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segunda-feira, 20 de maio de 2013

Quarto de menino com parede colorida listrada


O quarto arrojado encanta pela simplicidade: os móveis de linhas retas em madeira e branco dão espaço para que a pintura multicolorida da parede seja a protagonista. “Sou fascinado por tonalidades fortes, mas não foi fácil convencer a família de que elas seriam uma boa escolha”, lembra o paulista Leonardo Pécora, pai de Lorenzo, de quase 2 anos. O arquiteto conta que, ao saber da gravidez de Daniela, começou a fazer o projeto em 3D – foram 42 propostas frustradas até obter a aprovação da esposa, que pendia para os tons suaves. Depois de tantos testes, encontrar um revestimento com a ordem exata de cores seria impossível. A solução veio com tintas, aplicadas por ele mesmo, o que ainda barateou o orçamento. “Foi um delicioso passatempo, uma terapia nas horas vagas. Assim, pude participar e amenizar a ansiedade pela chegada do bebê.”

Para o piso, ele abriu mão do laminado e elegeu o vinílico com acabamento que imita madeira, mais prático na hora de limpar. E gostou do resultado: “Testamos e aprovamos essa característica após algumas travessuras do Lorenzo e de escapadas de xixi da fralda”. Berço de freijó e parede com listras coloridas.



O ambiente de 8,20 m² parece mais amplo por preservar grandes áreas brancas em móveis, no teto e na maioria das paredes. Já que o berço e a cômoda são neutros, Leonardo inovou no visual da poltrona. “Ela é moderna, diferente das convencionais de amamentação, contudo tem balanço e é confortável.” O tom forte do tecido acompanha uma das listras da pintura. Nichos redondos de MDF abrigam a decoração de pelúcia. “Para dar mais unidade, pintei o fundo vazado e o interior das peças com as mesmas cores das faixas no lado oposto do quarto”, explica o arquiteto. Nichos de MDF Têm diâmetros de 32, 40 e 45 cm.



Os móveis encostados nas paredes liberam a área central para a circulação da família e as brincadeiras do pequeno. Como a superfície listrada é o ponto que mais chama a atenção, a opção foi deixar apenas o discreto berço (1) em frente a ela. O armário embutido (2) já integrava o quarto, antes usado pelos pais como sala de ioga.


Aprenda a fazer uma parede como esta. Acima do rodapé, foram demarcadas sete faixas, cada uma com 32,5 cm de altura – para estabelecer essa medida, basta calcular a altura total a ser pintada (neste caso, 2,27 m) e dividir pela quantidade de listras que deseja criar. Leonardo as preencheu alternadamente. A inferior, branca, corresponde ao fundo original. Primeiro foram tingidas as áreas em azul-marinho, verde e vermelho. Cada uma delas recebeu três demãos de tinta, exceto a vermelha, que exigiu o dobro de cobertura (assim como a laranja, que veio depois). Somente após a secagem completa da primeira etapa da pintura, o arquiteto passou às faixas restantes. Para não haver sobreposição de cores, ele cobriu as extremidades das listras prontas com fita crepe – mas isso só pode ser feito se a superfície estiver totalmente seca. “No fim, pequenos borrões foram corrigidos com pincel fino”, ensina. Tintas acrílicas acetinadas Bastou ¼ de galão – uma latinha – de cada cor, todas da Coral. Vermelho e laranja pediram duas latinhas para que a cobertura ficasse uniforme.



Com informações de Casa.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Decoração de chás de bebê originais


Dividir com os amigos e familiares a alegria da chegada de um filho é sempre emocionante. A tarefa de planejar e pensar em cada detalhe do chá de bebê é um momento único para as futuras mamães. Veja nossa galeria de fotos com decorações originais de chás de bebê e saiba como fazer uma festa moderna sem perder a sofisticação. Inspire-se. 

Bolinhas divertidas
O destaque da decoração contou com um detalhe simples, mas que atribuiu delicadeza ao chá: o póa, as famosas bolinhas. Elas estão presentes na toalha de mesa, nos enfeites e até mesmo no bolo, feito de pasta americana.


Bolo delicado
O bolo, feito pela Divina Doçaria, contou com a mistura de marrom e rosa. O detalhe com o nome da aniversariante também fez toda a diferença.  


Personalize seu chá
Para completar a mesa de doces, foram feitas plaquinhas que enfeitaram os docinhos com o nome da aniversariante e o desenho de um ursinho. Este pequeno detalhe tornou o chá de bebê personalizado. 




Moderno e sofisticado
Para deixar o chá do seu bebê moderno e sofisticado, combine elementos clássicos com toques divertidos. Este chá foi feito por Letícia Alencar e serve de inspiração para as futuras mamães de meninos.


Toques delicados
Os tons vibrantes de azul complementaram a decoração e a toalha xadrez quebrou a seriedade, assim como as plantas atribuíram vida ao chá. 


Chá de passarinhos
Se você deseja fugir das decorações tradicionais dos chás de bebê, aposte em ideias modernas. Este chá de passarinhos, feito pelo Studio Decor contou com cores vibrantes para destacar o tema alegre. Os arranjos de flores seguiram a mistura das cores usadas na decoração, combinando com os outros enfeites da mesa. 




Com informações de Portal Bebê.



quarta-feira, 15 de maio de 2013

Dicas para a hora do banho nos dias frios



Durante os dias mais frios, o cuidado com a saúde das crianças tem de ser redobrado. Elas ficam mais suscetíveis a viroses e problemas causados pelas baixas temperaturas. Até momentos corriqueiros, como a hora do banho, exigem atenção. As crianças não podem ficar expostas ao vento nem ao frio. Por isso, nessa época, o patinho de borracha deve tirar férias. Nada que prolongue a permanência da criança na água é bem-vindo. Veja abaixo algumas dicas para ajudar você:

- Dê apenas um banho por dia, de preferência no fim da tarde. Assim seu filho ficará limpinho e relaxado antes de dormir;

- Se for lavar o cabelo do seu filho nesse horário, seque com o secador em temperatura mediana. Uma opção é lavar apenas a cabecinha dele em outro horário, pela manhã, por exemplo, e deixar o banho para depois;

- Não aumente a temperatura da água para compensar o frio; isso pode provocar queimaduras na pele do bebê. Para saber a temperatura ideal, coloque o cotovelo dentro da água. Se estiver agradável para você, estará para o seu filho. Você pode usar também termômetros específicos para banheira;

- Não leve brinquedos para o banheiro, isso distrai a criança e deixa o banho mais demorado. Nessa época do ano os banhos têm de ser rápidos;

- Evite o uso excessivo de sabonete. Passe apenas nas “dobrinhas” e órgãos genitais, para evitar o ressecamento da pele;

- Dê preferência a sabonetes neutros, em barra, e use hidratante à base de água para manter a pele do bebê hidratada;

- O banheiro é o melhor local para o banho, e mais higiênico. Por isso, não precisa levar tudo para o quarto. É só tomar cuidado para que as janelas estejam fechadas e não tenha corrente de vento;

- Se você tiver aquecedor elétrico, vale aquecer um pouquinho o ambiente antes de tirar as roupas do seu filho, para deixar o ambiente com uma temperatura mais agradável.

Com informações de Crescer.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Veja 18 cuidados essenciais que devemos ter com recém-nascidos




1. Por que o recém-nascido chora tanto?
O bebê chora porque quer alguma coisa. Os motivos variam: fome, fralda suja, frio, calor, posição desconfortável, incômodo, irritação por barulho ou luz, estresse diante da movimentação de adultos e por aí vai. É claro que, às vezes, o cansaço e a falta de sono podem fazê-lo perder a paciência. Mas lembre: essa é a única forma de expressão do pequeno. Se você perceber que está irritada demais, peça ajuda a alguém, tente sentar, respirar fundo e se acalmar. Tudo vai dar certo. Mesmo porque, a partir dos quatro meses, a tendência é que o pequeno chore menos.

2. O que posso fazer para aliviar as cólicas?
A cólica é um fantasma que habita o inconsciente coletivo das mães, já que ela realmente pode tornar a vida dos pais um tanto angustiante nas primeiras semanas de vida da criança. Mas não perca as estribeiras. As cólicas são normais. Fazem parte do amadurecimento natural do sistema digestivo do pequeno. E não adianta medicar ou dar produtos naturais. Isso pode ser até perigoso, causando intoxicações. O melhor remédio é o leite materno. Aquecer a barriga, aconchegar o bebê e deixá-lo na posição fetal também são medidas que ajudam a contornar a situação. Agora, é preciso saber se a cólica é mesmo o motivo da choradeira. A confusão é bastante comum. Choro de cólica é aquele mais intenso, que começa e termina de forma repentina.

3. Posso dar água ou chá para meu bebê?
De preferência, não. O leite materno nutre, hidrata e acalma, suprindo todas as necessidades da criança. Quando a mãe dá chá ou água, o pequeno deixa de tomar o leite materno e ingere quantidades menores de proteínas e calorias necessárias para o seu desenvolvimento. Sem falar que a maioria dos chás contém estimulantes que deixam o bebê agitado. Se forem servidos com açúcar, pior ainda. Os grãos podem fermentar e causar cólicas. Além disso, há o risco da chamada confusão de bicos, que faz com que a criança largue o peito da mãe sem necessidade e adote a mamadeira.


4. Qual o jeito certo de segurá-lo?
É normal: carregar um recém-nascido dá aflição. Até mesmo para a mãe. Afinal, segurar no colo alguém tão pequenino e flexível requer bastante cuidado – mas nada que você não tire de letra nos primeiros dias. Como a musculatura do pescoço é pouco desenvolvida, é preciso apoiar bem a cabeça e as costas do bebê. A melhor maneira de fazer isso é encaixar a cabeça na dobra do cotovelo e as costas no antebraço. Importante: nunca faça movimentos bruscos e preste atenção para não pressionar demais, ou bater, a parte superior da cabeça da criança, também chamada moleira, já que os ossos do crânio ainda não estão totalmente formados.

5. Qual o melhor horário para dar o banho?
Não existe regra. Em geral, as mães preferem dar à noite para acalmar a criança antes do sono, além de contar com a ajuda do marido. Mas o critério é pessoal. Pode ser em qualquer horário. O mais importante é verificar a temperatura da água com a parte sensível do seu braço, ou com o punho. Se estiver morna, coloque o bebê ali sem receio. Não há necessidade de termômetro. Mas, caso queira usá-lo, veja se marca algo entre 36 e 37 ºC. Ao entrar na água, ele chora? Não se culpe por isso. É normal esse tipo de coisa acontecer. Os pequenos se assustam nessa hora por insegurança. Para contornar a situação, enrole-o em uma fralda de pano em posição fetal. Isso lhe trará o conforto e a segurança de que tanto necessita. Depois, vá soltando a criança ao poucos, até ela se acostumar.

6. Em que posição devo colocá-lo para dormir?
De barriga para cima, e sem neura. Os estudos mais recentes mostram isso. Fique tranquila se o leite voltar. Seu pequeno terá reflexos para se defender. Ainda assim, é muito importante só deitá-lo depois de arrotar. Se a criança regurgita demais, é possível usar suportes triangulares para mantê-la deitada de lado, sempre com travesseiro do tipo antissufocamento. Em caso de refluxo, além do acompanhamento médico, procure inclinar a base do berço o máximo que der. Só não passe dos 45 graus.


7. É normal fazer cocô muitas vezes num único dia?
No começo, o bebê evacua a cada mamada. Como ele só se alimenta de leite, é absolutamente normal que as fezes sejam pastosas. Em alguns casos, podem até ser líquidas com gruminhos. Por isso, não precisa se preocupar: ele não está com diarreia. A cor também é bastante característica: amarelo-ouro.

8. Tudo bem se ele ficar muitos dias sem fazer cocô?
O recém-nascido pode ficar até dois dias sem evacuar. Isso não é comum, principalmente em crianças que mamam no peito, mas pode acontecer. Uma dica é estimular o ânus do bebê com uma gaze enrolada no dedo. Em geral, só de tocar superficialmente a região, o pequeno já consegue fazer cocô. Se o problema persistir, procure um pediatra.

9. O bebê precisa arrotar toda vez que mama?
Ele não precisa necessariamente arrotar, mas o ritual do colo é fundamental e tem de ser repetido depois de cada mamada. Deixe a criança em posição vertical deitada de barriga sobre seu tórax e dê tapinhas muito sutis nas costas. Ela deve arrotar logo. Agora, se não ouvir a eructação (sim, esse é o nome) após 15 minutos, pode deitá-la sem medo. O arroto é importante porque o bebê engole ar enquanto suga o leite e precisa colocá-lo para fora. Caso contrário, vai ficar incomodado e até regurgitar.



10. Posso sair pra passear com ele?
Sim, desde que siga algumas regras básicas. A primeira delas, muitas vezes esquecida, é colocar a criança sempre na cadeirinha própria para transporte em automóveis. Outra: fuja de locais fechados e aglomerações, mesmo que seja na casa dos avôs. Um simples resfriado pode ter consequências mais sérias em um recém-nascido. O frio e o vento também podem ser bastante nocivos para o bebê. Procure agasalhar principalmente a cabeça dele. Mas sem exageros. Calor demais faz mal.

11. Será que ele está com frio? Devo caprichar nos agasalhos?
O excesso de roupa pode causar até febre ou desidratação no bebê. Fique atenta a isso. A sensação de frio do recém-nascido não é muita diferente da sua. Enrolá-lo em duas cobertas numa tarde quente de primavera seria uma decisão errada. Se a temperatura for de 30 °C, pode deixá-lo com uma camiseta de manga curta e tecido fino.

12. As visitas podem carregar o bebê?
Podem, mas nada de beijo. Exija também que todos lavem as mãos. E gente espirrando nem deve passar perto do pequeno – o melhor é aparecer outro dia. É que nessa fase as defesas das crianças, principalmente contra os famigerados vírus, ainda estão em desenvolvimento. Outra coisa importante: não permita tumultos em casa ou a peregrinação de colos. Tanto você como o bebê precisam de tranquilidade. Aliás, as visitas devem permanecer na sala e não no quarto do bebê. Se alguém insistir em vê-lo dormindo no berço, permita apenas uma pessoa por vez. A presença de muitas pessoas pode estressá-lo.


13. Preciso acordá-lo de três em três horas para mamar?
Quem decide a hora de mamar é a criança. Dê o peito a ela sempre que quiser. Em geral, isso deve acontecer sete ou oito vezes ao dia, o que significa uma mamada a cada três horas. Mas podem ser dez ou seis, e tudo bem! Não existe regra. Agora, se você tem um filhote muito dorminhoco, uma dica é aproveitar as trocas de fralda, que devem acontecer a cada quatro horas no máximo, para oferecer o peito.

14. Será que ele tem refluxo?
O refluxo é a exceção, e não a regra. Ele só se caracteriza quando a criança perde peso mesmo mamando. Daí a importância do acompanhamento médico. Mas a regurgitação é normal. É um fenômeno que acontece por causa da imaturidade da válvula que controla a passagem do leite no esôfago. Ou, então, porque o bebê mamou mais leite do que seu estômago comporta. Seja como for, não se desespere cada vez que o líquido voltar. Procure apenas fazê-lo arrotar após as mamadas e, se ele é desses que expelem golfadas em forma de jatos, procure inclinar a base do berço.

15. E se meu leite for fraco?
Não existe leite fraco ou forte. A mãe produz todos os nutrientes necessários para seu filho. O que acontece é que a composição do líquido varia. Assim, as quantidades de proteínas e gorduras mudam de uma mamada para outra ou até durante uma mesma mamada. Por isso, é fundamental que o pequeno esvazie os dois peitos por completo – e que você esteja a postos para oferecê-los sempre que ele quiser. Além de ter a certeza de que a criança está bem nutrida, isso vai ajudar você a voltar à forma mais rapidamente. É que o hormônio responsável pela reposição de leite é o mesmo que estimula a contração do abdômen.



16. O que faço para o bebê conseguir mamar?
Amamentar é uma tarefa que exige orientação. Não ache que você vai conseguir dar o peito com facilidade para seu primeiro filho sem receber alguma instrução. Nessa hora, avós, enfermeiras e até médicos se tornam tutores. No passado, a mulher recebia todas as referências em casa. Hoje em dia, as famílias estão mais dispersas e menos participantes. Por isso, fique alerta. Existem técnicas para tornar os mamilos mais propensos à amamentação, inclusive para evitar rachaduras. Agora, se o bebê demorar para pegar o peito e começar a chorar, não se desespere. E, principalmente, não desista do aleitamento. Vale a pena ter paciência e insistir.

17. Posso mexer no umbigo do meu filho?
Não só pode como deve. Ignore qualquer um que fale o contrário. Com o tempo, essa cartilagem vai secar e cair. Mas é preciso limpá-la para evitar contaminações. E isso não causa dor na criança. Portanto, faça o curativo sempre, de preferência após o banho. Sair sangue também é comum, não se preocupe. Use cotonete com álcool 70%, contornando o umbigo com delicadeza e sempre em um único sentido – no sentido horário, por exemplo. Ele vai cair entre sete e 14 dias.

18. Posso comer qualquer coisa ao amamentar?
O ideal é seguir uma dieta saudável, rica em frutas, legumes, verduras e grãos integrais. Água também é muito importante. Procure beber de 1 litro e meio a 2 litros além do que você já consome – tenha sempre uma garrafinha por perto e tome mesmo sem ter vontade. A água é essencial para a formação do leite. Temperos mais fortes, como alho e pimenta, são contraindicados. Eles alteram o gosto do leite e isso pode ter reflexos na amamentação. Chocolate, café, erva-mate e outros alimentos do gênero também devem ser evitados. A cafeína agita a criança e atrapalha o sono. Por fim, evite exagerar no leite de vaca, que pode induzir a uma intolerância da criança à proteína desse alimento.

Com informações do Portal Bebê.


quarta-feira, 24 de abril de 2013

Como escolher o piso ideal para uma casa com bebês e crianças




Quando o casal descobre que vai ter um bebê, logo começa a preparar a casa para receber o filho que vai nascer. Prepara o enxoval, planeja o quartinho, define a cor da parede, escolhe os móveis.

Mas há um detalhe muito especial que também deve ser levado em conta e que muitas vezes acaba sendo deixado de lado: o piso.

Escolher bem o revestimento pode fazer uma enorme diferença no resultado final, principalmente se pensarmos em praticidade. Não basta escolher o material mais bonito, é importante pensar na sua durabilidade, a quais fatores será exposto, o custo benefício, manutenção etc.

 “Dependendo do ambiente, o piso é agredido por diversos fatores, como sol, sujeira, água, tintas e gordura de alimentos. É preciso pensar nisso antes de escolher e ver qual se encaixa melhor na rotina de quem vai frequentar aquele espaço. Se houver crianças na casa, é importante levar isso em conta também”, explica Adriana Victorelli, do escritório de arquitetura Neo Arq.

De acordo com a especialista, o piso de madeira é resistente, transmite beleza e aconchego, é fácil de combinar e dá sensação de conforto. Entretanto, está entre os mais caros.

A madeira é apropriada para sala e quartos, já que é um piso confortável para andar descalço. Ela não deve ser utilizada em locais úmidos, como o banheiro ou em ambientes externos, pois o sol altera sua cor.

Famílias com crianças pequenas precisam priorizar o conforto térmico e a maciez do piso. Ele precisa ser adequado para absorver impactos, que são comuns nessa idade. O vinílico é um dos pisos que Adriana recomenda para crianças.

“Existe um tipo que é colado e imita madeira, pedra ou cores lisas, tem um aspecto bonito e não faz barulho”, explica. Há também as chamadas mantas vinílicas, macias e atérmicas, que podem ser instaladas por cima do piso já existente. A única desvantagem das mantas é que são sensíveis a objetos pontiagudos, como saltos.

O piso vinílico é um piso moderno e ecológico – pois é fabricado com materiais reciclados -, que tem como vantagem a facilidade para limpar. Sua superfície é macia e resistente ao atrito. “Há também novos modelos de piso vinílico no mercado que imitam placas de metal. Recomendo esse revestimento para quartos, sala e escritórios”, diz Adriana.

A cerâmica e o porcelanato são pisos frios bastante parecidos, porém, o porcelanato é mais resistente e tem a vantagem de imitar, com muita fidelidade, materiais como couro e madeira.

“Para quem gosta do porcelanato, mas não quer um piso frio por ter crianças em casa, existem sistemas de aquecimento de porcelanato que são instalados embaixo do piso e funcionam como mantas térmicas, controlados por termostato. A desvantagem é que o piso rígido não é bom para absorver quedas”, diz a arquiteta.

Uma dica simples que a arquiteta dá para casas com crianças é o uso de placas de EVA, que é um material temporário e barato, que amortece quedas e não há problema em ser rabiscado ou sujo, porque pode ser retirado e trocado com facilidade.

Com informações de Chris Flores.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Cuidado com a visão da criança tem de começar após o nascimento



Perceber um problema de visão em bebês e crianças é bastante difícil, por isso muitos pais só notam algo errado quando o filho entra na fase de alfabetização e passa a apresentar dificuldade de aprendizado. Muitas vezes, a criança não acompanha a turma, pois não consegue enxergar o que está escrito na lousa.

Segundo o CBO (Conselho Brasileiro de Oftalmologia), aproximadamente, 15 milhões de crianças em idade escolar possuem algum problema de visão. No entanto, a preocupação com os olhos deve vir bem antes, pois, aos sete anos, dá-se a formação completa da visão.

"Algumas doenças oculares se tornam irreversíveis ou poderiam ser amenizadas se fossem tratadas antes dessa idade. Por isso, os pais precisam estar atentos já no nascimento da criança. Toda maternidade deveria realizar o teste do olhinho, que permite o diagnóstico precoce de vários males, como catarata, glaucoma congênito, retinopatia da prematuridade, entre outros", afirma o oftalmologista Marco Antonio Rey de Faria, presidente do CBO.

Somente em dez estados do país o exame é obrigatório na rede pública de saúde e, apenas em 2010, ampliou-se aos planos de saúde. A Agência Internacional de Prevenção à Cegueira, ligada à OMS (Organização Mundial da Saúde), estima que, no Brasil, 33 mil crianças são cegas por causa de doenças oculares que poderiam ter sido evitadas ou tratadas precocemente. Ainda de acordo com o órgão, pelo menos, 100 mil têm alguma deficiência visual.

Primeira consulta

Depois do teste do olhinho, a recomendação médica é realizar a primeira consulta com um oftalmologista no primeiro ano de vida. Na ocasião, os olhos serão dilatados para checar a necessidade de uso de óculos e para realizar o mapeamento da retina. Esse procedimento detecta se há alguma patologia genética, como uma cicatriz de olho, transmitida pela mãe que teve toxoplasmose ou rubéola na gravidez.

Se os pais não perceberem nenhum problema, o retorno deve acontecer na idade pré-escolar, por volta dos três ou quatro anos de idade. A consulta é fundamental, principalmente, no caso de uma diferença de grau acentuada em apenas um dos olhos.

"Aos quatro anos, com quatro graus de miopia por exemplo, a criança vai correr e brincar sem dificuldade nenhuma, porque ela consegue enxergar do outro olho "bom". Daí a dificuldade dos pais em perceber algo de errado. Quanto antes for detectado, mais fácil será corrigir o problema", diz a médica Mônica Cronemberger, da oftalmologia pediátrica da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

Eu uso óculos

Segundo os especialistas, a adaptação da criança aos óculos não é tão difícil quanto os pais imaginam. Ao colocá-los, a criança vai perceber imediatamente a melhora da visão. Os casos mais difíceis são aqueles em que a criança tem um grau leve e consegue enxergar razoavelmente sem as lentes.

De acordo com o oftalmologista Renato Neves, diretor-presidente do Eye Care Hospital de Olhos, em São Paulo, para motivar o filho, os pais devem deixar que ele participe do processo de escolha. "Hoje temos óculos desenvolvidos especialmente para crianças, que se ajustam bem ao rosto e trazem armações leves e coloridas, além de lentes que não riscam", diz.

Outra dica é conversar bastante com a criança e enfatizar a necessidade e os benefícios dos óculos. Se houver resistência, um pouco de fantasia, dependendo da idade, pode ajudar. Vale mencionar que heróis como o Super-Homem e o bruxo Harry Potter usam o acessório. O artifício pode ajudar a criança a superar eventuais brincadeiras dos colegas a respeito dos óculos.

Atenção
Veja dez sinais de que seu filho pode estar com algum problema de visão, segundo os especialistas:


  • Reclamar de dor de cabeça;

  • Sentar muito próximo a televisão;

  • Andar de cabeça baixa;

  • Lacrimejar excessivamente;

  • Coçar os olhos insistentemente;

  • Demonstrar sensibilidade à luz;

  • Mostrar dificuldade com a leitura;

  • Acompanhar a leitura com um dedo;

  • Apertar os olhos para ler;

  • Tapar um olho com a mão.



Com informações de Mulher UOL.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Dicas de como fotografar o parto


Finalmente chegou o momento tão esperado e o bebê vai nascer! É tanta emoção, tanto sentimento misturado que é impossível se lembrar de todos os detalhes. Para não perder nada e deixar tudo registrado, preparamos uma porção de dicas de fotógrafas especializadas em parto

Antes de tudo, “certifique-se de que seu equipamento está com bateria carregada e cartão de memória zerado”, ensina Glau Macedo, da Quitandoca Fotografia. E uma dica valiosa da fotógrafa Daniela Justus: “não tenha medo de sangue”.
Mande a matéria para o papai da criança já ficar por dentro de tudo o que deve fazer para fotografar este momento tão especial.

Preto e branco
“O preto e banco deixa as fotos da cirurgia mais suaves, destacando a emoção do momento”, ensina Carol Cavichiolo.


Truque
“Utilize o desfoque para dar ênfase para algumas expressões”, ensina a fotógrafa Carol Cavichiolo.


Família à espera
“O primeiro contato com os familiares que aguardam do lado de fora do centro cirúrgico também merece ser registrado”, salienta Carol Cavichiolo.



Fortes emoções
“Esteja preparado para fortes emoções”, recomenda Carol Cavichiolo.



Muita luz
Outra dica valiosa da Carol Cavichiolo: “A luz do centro cirúrgico costuma ser muito forte, portanto use-a ao seu favor”.


Primeiras expressões
“Aproveite as primeiras expressões do bebê ainda inchadinho”, lembra Carol Cavichiolo.


Sinta
Família reunida e a ansiedade toma conta. Foto de Aline Sena.


Todos os passos
“A hora de ir ao centro cirúrgico é sempre seguida de choro e muita emoção. É o último momento gestante da mulher, ela já sairá daquela sala como mãe”, explica a fotógrafa Aline Sena.



Centro cirúrgico
“Nessa hora, os parentes próximos também se emocionam e muita troca de carinho e palavras positivas acontecem. Fique atento!”, alerta Aline Sena.


Beijo do pai
Aline Sena captou o papai se despedindo da barriga. Momento lindo.



Foto em preto e branco
“Não é todo mundo que gosta de ver sangue, mesmo nesses casos. O ideal é passar essas fotos para o preto e branco”, indica Aline Sena.


Com informações de Bebê.



segunda-feira, 25 de março de 2013

Crianças que praticam exercícios são menos estressadas, diz pesquisa


Toda criança precisa se mexer. Seja brincando, fazendo aula de educação física ou praticando algum esporte. Você já deve ter ouvido isso um montão de vezes, mas aí vai mais um motivo para colocar as crianças em atividade: fazer exercício na infância também ajuda a lidar com o estresse.

Uma relação que já estava comprovada em adultos agora também foi testada em crianças. Um estudo da Universidade de Helsinki, na Finlândia, analisou 258 meninos e meninas de 8 anos para descobrir se havia alguma relação entre atividade física e cortisol, conhecido como o hormônio do estresse. Os pesquisadores colocaram um medidor de atividade no pulso das crianças e pediram aos pais que coletassem uma amostra de saliva dos filhos durante o dia, a partir da qual mediriam o nível de cortisol. Essa amostra foi comparada a uma segunda, colhida após um teste de indução ao estresse, composto por um desafio aritmético e um de falar em público.

Para analisar os dados, os pesquisadores separaram as crianças em três grupos, de acordo com a quantidade de atividade física realizada. As crianças dos grupos que haviam praticado menos atividade física tiveram um aumento significativo nos níveis de cortisol após o teste. Já aquelas que pertenciam ao grupo que havia feito mais exercício apresentaram pequeno ou nenhum aumento nos níveis do hormônio. Os responsáveis pelo estudo afirmaram que essa descoberta pode ajudar a entender a importância da atividade física para o bem estar físico e mental da criança.

Segundo a endocrinologista Rosângela Réa, do Hospital Pequeno Príncipe (PR), a pesquisa comprova que quem faz exercício responde melhor ao estresse, o que influencia diretamente no jeito com que a criança levará sua vida. Isso é, crianças que se movimentam podem ser mais tranquilas e reagir melhor quando estão diante de um desafio. Em adultos, o cortisol também já foi relacionado à depressão e a um maior acúmulo de gordura corporal.

“Esse tipo de relação [entre exercício e cortisol] já foi mostrada em adultos, mas nesse caso o foco são as crianças. E a pesquisa mostra que tanto os exercícios rigorosos como não rigorosos têm esse efeito. É mais um motivo para os pais estimularem a prática de exercícios”, explica Rosângela.

Segundo Nara Rejane de Oliveira, professora do Departamento de Ciências do Movimento Humano da Unifesp, o estilo de vida das crianças, especialmente nas grandes metrópoles, contribui para o sedentarismo. Isso porque elas costumam passar muito tempo dentro de casa e as brincadeiras na rua, que antes eram sinônimo de movimentação intensa, já não fazem mais parte de seu cotidiano. Nara concorda que é preciso estimular o exercício físico na infância, mas dá um alerta: “É preciso ter bom senso quanto à quantidade e qualidade de exercício. É imprescindível que não haja sobrecarga de tarefas e que a criança possa participar de uma atividade que ela realmente goste e não aquela que os adultos desejam”.

A sobrecarga de tarefas, segundo Nara, não é apenas em relação a atividades físicas. “O estresse pode ser desencadeado pelo excesso de atividades que muitas crianças realizam. É comum que famílias, ávidas por oferecerem aos filhos oportunidades de aprendizagens diversas, acabem estressando as crianças com o excesso de atividades extracurriculares.”

Outra dica importante é ter jogo de cintura. Às vezes, a criança rejeita a atividade física porque passa a associá-la a mais uma aula, a mais uma obrigação que precisa cumprir. Se seu filho fizer muito drama para se mexer, tente transformar o exercício em passeio – ou a boa e velha brincadeira! Por exemplo, tire a bicicleta da garagem e vá pedalar em família. Assim, ele vai deixar de enxergar a bicicleta como exercício e vai associá-la ao lazer e a um momento prazeroso.

Com informações da Revista Crescer.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Que tal um chá com as princesas? Inspire-se!


Que toda menina deseja ser uma princesa ou ter uma festa de aniversário digna de um verdadeiro conto de fadas todo mundo sabe. Mas como fazer com que a festinha infantil seja realmente encantadora? Esta foi a missão de Maria Carolina e Renata Louro, decoradoras e proprietárias de uma lçoja de festas. Ela decorou o aniversário de três anos de uma garotinha, que queria uma festa de princesas.

Para fugir do convencional, o evento foi um "chá de princesas" e o bolo foi confeccionado em forma de chaleira e decorado com pasta americana. De sobremesa, potinhos com brigadeiro mole e cupcakes envoltos em papeis que lembravam xícaras. A decoração foi toda em tons pasteis e flores foram espalhadas pelo local, deixando o ambiente ainda mais delicado.

A decoração impressionou os convidados pela riqueza de detalhes, como nas garrafinhas cor de rosa com água, que traziam o nome da aniversariante. De recordação, as convidadas mirins puderam levar para casa biscoitinhos amanteigados em forma de estrelas e coração.








Com informações de Chris Flores.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Você participa da vida escolar do seu filho?



O apoio dos pais é fundamental para ajudar as crianças a se adaptarem à rotina escolar e a conseguirem melhores resultados em seu desempenho pedagógico. Mas é comum que aqueles que trabalham fora acabem se afastando dos fazeres escolares dos filhos, com a justificativa de estarem muito atarefados.

Porém, a missão de educar a criança para viver em sociedade, o que vai além de somente ensinar e transmitir conhecimentos, não é exclusiva da escola, é também da família. Para a pedagoga Francisca Paris, mestra em Educação e diretora de serviços educacionais do Ético Sistema de Ensino, da Editora Saraiva, é possível que o núcleo familiar se integre a esse processo de diversas maneiras.

“O pai e a mãe podem, por exemplo, auxiliar nas lições e nos trabalhos escolares em um local sossegado da casa, dando dicas, indicando pesquisas, relendo e comentando as atividades realizadas ou mesmo resolvendo alguma dúvida”, diz a pedadoga.

Também vale explorar o novo universo que se abre aos filhos e aprender – ou relembrar – assuntos relacionados a números, plantas, animais, história e geografia, entre outros. Ao perceber que é acompanhada nesse processo de desenvolvimento educacional, a criança se sente valorizada e importante na vida familiar.

“Já que os progenitores têm um tempo limitado, devido à correria do dia a dia, eles devem investir em um relacionamento de qualidade, e não de quantidade, no qual os aspectos específicos da escola sejam também contemplados”, explica Francisca.

Ajudar os filhos nas tarefas escolares, entretanto, não significa fazer o trabalho dos filhos. “A tarefa é de responsabilidade do aluno, que deve estar apto a realizá-la com autonomia”, destaca Francisca.

Outra maneira dos pais ajudarem aos filhos é incentivar a leitura e o gosto por programas culturais desde cedo e participar dos eventos que acontecem na escola, como reuniões de pais e mestres.

“As festas e eventos que as escolas realizam também são ações importantes para conhecimento e integração com os professores e demais famílias daquela comunidade escolar”, completa a pedagoga.

Ao ver que os pais se interessam por suas atividades escolares, a criança se sente mais amada e protegida e tede a ter um desempenho melhor.

Com informações de Chris Flores.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Cores perfeitas (e nada convencionais) para o quarto do bebê

Antes de sair comprando os móveis e acessórios do quarto do bebê, pense qual é a cor que vai ditar a regra do ambiente. Mas, não esqueça de que o uso das tonalidades para quartos de bebê vai além dos princípios estéticos. É preciso pensar nesse ambiente como um espaço de permanência e formação do pequeno, assim, leve em consideração as sensações que pretende despertar no pequeno.



Azul
Segundo a arquiteta Maíra Paiva, se a parede for colorida, seja por pintura ou revestimento, os objetos decorativos deverão permanecer neutros. Este quarto cumpre exatamente a regra. Com a parede em tom azul, os enfeites são mais discretos e fazem uso da cor branca nos mobiliários, assim, o ambiente do bebê não fica pesado. Além da parede, a cor azul também está presente em alguns objetos como o abajur e o cesto, porém, próximo ao mobiliário branco, a cor não interfere de forma muito invasiva.



Chocolate
Neste quarto de menina, a cor predominante é o chocolate, que foi sabiamente intercalado com cores neutras, possibilitando que o ambiente ficasse bem harmonioso. “Na decoração do quarto do bebê, se você optar por adicionar cor às paredes, escolha a que será o ponto focal e adote cores neutras nos demais elementos”, ressalta a arquiteta Maíra Paiva.  


Branco
O branco total impera na decoração deste quarto: dos móveis à parede, a cor mais que neutra é quem manda no local. “O branco sempre foi a primeira escolha para um quarto de bebê, pois remete a pureza, inocência e limpeza”, afirma Simone Turini Leullier. Repare que o pouco de cor adicionado a este quarto chega sempre por meio de objetos decorativos pontuais e, mesmo assim, o tom é tão suave que quase se confunde com o próprio branco.



Grafite
Quem disse que quarto de menina não combina com cores fortes? O ponto central desta decoração é a parede grafite, que foi muito bem harmonizada com os móveis claros e o toque especial do amarelo. “Hoje, não existe mais regra, sempre que faço um quarto procuro colocar cores”, afirma Simone.


O cantinho de amamentação ficou um charme com a poltrona em tom amarelo bem clarinho e o mobiliário branco. Com essa combinação bem sacada, o tom forte da parede trouxe elegância à composição. 



Café-com-leite
Este quarto de base completamente neutra, na cor bege ou café-com-leite, possibilitou uma pitada de humor ao acrescentar à decoração objetos em azul acqua. “Caso queira adotar uma segunda tonalidade no mesmo ambiente, a dica é não utilizar cores complementares na mesma decoração”, ensina a arquiteta Maíra Paiva.


Rosa
“Uma vez escolhida a cor, o trabalho começa. Não precisamos ter a mesma cor repetida, podemos fazer combinações de tonalidades, mais claras e mais escuras, mais vibrantes e mais suaves”, afirma Simone Turini Leullier. É exatamente essa sacada que este quarto todo rosa tem: repare que diversas tonalidades da cor foram utilizadas, inclusive no papel de parede.Também é possível perceber como mais de um tom de rosa foi utilizado para compor a decoração do quarto: tanto nas paredes quanto no tecido da cortina. As lanternas japonesas dão um charme a mais ao quarto. 



Azul para meninas
Quem disse que azul é só para meninos, está muito enganado. Neste quarto, a combinação ficou perfeita para uma mocinha, para isso foi apenas necessários adicionar à cor predominante outras tonalidades coadjuvantes, além de móveis com traços curvos e delicados. “Azul, hoje, é a cor da moda e combina super bem com cores como verde e rosa. Todas as combinações dependem de tonalidades e misturas entre elas para dar o to,m desejado”, atesta Simone.



Vermelho
A decoradora alerta: “Não esqueça que tudo tem cor: madeira tem, janelas, portas, armário embutido, tapetes, pisos. É importante trabalhar a harmonização”. Neste projeto da Grão Arquitetura, a cor escolhida foi o vermelho e todos os elementos casam entre si: o berço de madeira, no mesmo tom do painel, e os acessórios.



Ébano
“A cor predominante não precisa necessariamente estar nas paredes. Móveis, roupinhas de cama e até brinquedos podem definir o tom do ambiente", afirma o arquiteto Fernando Albuquerque.  "É comum-- e proporciona um resultado incrível-- a utilização de paredes apenas como coadjuvantes na decoração, normalmente neutras, deixando o papel principal para os móveis. Neste caso, o contraste com cores fortes faz toda a diferença”, complementa Albuquerque.





Amarelinho
Segundo o arquiteto Fernando Albuquerque, na hora de definir a cor predominante do quarto do bebê, temos que ter ciência de que elas transmitem sensações. Aqui, o amarelo clarinho traz aconchego e tranquilidade na medida certa. Além da parede, a tonalidade escolhida aparece na escolha de móveis e objetos, como a cadeira em amarelo translúcido e o detalhe da cortina.

Com informações do Portal Bebê.