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segunda-feira, 25 de março de 2013

Crianças que praticam exercícios são menos estressadas, diz pesquisa


Toda criança precisa se mexer. Seja brincando, fazendo aula de educação física ou praticando algum esporte. Você já deve ter ouvido isso um montão de vezes, mas aí vai mais um motivo para colocar as crianças em atividade: fazer exercício na infância também ajuda a lidar com o estresse.

Uma relação que já estava comprovada em adultos agora também foi testada em crianças. Um estudo da Universidade de Helsinki, na Finlândia, analisou 258 meninos e meninas de 8 anos para descobrir se havia alguma relação entre atividade física e cortisol, conhecido como o hormônio do estresse. Os pesquisadores colocaram um medidor de atividade no pulso das crianças e pediram aos pais que coletassem uma amostra de saliva dos filhos durante o dia, a partir da qual mediriam o nível de cortisol. Essa amostra foi comparada a uma segunda, colhida após um teste de indução ao estresse, composto por um desafio aritmético e um de falar em público.

Para analisar os dados, os pesquisadores separaram as crianças em três grupos, de acordo com a quantidade de atividade física realizada. As crianças dos grupos que haviam praticado menos atividade física tiveram um aumento significativo nos níveis de cortisol após o teste. Já aquelas que pertenciam ao grupo que havia feito mais exercício apresentaram pequeno ou nenhum aumento nos níveis do hormônio. Os responsáveis pelo estudo afirmaram que essa descoberta pode ajudar a entender a importância da atividade física para o bem estar físico e mental da criança.

Segundo a endocrinologista Rosângela Réa, do Hospital Pequeno Príncipe (PR), a pesquisa comprova que quem faz exercício responde melhor ao estresse, o que influencia diretamente no jeito com que a criança levará sua vida. Isso é, crianças que se movimentam podem ser mais tranquilas e reagir melhor quando estão diante de um desafio. Em adultos, o cortisol também já foi relacionado à depressão e a um maior acúmulo de gordura corporal.

“Esse tipo de relação [entre exercício e cortisol] já foi mostrada em adultos, mas nesse caso o foco são as crianças. E a pesquisa mostra que tanto os exercícios rigorosos como não rigorosos têm esse efeito. É mais um motivo para os pais estimularem a prática de exercícios”, explica Rosângela.

Segundo Nara Rejane de Oliveira, professora do Departamento de Ciências do Movimento Humano da Unifesp, o estilo de vida das crianças, especialmente nas grandes metrópoles, contribui para o sedentarismo. Isso porque elas costumam passar muito tempo dentro de casa e as brincadeiras na rua, que antes eram sinônimo de movimentação intensa, já não fazem mais parte de seu cotidiano. Nara concorda que é preciso estimular o exercício físico na infância, mas dá um alerta: “É preciso ter bom senso quanto à quantidade e qualidade de exercício. É imprescindível que não haja sobrecarga de tarefas e que a criança possa participar de uma atividade que ela realmente goste e não aquela que os adultos desejam”.

A sobrecarga de tarefas, segundo Nara, não é apenas em relação a atividades físicas. “O estresse pode ser desencadeado pelo excesso de atividades que muitas crianças realizam. É comum que famílias, ávidas por oferecerem aos filhos oportunidades de aprendizagens diversas, acabem estressando as crianças com o excesso de atividades extracurriculares.”

Outra dica importante é ter jogo de cintura. Às vezes, a criança rejeita a atividade física porque passa a associá-la a mais uma aula, a mais uma obrigação que precisa cumprir. Se seu filho fizer muito drama para se mexer, tente transformar o exercício em passeio – ou a boa e velha brincadeira! Por exemplo, tire a bicicleta da garagem e vá pedalar em família. Assim, ele vai deixar de enxergar a bicicleta como exercício e vai associá-la ao lazer e a um momento prazeroso.

Com informações da Revista Crescer.

sexta-feira, 8 de março de 2013

A sustentabilidade começa em casa



É só ligar a TV ou conectar-se a internet e lá está ela: a tal da sustentabilidade. Embora muitos de nós nem saibam ao certo o significado real dessa palavra, não há como negar sua presença em nosso cotidiano. E o que importa mesmo é sabermos da sua finalidade: proteger a vida do planeta em que vivemos para o bem de todos e das futuras gerações.

Acredito que muitos também sentem que nossas pequenas atitudes influenciam muito pouco ou nada nessa empreitada, principalmente quando nos deparamos com pesquisas sobre a grandiosidade do problema. Porém, devemos estar conscientes de que somos corresponsáveis e que podemos fazer algo para reverter esse quadro. E nossas pequenas atitudes no dia-a-dia são capazes de proporcionar sim uma grande mudança.
A Educação Ambiental – já parte do currículo escolar em muitas instituições – não deve se restringir somente ao ambiente educacional, tampouco ser compreendida como tarefa única e exclusiva do professor. Ao contrário, precisa iniciar em casa, com instrução e principalmente o exemplo dos pais e familiares.

O desenvolvimento cognitivo da criança decorre do plano concreto para o plano abstrato. Traduzindo, isso significa que os pequenos aprendem através de atividades lúdicas – como jogos e brincadeiras – orientadas para divertir e ser significativo ao mesmo tempo, o chamado “aprender brincando”, para então serem capazes de pensar sobre coisas não “palpáveis”, como consequências futuras, sentimentos, símbolos e leis morais.

Assim, atitudes responsáveis em relação ao meio ambiente precisam iniciar dentro de casa, de forma lúdica e prazerosa, e pequenas ações fazem toda a diferença nesse processo.

Permitir à criança participar de momentos como separar o lixo orgânico do reciclável e do preparo das refeições – dentro dos seus limites, vale frisar – explicando a ela sobre a importância do uso racional dos recursos naturais como a água – são opções de atividades divertidas e que unem o útil ao agradável, literalmente.

Utilizar com a criança talos, cascas e folhas durante o preparo das refeições e explicar sobre a quantidade de vitaminas presentes nesses elementos – muitas vezes descartados pela maioria da população por pura falta de conhecimento – potencializa ainda mais o aprendizado sobre o tema.

Na manipulação de alimentos, a criança desenvolve seu raciocínio lógico e suas percepções visuais, táteis, olfativas e gustativas ao entrar em contato com diferentes gostos, formas, cheiros, quantidades, cores e texturas. Além disso, quando ajuda nas tarefas domésticas, ela compreende noções de responsabilidade, autonomia, autoconfiança e solidariedade.

Desenvolvimento sustentável e consumo consciente devem fazer parte da vida dos pequenos desde cedo. Afinal, um planeta saudável é o bem mais valioso que podem herdar.

Com informações do Dica de Mulher.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Falando em spikes


Esqueça as maneiras convencionais de se vestir. Porque para vestir roupas com tachas de pontas afinadas sejam grandes ou pequenas você vai precisar ter estilo e ousadia. Estamos falando dos spikes que antes eram exclusivos dos roqueiros e agora esse item vem conquistando o seu espaço dia após dia, aparecendo nas ruas, vitrines, passarelas de todo mundo e também no universo infantil.

Os sapatos não ficaram de fora, os slippers e as sapatilhas se destacaram, as tachinhas criam um visual mais despojado e ideal para o dia a dia. 

Gostaram? Aproveita que estes sapatinhos estão em promoção e corre pra cá.