família e as brincadeiras do pequeno. Como a superfície listrada é o ponto que mais chama a atenção, a opção foi deixar apenas o discreto berço (1) em frente a ela. O armário embutido (2) já integrava o quarto, antes usado pelos pais como sala de ioga.


Aprenda a fazer uma parede como esta. Acima do rodapé, foram demarcadas sete faixas, cada uma com 32,5 cm de altura – para estabelecer essa medida, basta calcular a altura total a ser pintada (neste caso, 2,27 m) e dividir pela quantidade de listras que deseja criar. Leonardo as preencheu alternadamente. A inferior, branca, corresponde ao fundo original. Primeiro foram tingidas as áreas em azul-marinho, verde e vermelho. Cada uma delas recebeu três demãos de tinta, exceto a vermelha, que exigiu o dobro de cobertura (assim como a laranja, que veio depois). Somente após a secagem completa da primeira etapa da pintura, o arquiteto passou às faixas restantes. Para não haver sobreposição de cores, ele cobriu as extremidades das listras prontas com fita crepe – mas isso só pode ser feito se a superfície estiver totalmente seca. “No fim, pequenos borrões foram corrigidos com pincel fino”, ensina. Tintas acrílicas acetinadas Bastou ¼ de galão – uma latinha – de cada cor, todas da Coral. Vermelho e laranja pediram duas latinhas para que a cobertura ficasse uniforme.



Com informações de Casa.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Decoração de chás de bebê originais


Dividir com os amigos e familiares a alegria da chegada de um filho é sempre emocionante. A tarefa de planejar e pensar em cada detalhe do chá de bebê é um momento único para as futuras mamães. Veja nossa galeria de fotos com decorações originais de chás de bebê e saiba como fazer uma festa moderna sem perder a sofisticação. Inspire-se. 

Bolinhas divertidas
O destaque da decoração contou com um detalhe simples, mas que atribuiu delicadeza ao chá: o póa, as famosas bolinhas. Elas estão presentes na toalha de mesa, nos enfeites e até mesmo no bolo, feito de pasta americana.


Bolo delicado
O bolo, feito pela Divina Doçaria, contou com a mistura de marrom e rosa. O detalhe com o nome da aniversariante também fez toda a diferença.  


Personalize seu chá
Para completar a mesa de doces, foram feitas plaquinhas que enfeitaram os docinhos com o nome da aniversariante e o desenho de um ursinho. Este pequeno detalhe tornou o chá de bebê personalizado. 




Moderno e sofisticado
Para deixar o chá do seu bebê moderno e sofisticado, combine elementos clássicos com toques divertidos. Este chá foi feito por Letícia Alencar e serve de inspiração para as futuras mamães de meninos.


Toques delicados
Os tons vibrantes de azul complementaram a decoração e a toalha xadrez quebrou a seriedade, assim como as plantas atribuíram vida ao chá. 


Chá de passarinhos
Se você deseja fugir das decorações tradicionais dos chás de bebê, aposte em ideias modernas. Este chá de passarinhos, feito pelo Studio Decor contou com cores vibrantes para destacar o tema alegre. Os arranjos de flores seguiram a mistura das cores usadas na decoração, combinando com os outros enfeites da mesa. 




Com informações de Portal Bebê.



quarta-feira, 15 de maio de 2013

Dicas para a hora do banho nos dias frios



Durante os dias mais frios, o cuidado com a saúde das crianças tem de ser redobrado. Elas ficam mais suscetíveis a viroses e problemas causados pelas baixas temperaturas. Até momentos corriqueiros, como a hora do banho, exigem atenção. As crianças não podem ficar expostas ao vento nem ao frio. Por isso, nessa época, o patinho de borracha deve tirar férias. Nada que prolongue a permanência da criança na água é bem-vindo. Veja abaixo algumas dicas para ajudar você:

- Dê apenas um banho por dia, de preferência no fim da tarde. Assim seu filho ficará limpinho e relaxado antes de dormir;

- Se for lavar o cabelo do seu filho nesse horário, seque com o secador em temperatura mediana. Uma opção é lavar apenas a cabecinha dele em outro horário, pela manhã, por exemplo, e deixar o banho para depois;

- Não aumente a temperatura da água para compensar o frio; isso pode provocar queimaduras na pele do bebê. Para saber a temperatura ideal, coloque o cotovelo dentro da água. Se estiver agradável para você, estará para o seu filho. Você pode usar também termômetros específicos para banheira;

- Não leve brinquedos para o banheiro, isso distrai a criança e deixa o banho mais demorado. Nessa época do ano os banhos têm de ser rápidos;

- Evite o uso excessivo de sabonete. Passe apenas nas “dobrinhas” e órgãos genitais, para evitar o ressecamento da pele;

- Dê preferência a sabonetes neutros, em barra, e use hidratante à base de água para manter a pele do bebê hidratada;

- O banheiro é o melhor local para o banho, e mais higiênico. Por isso, não precisa levar tudo para o quarto. É só tomar cuidado para que as janelas estejam fechadas e não tenha corrente de vento;

- Se você tiver aquecedor elétrico, vale aquecer um pouquinho o ambiente antes de tirar as roupas do seu filho, para deixar o ambiente com uma temperatura mais agradável.

Com informações de Crescer.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Veja 18 cuidados essenciais que devemos ter com recém-nascidos




1. Por que o recém-nascido chora tanto?
O bebê chora porque quer alguma coisa. Os motivos variam: fome, fralda suja, frio, calor, posição desconfortável, incômodo, irritação por barulho ou luz, estresse diante da movimentação de adultos e por aí vai. É claro que, às vezes, o cansaço e a falta de sono podem fazê-lo perder a paciência. Mas lembre: essa é a única forma de expressão do pequeno. Se você perceber que está irritada demais, peça ajuda a alguém, tente sentar, respirar fundo e se acalmar. Tudo vai dar certo. Mesmo porque, a partir dos quatro meses, a tendência é que o pequeno chore menos.

2. O que posso fazer para aliviar as cólicas?
A cólica é um fantasma que habita o inconsciente coletivo das mães, já que ela realmente pode tornar a vida dos pais um tanto angustiante nas primeiras semanas de vida da criança. Mas não perca as estribeiras. As cólicas são normais. Fazem parte do amadurecimento natural do sistema digestivo do pequeno. E não adianta medicar ou dar produtos naturais. Isso pode ser até perigoso, causando intoxicações. O melhor remédio é o leite materno. Aquecer a barriga, aconchegar o bebê e deixá-lo na posição fetal também são medidas que ajudam a contornar a situação. Agora, é preciso saber se a cólica é mesmo o motivo da choradeira. A confusão é bastante comum. Choro de cólica é aquele mais intenso, que começa e termina de forma repentina.

3. Posso dar água ou chá para meu bebê?
De preferência, não. O leite materno nutre, hidrata e acalma, suprindo todas as necessidades da criança. Quando a mãe dá chá ou água, o pequeno deixa de tomar o leite materno e ingere quantidades menores de proteínas e calorias necessárias para o seu desenvolvimento. Sem falar que a maioria dos chás contém estimulantes que deixam o bebê agitado. Se forem servidos com açúcar, pior ainda. Os grãos podem fermentar e causar cólicas. Além disso, há o risco da chamada confusão de bicos, que faz com que a criança largue o peito da mãe sem necessidade e adote a mamadeira.


4. Qual o jeito certo de segurá-lo?
É normal: carregar um recém-nascido dá aflição. Até mesmo para a mãe. Afinal, segurar no colo alguém tão pequenino e flexível requer bastante cuidado – mas nada que você não tire de letra nos primeiros dias. Como a musculatura do pescoço é pouco desenvolvida, é preciso apoiar bem a cabeça e as costas do bebê. A melhor maneira de fazer isso é encaixar a cabeça na dobra do cotovelo e as costas no antebraço. Importante: nunca faça movimentos bruscos e preste atenção para não pressionar demais, ou bater, a parte superior da cabeça da criança, também chamada moleira, já que os ossos do crânio ainda não estão totalmente formados.

5. Qual o melhor horário para dar o banho?
Não existe regra. Em geral, as mães preferem dar à noite para acalmar a criança antes do sono, além de contar com a ajuda do marido. Mas o critério é pessoal. Pode ser em qualquer horário. O mais importante é verificar a temperatura da água com a parte sensível do seu braço, ou com o punho. Se estiver morna, coloque o bebê ali sem receio. Não há necessidade de termômetro. Mas, caso queira usá-lo, veja se marca algo entre 36 e 37 ºC. Ao entrar na água, ele chora? Não se culpe por isso. É normal esse tipo de coisa acontecer. Os pequenos se assustam nessa hora por insegurança. Para contornar a situação, enrole-o em uma fralda de pano em posição fetal. Isso lhe trará o conforto e a segurança de que tanto necessita. Depois, vá soltando a criança ao poucos, até ela se acostumar.

6. Em que posição devo colocá-lo para dormir?
De barriga para cima, e sem neura. Os estudos mais recentes mostram isso. Fique tranquila se o leite voltar. Seu pequeno terá reflexos para se defender. Ainda assim, é muito importante só deitá-lo depois de arrotar. Se a criança regurgita demais, é possível usar suportes triangulares para mantê-la deitada de lado, sempre com travesseiro do tipo antissufocamento. Em caso de refluxo, além do acompanhamento médico, procure inclinar a base do berço o máximo que der. Só não passe dos 45 graus.


7. É normal fazer cocô muitas vezes num único dia?
No começo, o bebê evacua a cada mamada. Como ele só se alimenta de leite, é absolutamente normal que as fezes sejam pastosas. Em alguns casos, podem até ser líquidas com gruminhos. Por isso, não precisa se preocupar: ele não está com diarreia. A cor também é bastante característica: amarelo-ouro.

8. Tudo bem se ele ficar muitos dias sem fazer cocô?
O recém-nascido pode ficar até dois dias sem evacuar. Isso não é comum, principalmente em crianças que mamam no peito, mas pode acontecer. Uma dica é estimular o ânus do bebê com uma gaze enrolada no dedo. Em geral, só de tocar superficialmente a região, o pequeno já consegue fazer cocô. Se o problema persistir, procure um pediatra.

9. O bebê precisa arrotar toda vez que mama?
Ele não precisa necessariamente arrotar, mas o ritual do colo é fundamental e tem de ser repetido depois de cada mamada. Deixe a criança em posição vertical deitada de barriga sobre seu tórax e dê tapinhas muito sutis nas costas. Ela deve arrotar logo. Agora, se não ouvir a eructação (sim, esse é o nome) após 15 minutos, pode deitá-la sem medo. O arroto é importante porque o bebê engole ar enquanto suga o leite e precisa colocá-lo para fora. Caso contrário, vai ficar incomodado e até regurgitar.



10. Posso sair pra passear com ele?
Sim, desde que siga algumas regras básicas. A primeira delas, muitas vezes esquecida, é colocar a criança sempre na cadeirinha própria para transporte em automóveis. Outra: fuja de locais fechados e aglomerações, mesmo que seja na casa dos avôs. Um simples resfriado pode ter consequências mais sérias em um recém-nascido. O frio e o vento também podem ser bastante nocivos para o bebê. Procure agasalhar principalmente a cabeça dele. Mas sem exageros. Calor demais faz mal.

11. Será que ele está com frio? Devo caprichar nos agasalhos?
O excesso de roupa pode causar até febre ou desidratação no bebê. Fique atenta a isso. A sensação de frio do recém-nascido não é muita diferente da sua. Enrolá-lo em duas cobertas numa tarde quente de primavera seria uma decisão errada. Se a temperatura for de 30 °C, pode deixá-lo com uma camiseta de manga curta e tecido fino.

12. As visitas podem carregar o bebê?
Podem, mas nada de beijo. Exija também que todos lavem as mãos. E gente espirrando nem deve passar perto do pequeno – o melhor é aparecer outro dia. É que nessa fase as defesas das crianças, principalmente contra os famigerados vírus, ainda estão em desenvolvimento. Outra coisa importante: não permita tumultos em casa ou a peregrinação de colos. Tanto você como o bebê precisam de tranquilidade. Aliás, as visitas devem permanecer na sala e não no quarto do bebê. Se alguém insistir em vê-lo dormindo no berço, permita apenas uma pessoa por vez. A presença de muitas pessoas pode estressá-lo.


13. Preciso acordá-lo de três em três horas para mamar?
Quem decide a hora de mamar é a criança. Dê o peito a ela sempre que quiser. Em geral, isso deve acontecer sete ou oito vezes ao dia, o que significa uma mamada a cada três horas. Mas podem ser dez ou seis, e tudo bem! Não existe regra. Agora, se você tem um filhote muito dorminhoco, uma dica é aproveitar as trocas de fralda, que devem acontecer a cada quatro horas no máximo, para oferecer o peito.

14. Será que ele tem refluxo?
O refluxo é a exceção, e não a regra. Ele só se caracteriza quando a criança perde peso mesmo mamando. Daí a importância do acompanhamento médico. Mas a regurgitação é normal. É um fenômeno que acontece por causa da imaturidade da válvula que controla a passagem do leite no esôfago. Ou, então, porque o bebê mamou mais leite do que seu estômago comporta. Seja como for, não se desespere cada vez que o líquido voltar. Procure apenas fazê-lo arrotar após as mamadas e, se ele é desses que expelem golfadas em forma de jatos, procure inclinar a base do berço.

15. E se meu leite for fraco?
Não existe leite fraco ou forte. A mãe produz todos os nutrientes necessários para seu filho. O que acontece é que a composição do líquido varia. Assim, as quantidades de proteínas e gorduras mudam de uma mamada para outra ou até durante uma mesma mamada. Por isso, é fundamental que o pequeno esvazie os dois peitos por completo – e que você esteja a postos para oferecê-los sempre que ele quiser. Além de ter a certeza de que a criança está bem nutrida, isso vai ajudar você a voltar à forma mais rapidamente. É que o hormônio responsável pela reposição de leite é o mesmo que estimula a contração do abdômen.



16. O que faço para o bebê conseguir mamar?
Amamentar é uma tarefa que exige orientação. Não ache que você vai conseguir dar o peito com facilidade para seu primeiro filho sem receber alguma instrução. Nessa hora, avós, enfermeiras e até médicos se tornam tutores. No passado, a mulher recebia todas as referências em casa. Hoje em dia, as famílias estão mais dispersas e menos participantes. Por isso, fique alerta. Existem técnicas para tornar os mamilos mais propensos à amamentação, inclusive para evitar rachaduras. Agora, se o bebê demorar para pegar o peito e começar a chorar, não se desespere. E, principalmente, não desista do aleitamento. Vale a pena ter paciência e insistir.

17. Posso mexer no umbigo do meu filho?
Não só pode como deve. Ignore qualquer um que fale o contrário. Com o tempo, essa cartilagem vai secar e cair. Mas é preciso limpá-la para evitar contaminações. E isso não causa dor na criança. Portanto, faça o curativo sempre, de preferência após o banho. Sair sangue também é comum, não se preocupe. Use cotonete com álcool 70%, contornando o umbigo com delicadeza e sempre em um único sentido – no sentido horário, por exemplo. Ele vai cair entre sete e 14 dias.

18. Posso comer qualquer coisa ao amamentar?
O ideal é seguir uma dieta saudável, rica em frutas, legumes, verduras e grãos integrais. Água também é muito importante. Procure beber de 1 litro e meio a 2 litros além do que você já consome – tenha sempre uma garrafinha por perto e tome mesmo sem ter vontade. A água é essencial para a formação do leite. Temperos mais fortes, como alho e pimenta, são contraindicados. Eles alteram o gosto do leite e isso pode ter reflexos na amamentação. Chocolate, café, erva-mate e outros alimentos do gênero também devem ser evitados. A cafeína agita a criança e atrapalha o sono. Por fim, evite exagerar no leite de vaca, que pode induzir a uma intolerância da criança à proteína desse alimento.

Com informações do Portal Bebê.


segunda-feira, 6 de maio de 2013

Listas para o chá de bebê

Você é uma mulher prática, econômica, moderna, antenada ou detalhista? Saiba que, conforme seu estilo, você pode escolher o modelo de sua lista de chá de bebê. Veja as opções abaixo:



Mãe prática e econômica

Itens para deixar seu filho bem limpinho, cheiroso e protegido.

1 Banheira de plástico
3 Barras de sabonete neutro
1 Saboneteira 
2 Xampus 
1 Escova e pente para cabelo 
2 Toalhas com capuz  

Para ter a mão no quarto do bebê 
1 Trocador impermeável 
2 Potes de lenços umedecidos, com 100 folhas, cada 
1 Garrafa térmica para guardar a água quente (o que será útil na limpeza do bebê) 
2 Potes de talco 
3 Caixas de hastes flexíveis de algodão (cotonetes) 
1 Kit manicure para bebê 
1 Pacote de algodão 
1 Kit de potes com cesta para guardar o algodão e os cotonetes 
2 Cremes para evitar assaduras (Opte por opções com óleo de amêndoas) 
Fraldas: De 10 a 15 pacotes de fraldas descartáveis R/N ou P.  

Itens para deixar seu filho lindo e bem vestido 

3 Calças 2 Cueiros 
1 Manta de lã 
3 Macacões de manga comprida 
4 Bodys de manga comprida 
4 Bodys de manga curta 
4 Calças tipo mijão 
2 Babadores 
3 Fraldas de pano 
4 Fraldas de boca
2 Toucas de lã 
2 Pares de luva 
6 Pares de meia 
2 Pares de sapatinhos de lã ou linha 

Ele vai usar a partir dos seis meses

1 Mamadeira para água 
2 Mamadeiras para leite 
1 Mamadeira para suco 
1 Kit de escovas de limpeza de mamadeiras 
1 Porta-mamadeira 
1 Pinça de pegar mamadeira esterilizada 
1 Pratinho para papinha, com talheres  
Parece frescura, mas é útil 1 Bolsa térmica (você poderá usá-la para fazer compressa na barriga do bebê nos dias em que ele sentir cólicas.) 
1 Termômetro comum 
1 Frasco de álcool 70% (Será usado para a limpeza do umbigo, durante as primeiras trocas de fralda logo ao banho.) 
1 Baby Balde 
1 Sling


Para a mãe que dará a luz no inverno

Itens para deixar seu filho bem limpinho, cheiroso e protegido 

1 Banheira
1 Termômetro para a água do banho
3 Barras de sabonete neutro 
1 Saboneteira 
2 Xampus 
1 Escova e pente para cabelo 
4 Toalhas com capuz 

 Itens para deixar seu filho lindo e bem vestido 

5 Calças 
4 Cueiros 
2 Mantas de lã ou de piquê 
2 Cobertores de lã antialérgica 
5 Macacões de manga comprida 
4 Bodys de manga comprida 
3 Casaquinhos de lã 
2 Bodys de manga curta 
4 Calças tipo culote ou mijão 
2 Babadores 
4 Fraldas de pano 
4 Fraldas de boca 
4 Toucas de lã 
3 Pares de luva 
7 Pares de meia 
5 Pares de sapatinhos de lã ou linha  

Para ter a mão no quarto do bebê 

1 Bolsa térmica (Você poderá usá-la para fazer compressa na barriga do bebê nos dias em que ele sentir cólicas ou para deixar o berço do bebê sempre quentinho.) 
1 Trocador de fraldas impermeável 
4 Potes de lenços umedecidos com 100 ou 60 folhas 
1 Garrafa térmica (Ela servirá para guardar a água quente, útil na limpeza do bebê.) 
2 Potes de Talco 
1 Frasco de álcool 70% (Para limpeza do umbigo, durante as primeiras trocas de fralda logo ao banho.) 3 Caixas de hastes flexíveis de algodão (cotonetes) 
1 Kit manicure para bebê (Tesourinha, cortador e lixa de unha) 
1 Pacote de algodão 1 Kit de potes (Servirá para guardar o algodão e os cotonetes e os outros itens de limpeza.) 
2 Cremes para evitar assaduras (Opte por opções com óleo de amêndoas).
Fraldas: De 15 a 20 pacotes de fraldas descartáveis R/N ou P. 
1 aquecedor de ambiente

Ele vai usar a partir dos seis meses 

1 Mamadeira para água 
2 Mamadeiras para leite 
1 Mamadeira para suco 
1 Kit de escovas de limpeza de mamadeiras 
1 Porta-mamadeira 
1 Pinça de pegar mamadeira esterilizada 
1 Pratinho para papinha com talheres de aço inox ou de plástico





Para a mãe moderna

Itens para deixar seu filho bem limpinho, cheiroso e protegido 

1 Banheira 
1 Termômetro para a água do banho 
1 Esponja macia para dar banho no bebê 
1 Baby balde 3 Barras de sabonete neutro 
2 Tubos de sabonete líquido para dar banhos relaxantes 
1 Óleo de bebê para fazer massagens 
1 Creme para hidratar o bebê 
1 Saboneteira 
2 Xampus 
1 conjunto de escova e pente infantil 
3 Toalhas com capuz 

Itens para deixar seu filho lindo e bem vestido 

5 Calças 
4 Cueiros 
2 Mantas de lã 
1 Cobertor de lã antialérgica 
5 Macacões de manga comprida 
4 Bodys de manga comprida de algodão orgânico 
2 Bodys de manga curta de algodão orgânico 
4 Calças tipo culote ou mijão 100% algodão (normal ou orgânico)
2 Babadores 
4 Fraldas de pano 
4 Fraldas de boca
4 Toucas de lã 
3 Pares de luva
7 Pares de meia 
5 Pares de sapatinhos de lã ou linha 

Para ter a mão no quarto do bebê 

1 Bolsa térmica (Você poderá usá-la para fazer compressa na barriga do bebê nos dias em que ele sentir cólicas ou para deixar o berço do bebê sempre quentinho.) 
1 Trocador impermeável 
4 Potes de lenços umedecidos com 100 ou 60 folhas, cada 
1 Garrafa térmica (Servirá para guardar a água quente, útil na limpeza do bebê.) 
2 Potes de talco 
1 Frasco de álcool 70% (Para limpeza do umbigo, durante as primeiras trocas de fralda logo ao banho.) 
3 Caixas de hastes flexíveis de algodão (cotonetes) 
1 Kit manicure para bebê (Tesourinha, cortador e lixa de unha) 
1 Pacote de algodão 
1 Kit de potes com cesta (Servirá para guardar o algodão e os cotonetes e os outros itens de limpeza.) 
2 Cremes para evitar assaduras (Opte por opções com óleo de amêndoas). 
Fraldas: De 15 a 20 pacotes de fraldas descartáveis R/N ou P. 
Use a nossa calculadora de fraldas para saber a quantidade de fraldas que seu filho irá usar em uma semana e até em um mês. 
1 Chupeta 
1 Prendedor de chupeta 
1 Massageador de gengiva (Acessório feito de silicone, para massagear a gengiva do bebê.) 
1 Mordedor Para as horas das mamadas 
1 Almofada para amamentar (Peça em formato especial para a mãe usar durante a amamentação, proporcionando uma posição mais cômoda a ela e ao bebê.) 
1 Concha para seios (De silicone, serve para corrigir os bicos que estejam invertidos e aceleram a cicatrização de bicos rachados. 
1 Par de protetores para seios (De silicone, protege o bico do seio da saliva do bebê, evitando rachaduras.)
1 Tira leite (Aparelho que pode ser manual ou elétrico, servindo para retirar o excesso de leite e armazená-lo.)  

Mimos descolados 
1 kit de saquinhos de frutas 
1 Sling de argolas ou Wrap (carregadores de bebês). 
1 Babá eletrônica (Este equipamento vai ajudar o casal a monitorar o bebê no berço.)
1 Cadeirinha de bebê para transporte no carro 
2 Bolsas para sair com o bebê 
1 Bebê conforto (Tipo de cadeira em formato de concha para transportar o bebê nos primeiros meses.)  

Ele vai usar a partir dos seis meses

1 Mamadeira para água 
1 Mamadeira para leite 
1 Mamadeira para suco 
1 Kit de escovas de limpeza de mamadeiras 
1 Porta-mamadeira 
1 Pinça de pegar mamadeira 
1 Pratinho para papinha com talheres de aço inox

Com informações do Portal Bebê.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Os enfeites de porta de maternidade dos famosos

Inspire-se nos enfeites de porta que os famosos usaram no nascimento de seus filhos.



Rafaella Justus

Ticiane Pinheiro e Roberto Justus escolheram para a pequena Rafaella este quadrinho superfofo com uma família de ursinhos.


Angélica e Eva

Angélica, a mais nova mamãe, optou por uma plaquinha com quatro ursinhos grandes e um bebê urso para comemorar o nascimento de sua filha, Eva.



Angélica e Benício

No nascimento de Benício, Angélica pendurou uma plaquinha com apenas um ursinho.




Eliana e Arthur

A apresentadora Eliana, do SBT, pendurou uma plaquinha com três ursinhos na chegada de seu filho Arthur.

Na Loja Oz você pode fazer suas placas de maternidade personalizadas também, veja algumas que já foram feitas:





quarta-feira, 24 de abril de 2013

Como escolher o piso ideal para uma casa com bebês e crianças




Quando o casal descobre que vai ter um bebê, logo começa a preparar a casa para receber o filho que vai nascer. Prepara o enxoval, planeja o quartinho, define a cor da parede, escolhe os móveis.

Mas há um detalhe muito especial que também deve ser levado em conta e que muitas vezes acaba sendo deixado de lado: o piso.

Escolher bem o revestimento pode fazer uma enorme diferença no resultado final, principalmente se pensarmos em praticidade. Não basta escolher o material mais bonito, é importante pensar na sua durabilidade, a quais fatores será exposto, o custo benefício, manutenção etc.

 “Dependendo do ambiente, o piso é agredido por diversos fatores, como sol, sujeira, água, tintas e gordura de alimentos. É preciso pensar nisso antes de escolher e ver qual se encaixa melhor na rotina de quem vai frequentar aquele espaço. Se houver crianças na casa, é importante levar isso em conta também”, explica Adriana Victorelli, do escritório de arquitetura Neo Arq.

De acordo com a especialista, o piso de madeira é resistente, transmite beleza e aconchego, é fácil de combinar e dá sensação de conforto. Entretanto, está entre os mais caros.

A madeira é apropriada para sala e quartos, já que é um piso confortável para andar descalço. Ela não deve ser utilizada em locais úmidos, como o banheiro ou em ambientes externos, pois o sol altera sua cor.

Famílias com crianças pequenas precisam priorizar o conforto térmico e a maciez do piso. Ele precisa ser adequado para absorver impactos, que são comuns nessa idade. O vinílico é um dos pisos que Adriana recomenda para crianças.

“Existe um tipo que é colado e imita madeira, pedra ou cores lisas, tem um aspecto bonito e não faz barulho”, explica. Há também as chamadas mantas vinílicas, macias e atérmicas, que podem ser instaladas por cima do piso já existente. A única desvantagem das mantas é que são sensíveis a objetos pontiagudos, como saltos.

O piso vinílico é um piso moderno e ecológico – pois é fabricado com materiais reciclados -, que tem como vantagem a facilidade para limpar. Sua superfície é macia e resistente ao atrito. “Há também novos modelos de piso vinílico no mercado que imitam placas de metal. Recomendo esse revestimento para quartos, sala e escritórios”, diz Adriana.

A cerâmica e o porcelanato são pisos frios bastante parecidos, porém, o porcelanato é mais resistente e tem a vantagem de imitar, com muita fidelidade, materiais como couro e madeira.

“Para quem gosta do porcelanato, mas não quer um piso frio por ter crianças em casa, existem sistemas de aquecimento de porcelanato que são instalados embaixo do piso e funcionam como mantas térmicas, controlados por termostato. A desvantagem é que o piso rígido não é bom para absorver quedas”, diz a arquiteta.

Uma dica simples que a arquiteta dá para casas com crianças é o uso de placas de EVA, que é um material temporário e barato, que amortece quedas e não há problema em ser rabiscado ou sujo, porque pode ser retirado e trocado com facilidade.

Com informações de Chris Flores.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

O bebê não é de vidro: saiba como cuidar do recém-nascido sem exagerar



Dentro da barriga da mãe, o bebê estava protegido da maior parte das ameaças do mundo exterior. Agora que está do lado de fora, ele dá a impressão de que qualquer coisa pode quebrá-lo. Mas a criança não é tão frágil quanto parece.

É verdade que alguns cuidados são necessários, mas você não precisa enlouquecer imaginando que tudo pode fazer mal a seu filho. A infectologista pediátrica Daisy Maria Machado, da USP; a pediatra Alessandra Kimie Matsuno, da FMRP (Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto), da USP,  e o pediatra Renato Procianoy, presidente do Departamento Científico de Neonatologia da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria), apontam o que é exagero e com o que você deve se preocupar no início da vida da criança.

É melhor pedir para que as visitas não venham no primeiro mês do bebê?

Não é proibido receber visitas nos primeiros 30 dias de vida da criança. A chegada de um bebê traz alegria para toda a família e é natural que os parentes queiram conhecê-lo. O que se recomenda é evitar muitas pessoas de uma única vez e que as visitas sejam demoradas. O tempo ideal de permanência é de, no máximo, 45 minutos. Assim torna-se possível respeitar o período de descanso da mãe –que ainda está se adaptando ao novo ritmo de sono– e do bebê. Além disso, é preciso combinar o melhor horário de modo a não atrapalhar as mamadas.

As visitas podem pegar o bebê no colo?

Essa não é a situação ideal, já que o recém-nascido precisa de sossego e de interação com o pai e a mãe, não com desconhecidos. Mas, como muitas vezes é impossível evitar, peça aos visitantes que lavem bem as mãos com água e sabão antes. E não permita que peguem a criança se estiverem com qualquer doença infecciosa, ainda que seja aparentemente um simples resfriado. E não é preciso usar álcool em gel para desinfetar as mãos. Basta lavar bem com água e sabão.

É preciso esterilizar mamadeiras e chupetas?

Pelo menos nos primeiros seis meses de vida, o ideal é que a criança receba apenas leite materno. Caso precise usar a mamadeira, ela deve ser esterilizadas antes de cada uso. Para isso, leve os utensílios ao fogo em uma panela com água até que levante fervura (consulte o modo de higienização na embalagem da mamadeira). Se preferir, é possível usar esterilizadores, que permitem controlar o tempo de exposição ao calor e evitar de danificar o produto. No caso da chupeta, basta esterilizar uma vez por dia (isso se ela não cair no chão, por exemplo).

O bebê não deve sair de casa no primeiro mês?

Pode sair de casa, só não deve frequentar lugares com aglomeração de pessoas, como festas infantis, supermercados e shoppings. Desde que o tempo esteja bom, os passeios ao ar livre estão liberados também. O sistema imunológico da criança é frágil e por isso é bom evitar expô-la a vírus e a bactérias que circulam no ar.

Atenção, ter tomado as primeiras doses das vacinas não garante que a criança esteja completamente imunizada. O bebê só completa o chamado primeiro esquema de vacinação por volta de seis meses, por isso o que vale é o bom senso ao escolher os primeiros passeios.

É preciso visitar o pediatra periodicamente nos primeiros meses?

Sim, isso é imprescindível para que o crescimento e o desenvolvimento do bebê sejam acompanhados de forma bem orientada. Segundo a SBP, o bebê deve fazer a primeira consulta com o pediatra ainda na primeira semana de vida. Estando tudo bem, a criança retorna quando estiver prestes a completar o primeiro mês. No primeiro semestre de vida do bebê, as visitas devem ser mensais. A partir do segundo semestre, podem acontecer de dois em dois meses.

A casa deve ficar na penumbra e em silêncio?

Não, a casa deve manter seu ritmo e rotina. Assim o bebê vai, aos poucos, reconhecer o ambiente e diferenciar o dia da noite. É claro que é melhor evitar muito barulho, para não assustar a criança nem deixá-la agitada demais.

É proibido usar lencinhos umedecidos nos primeiros meses de vida?

Os lenços umedecidos devem ser evitados no dia a dia. O melhor é limpar a região genital da criança com algodão embebido em água morna no momento da troca da fralda, pois algumas crianças apresentam reações alérgicas às substâncias químicas contidas nesse tipo de produto. No entanto, o lencinho umedecido pode ser utilizado em casos especiais, como em um passeio ou em lugares em que a mãe não tenha possibilidade de realizar a limpeza da maneira recomendada.

Se o casal tiver um animal, é melhor deixá-lo na casa de alguém até o bebê crescer?

Não há necessidade de retirar o animal da casa, mas é conveniente não deixar que ele tenha acesso ao quarto da criança. É também aconselhável evitar o contato direto do bebê com o bicho, pelo menos nos seis primeiros meses de vida. Mas como não há um consenso da comunidade científica sobre o assunto –porque há crianças com problemas de alergia e diferentes tipos de bichos– é bom que os pais tomem orientações com o pediatra do filho e observe se ele apresenta algum sintoma.

O recém-nascido não deve ter contato com outras crianças?

O recém-nascido pode e deve ter contato com as crianças da família. Mas, se possível, é melhor evitar receber muitas visitas de crianças pequenas, que sempre querem tocar o bebê e pegá-lo no colo.

Devido à imaturidade do sistema imunológico, e pelo fato de ainda não ter recebido todas as vacinas contra as doenças da infância, o ideal é que crianças não frequentem escolas ou creches nos primeiros meses de vida. Mais uma vez, não há consenso entre os especialistas, mas, em linhas gerais, os pediatras costumam sugerir esperar até o segundo ano da criança, quando seu sistema imunológico estará fortalecido.

Mas os pais que precisam deixar seus filhos nesses locais mais precocemente não precisam se culpar. Nem sempre o ideal é o possível, e isso deve ser levado em consideração. Nesses casos, uma conversa com o pediatra do bebê pode ajudar. O especialista pode informar sobre quais são as doenças mais comuns em crianças que frequentam berçários e escolas e suas formas de prevenção. O médico do bebê ainda pode dar dicas para os pais escolherem melhor a instituição que irá cuidar de seus filhos, auxiliando-os a observar aspectos de higiene do lugar, se exige caderneta de vacinação em dia e como a instituição controla o acesso de crianças doentes.

O bebê pode dormir sozinho no quarto?

Sim, pode e deve. Muitos pais têm dúvidas sobre a melhor posição para o bebê dormir. A recomendação do Ministério da Saúde e da SBP, entre outras instituições, diz que o bebê deve dormir de barriga para cima, pois pesquisas mostram que essa posição reduz em até 70% o risco de morte súbita, uma das principais causas de óbitos de crianças com até um ano.

A moleira do bebê não deve ser tocada?

Não existe apenas uma moleira ou fontanela (seu nome científico) na cabeça do bebê. Mas a que está localizada no alto da cabeça, chamada de fontanela anterior, é a mais conhecida e temida pelos pais. Realmente, trata-se de uma região um pouco mais sensível, uma vez que nela os ossos do crânio não se encontram totalmente unidos. Mas isso não significa que não possa ser tocada. A mãe pode passar a mão tranquilamente na hora do banho, fazer carícias, pentear. E não se impressione ao ver a região pulsar, o que é resultado da pressão arterial no cérebro. Isso é normal, especialmente quando a criança chora. Até por volta do 15º mês de vida, ela deve estar fechada.

Com informações de Mulher Uol.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Entenda o que é a PEC das empregadas domésticas e babás



O Plenário do Senado aprovou por unanimidade a Proposta de Emenda à Constituição 66/2012 (PEC), que amplia os direitos trabalhistas aos empregados domésticos. Isto inclui a babá do seu filho e qualquer funcionário que trabalhe na sua casa. Entenda quais providências devem ser tomadas a partir de agora e quais ainda vale a pena esperar.

Horas de trabalho e salário

É recomendável começar, a partir desta terça-feira (02 de abril de 2013), a seguir as determinações acerca do tempo de serviço e as mudanças no pagamento. A duração do trabalho normal é de até 8 horas diárias e 44 horas semanais. A hora extra será de, no mínimo, o valor da hora normal acrescida de 50% do valor dela.

É importante que ao realizar estas mudanças o empregador deixe tudo formalizado. “Normalmente fazemos um contrato no qual se especifica quais serão os serviços prestados pelo empregado, por exemplo, a babá irá cuidar do bebê e fazer a comida dele. Também deixamos claro o horário de trabalho e os intervalos de descanso. O contrato deve ser assinado pelo funcionário e o empregador e não há necessidade de fazer um reconhecimento em cartório”, explica a advogada Fabíola Marques, professora da Graduação em Direito do Trabalho da PUC/ SP e sócia do escritório Abud Marques Advogados Associados .

Hora de descanso

Caso o funcionário trabalhe oito horas diárias, tem direito a no mínimo uma hora e no máximo duas horas de descanso, que não serão computadas na jornada de trabalho. Quem trabalhar diariamente por mais de quatro e até seis horas tem direito a um intervalo de 15 minutos e o empregado que atuar por menos de quatro horas não tem direito a pausa.

Hora extra e descontos

É importante que o patrão controle quantas horas seu funcionário trabalhou no dia. “Minha sugestão é pedir para a babá anotar os horários de chegada e de saída porque se ela não completar as 44 horas semanais você pode descontar esse tempo e se fizer horas a mais você poderá pagá-la corretamente”, aconselha Marques.
Lembre-se que o salário mínimo de R$755,00 é para quem cumpre oito horas diárias e 44 semanais, caso o funcionário trabalhe menos tempo, o salário mínimo será proporcionalmente menor. “Calcule quanto a babá recebe por hora trabalhada, assim você saberá o quanto adicionar ou descontar. No caso de quem cumpre oito horas diárias, para calcular o valor da hora trabalhada você deve dividir o salário por 220.  No momento do pagamento também faça um recibo no qual descriminará as horas trabalhadas, os descontos ou acréscimos e peça sempre para o seu empregado assinar este papel”, conta Marques.

Folgas

A nova lei também garante uma folga semanal, preferencialmente no domingo. Caso a babá tenha que trabalhar neste dia, ela receberá suas horas em dobro, se não tiver uma folga compensatória.

Pagamento do FGTS

O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) deve ser pago pelo empregador no valor de 8% do salário do empregado. “Portanto, todo o mês o patrão, além de pagar o salário, faz um depósito do valor mencionado na Caixa Econômica Federal, através de uma guia de recolhimento do FGTS . Para realizar isto é preciso ter o número do PIS do funcionário”, diz Marques.

Vale a pena esperar

A PEC estipula outras mudanças na legislação. “Porém, estas novas determinações ainda são muito inconsistentes porque não se sabe direito como elas vão funcionar. Na dúvida, o empregador não deve despedir ainda o empregado doméstico. Não vale a pena se desesperar porque deverá existir uma regulamentação para o pagamento dos demais direitos conferidos pela nova lei”, conclui Marques. 

Com informações de Bebê.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Apresentação dos primeiros alimentos ao bebê


Depois de um longo período em que o pequeno se alimenta apenas de leite materno, saiba como incorporar as papinhas, as sopinhas e as frutas ao cardápio

Aos 6 meses, uma grande mudança acontece na vida do pequeno: além do leite materno, ele passa a saborear papinhas, sopas e frutas. Essa adaptação nem sempre é fácil. Algumas crianças, simplesmente, não aceitam a novidade. Para ajudar mãe e filho nessa transição, reunimos dicas preciosas de nutricionistas e pediatras. A ideia é tornar a hora da refeição um momento prazeroso e cheio de descobertas para a garotada. Bom apetite!

1. Hábitos alimentares saudáveis começam pela amamentação

Até os 6 meses, nada de água, chás e sucos, somente leite do peito. Além de nutrir, imunizar e estreitar laços afetivos, o alimento materno deixa lições que a criança guarda para o resto da vida. Uma das mais importantes delas é a chamada autorregulação. Ao decidir quanto e quando vai mamar, o recém-nascido aprende a lidar com a saciedade, o que reduz e muito o risco de obesidade no futuro. Aliás, um deslize bastante comum nessa fase é associar sempre o choro à fome. Dar o peito toda vez que o pequeno abre o berreiro pode fazer com que ele recorra à comida a cada frustração da vida. Nessa fase, seu filho também já começa a ter contato com os diferentes sabores dos alimentos. Isso acontece porque o gosto do leite muda conforme a dieta da mãe. Portanto, é absolutamente recomendável que a família siga uma alimentação balanceada, fugindo da monotonia.

2. Nada de substituir o leite materno pelo leite de vaca integral

Na impossibilidade de amamentar, os pais devem fornecer fórmulas infantis prescritas pelo pediatra. Isso vale especialmente para o primeiro ano de vida. Nada de substituir o leite materno pelo leite de vaca integral, o que pode comprometer o desenvolvimento da criança, deixando sequelas. De acordo com os especialistas, o consumo da bebida láctea de origem animal nessa fase pode levar à sobrecarga renal devido ao excesso de proteína e sódio. Sem contar no baixo fornecimento de ácidos graxos essenciais, ferro, zinco e algumas vitaminas. Em outras palavras, há o risco de problemas cognitivos, anemia, prejuízo ao crescimento, falta de proteção contra infecções e mais vulnerabilidade a doenças crônicas.

3. Ao preparar a papinha, não use o liquidificador

O sexto mês marca uma mudança importante na dieta de uma criança. É o período em que os pais devem introduzir as papinhas na rotina alimentar dos filhos. Tanto salgadas como doces. Serão, em média, quatro mamadas para duas papas. Aqui uma dica importante é jamais usar o liquidificador, que tritura sem piedade qualquer ingrediente. Os pediatras seguem uma receita clássica: a papinha deve ser pastosa, mas não totalmente liquefeita. Em outras palavras, você terá de peneirar, ralar, raspar, espremer ou amassar os alimentos nessa primeira etapa. Não existe restrição em relação às frutas a serem usadas, embora muitos evitem as mais ácidas – preferem a laranja-lima, por exemplo. Seja como for, a principal preocupação é que elas sejam frescas, in natura e, de preferência, da estação.

4. A primeira papa salgada deve ser oferecida junto com a doce

Se a criança não aceitar bem a novidade, complemente a refeição com o leite materno. Entre os grupos de alimentos que podem ser cozidos, peneirados e amassados, estão as principais categorias: cereais ou tubérculos, leguminosas, carne (vaca e frango) e hortaliças (verduras e legumes). O óleo vegetal deve ser usado em menor quantidade. As sopinhas podem ser preparadas, por exemplo, com batata, cenoura, caldo de músculo, cebola, sal e azeite. Pode-se também incluir outros legumes, folhas e carnes. Fica o recado: é imprescindível usar alimentos frescos e tomar cuidado com o excesso de sal, além de evitar temperos fortes, como a pimenta.
 
5. Ofereça água e suco no copo


Nessa fase, o bebê também deve começar a tomar água e sucos naturais, sem a adição de açúcar. Procure oferecer, no máximo, 100 mililitros por dia. Sempre no copo para não ameaçar a amamentação com a confusão de bicos. Os sucos, principalmente os de frutas cítricas, devem ser oferecidos após as refeições para melhorar a absorção do ferro, presente, por exemplo, na carne vermelha, no feijão e nas folhas verde-escuras. Jamais substitua os alimentos sólidos por bebidas. Para matar a sede, dê a água e não o suco.

6. Use vários tipos de peneira

Depois que o novo cardápio já entrou na rotina alimentar da criança, suas refeições se resumirão a três mamadas e três papinhas, duas salgadas e uma doce, além dos sucos e da água. Para graduar a consistência das sopinhas, vale a pena investir em diferentes peneiras. A ideia é usar telas com entrançamentos cada vez menos estreitos, permitindo que os alimentos fiquem paulatinamente mais endurecidos.

7. Nada de festa se o pequeno raspou o prato

A introdução dos alimentos sólidos pode gerar estranhamento e estresse na criança. Leve isso em consideração ao colocá-la no cadeirão. Com o tempo, ela deve se render aos prazeres da comida, mas, até lá, tenha bastante paciência. Fuja dos modelos de recompensa e de ameaça. Quer dizer, nada de festa se raspou o prato ou broncas porque cuspiu a comida. O ambiente deve ser o mais tranquilo e aconchegante possível na hora da refeição. O cansaço, a irritação e o nervosismo dos pais interferem no humor do bebê. Adotar horários fixos também é importante, assim o organismo do pequeno vai se acostumando à rotina.


8. Aos 9 meses, separe os alimentos

Do nono mês até o primeiro ano de vida, o bebê deve passar gradativamente para a refeição da família, com ajuste apenas na consistência dos alimentos. Não é preciso lembrar a importância dos hábitos alimentares da casa na dieta dessa criança. Se os pais comem lasanha congelada, sanduíches e pizza vários dias por semana, a criança terá dificuldades para criar uma dieta saudável. O cardápio deve ter alimentos variados, coloridos e frescos. A monotonia é outro risco que deve ser evitado, sob pena de o pequeno se tornar seletivo demais. Uma dica valiosa é separar os alimentos para que ele sinta o gosto de cada um. Se possível, prepare refeições que encham os olhos. Vale, inclusive, optar por pratos infantis, que já vêm com divisórias. Procure também deixar seu filho apreciar o aroma da comida, feita na hora. Tudo isso vai despertar os sentidos dele. Ah, a reunião de toda a família à mesa é mais um fator a favor da alimentação saudável.

Com informações da Revista Mamãe e Bebê.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Que tal um chá com as princesas? Inspire-se!


Que toda menina deseja ser uma princesa ou ter uma festa de aniversário digna de um verdadeiro conto de fadas todo mundo sabe. Mas como fazer com que a festinha infantil seja realmente encantadora? Esta foi a missão de Maria Carolina e Renata Louro, decoradoras e proprietárias de uma lçoja de festas. Ela decorou o aniversário de três anos de uma garotinha, que queria uma festa de princesas.

Para fugir do convencional, o evento foi um "chá de princesas" e o bolo foi confeccionado em forma de chaleira e decorado com pasta americana. De sobremesa, potinhos com brigadeiro mole e cupcakes envoltos em papeis que lembravam xícaras. A decoração foi toda em tons pasteis e flores foram espalhadas pelo local, deixando o ambiente ainda mais delicado.

A decoração impressionou os convidados pela riqueza de detalhes, como nas garrafinhas cor de rosa com água, que traziam o nome da aniversariante. De recordação, as convidadas mirins puderam levar para casa biscoitinhos amanteigados em forma de estrelas e coração.








Com informações de Chris Flores.