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quarta-feira, 27 de março de 2013

Dicas para tirar fotos de irmãos

Quer registrar imagens fofas de seus filhos? Confira conselhos de fotógrafos de família e inspire-se nestes lindos cliques.

Conversamos com especialistas sobre como fotografar a relação dos irmãos e primos nas mais diversas fases: durante a gravidez, recém-nascidos, bebês, crianças e nos casos de gêmeos. Leia as dicas e encante-se com os lindos ensaios fotográficos.  

Sem caras e bocas

Não é preciso pedir que os irmãos façam caras e bocas para a câmera. “Eu procuro não criar poses, acho que é algo estático. O segredo para realizar imagens bacanas é fazer com que os fotografados confiem em você”, conta o fotógrafo Vinícius Matos, responsável por este ensaio. 

 





Interação nos detalhes
Quando o bebê ainda está na barriga, a interação dele com o mais velho pode aparecer em detalhes como o pézinho nesta imagem da empresa Catia Herrera e Marcelo Vita Fotografia Infantil.










Cuidados com o recém-nascido
Ao fotografar o irmão mais velho com o recém-nascido procure ter outro adulto por perto para ajudá-lo. “Fotografamos sempre em dois, enquanto um fotografa, o outro está distraindo o mais velho e atento aos seus movimentos para garantir a segurança do recém-nascido", explica a fotógrafa Marina Ushiro, responsável por este ensaio. 





Momentos de carinho
Imagens que demonstram momentos de carinho entre os irmãos são lindas, mas requerem muita paciência. “Afinal, nem sempre a criança faz o que queremos na hora que queremos. Também é importante que o fotógrafo conquiste a confiança da criança”, observa a fotógrafa Marina Ushiro, responsável por este ensaio. 








Estimule as estripulias!
Estimular as estripulias dos irmãos é tudo de bom! “Para que as duas ficassem de ponta cabeça eu falava coisas para as meninas como ‘nossa hoje vocês estão animadas, hein?’ e elas ficavam felizes e faziam mais artes”, revela a fotógrafa Huaíne Nunes, responsável por este ensaio.







Sentimentos diferentes
Nem sempre os irmãos compartilharão do mesmo sentimento e também é legal registrar os momentos em que uma das crianças está rindo e a outra nem tanto. “Irmãos são assim: um ri e o outro chora e eu gosto de retratar as crianças ao natural. Quero mostrar aos pais quem os filhos deles são para que criem uma relação pessoal com a foto e por meio dela se lembrem de como era a sua vida na época em que a imagem foi feita”, explica a fotógrafa Huaíne Nunes, responsável por este ensaio. 

  


Doces, uma saborosa recompensa!
Deixar com que os irmãos comam doces durante as fotografias garante imagens fofas como esta. “Crianças adoram doces e no final da sessão, quando já estão cansados, a guloseima vira um prêmio e nos dá momentos de alegria”, afirma a fotógrafa Marina Ushiro, responsável por este ensaio. 



Fotografe a farra!
Aprontar uma arte com o outro é algo mais do que esperado na relação entre irmãos e também entre primos, então deve estar no álbum da família! “Procuro sempre trabalhar com a espontaneidade, e foi justamente o que eu gostei nesta imagem, ela foi real. A água que o meu filho jogou na prima estava gelada mesmo”, afirma a fotógrafa Aline Sena, responsável por este ensaio e mãe do autor da traquinagem.  



O irmão e a roupinha
Além de fotografar o irmão mais velho próximo do barrigão, uma maneira original de mostrar que o pequeno também está aguardando o novo membro da família é registrar imagens dele com as futuras roupinhas do caçula. “A foto do pequeno com a roupinha é uma forma de ampliar a interação com o irmão que está para chegar”, explica a fotógrafa Marina Ushiro, responsável por este ensaio. 




Registre todas as idades
É importante registrar toda a infância da criança, não somente quando ela é um bebê. “Muitos pais relaxam depois do seu filho completar um ano e  se arrependem mais tarde por não ter fotografado outras fases da infância”, diz a fotógrafa Irmina Walczak do Panoptes Fotografia Criativa, empresa responsável pelo ensaio. Diminuir o ritmo das fotos é normal porque a criança não muda com tanta velocidade. “Porém, momentos especiais continuam surgindo. As férias, o encontro dos primos, os banhos de mangueira, as primeiras amizades, a troca de dentição, as coleções de postais e brinquedos, os animais de estimação, os momentos felizes em família são ótimos para serem guardados para sempre”, afirma Walczak.



A participação da mamãe grávida
A mãe é essencial para que se consiga registrar momentos de carinho entre a criança e o irmãozinho na barriga. “É importante que ela e  o filho interajam entre si, façam suas brincadeirinhas que já costumam realizar em casa e deixem o carinho fluir”, orienta a fotógrafa Márcia Silveira, responsável por este ensaio.






Como os pais devem agir
A fotógrafa Marina Ushiro, responsável por este ensaio, dá algumas dicas sobre como os pais devem agir com os filhos antes e durante as fotografias. “Ao chegar no ensaio a criança deve estar bem, ou seja, sem fome, sede e descansada", diz Ushiro. 






A importância dos pais no ensaio
Mamães e papais, vocês são essenciais para que as fotos de seus filhos fiquem lindas. “Os pais são o principal elo com as crianças e têm papel fundamental nos ensaios. Eles representam a união dessa família e trazem segurança para os pequenos. Como os pais sabem do que os filhos mais gostam (e do que eles têm medo) fica mais fácil para o fotógrafo dirigir os momentos do ensaio”, conta a fotógrafa Vanessa Atalla.







A hora certa para fotografar
Vai fazer as fotos ao ar livre? Então, fique atento ao relógio.  “Eu escolho o horário com a melhor luz para o que quero captar, normalmente no início da manhã ou no fim do dia”, explica a fotógrafa Vanessa Atalla, responsável por este ensaio. 







Com informações de Bebê.com.br.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

4 coisas que todo filho gostaria que os pais soubessem



Em diversos momentos do dia a dia, o seu filho não vai verbalizar sutilezas que, além de ajudarem em seu desenvolvimento, também são prova do seu amor por ele. Confira algumas delas:

Preste atenção em mim, e não apenas no que estou fazendo de errado.

Claro que você quer educá-lo da melhor forma possível, e o tempo todo está fazendo isso, mas divida o tempo que fica com ele para apenas... CURTI-LO! Não importa a quantidade de horas que você está ao lado dele (mesmo!), mas, sim, o que acontece durante esse período. Seja espontâneo. Se você não é do tipo que rola no chão, há diversas outras formas de você mostrar que se preocupa com ele, como um bom bate-papo, um jogo de videogame, um livro lido a dois. O que faz diferença é você estar inteiro naquela hora. 

- Não me peça para ficar quieto quando estou com raiva, permita que eu fale o que estou sentindo. 
É difícil mesmo ver como seu filho tão pequeno pode estar tão abalado com alguma situação de que não gostou. Mas explodir e não deixar a criança expressar o que está sentindo faz com que ela se sinta desamparada por perceber a ira dos pais. Assim, ele se vê obrigado a guardar aquele sentimento para não ver os pais bravos. Isso pode trazer problemas de comportamento no futuro ou, ainda, regressões em seu desenvolvimento, como voltar a sujar as calças quando já largou as fraldas. Ajude a criança a lidar com a raiva, por meio do diálogo e do seu amor. 

- Eu já sei que errei e estou arrependido. Não precisa ficar tão bravo comigo. 
A ocasião mais complicada para dar uma punição em uma criança por mau comportamento é quando ela já está realmente arrependida do que fez. Se ela ficou triste com sua atitude errada, isso significa que sua consciência está viva e sadia. Além do que ela aprendeu errando. Ter essa consciência é o melhor impedimento para a repetição do erro. Ao perdoá-la, você ensinando-a a lidar com a culpa e aprendendo o sentimento de perdão. Nesses momentos a criança entende que você se preocupa com ela e o ama muito, independente do que possa acontecer. Isso é amor incondicional. 

- Eu sei que você quer me proteger, mas eu posso tomar algumas decisões e ajudar em diversas coisas no dia a dia. Basta você me ensinar. 
Aos poucos, você pode ajudar o seu filho a fazer as suas próprias escolhas em coisas simples, como escolher o tênis que quer usar, a escova de dentes do Batman ou do Buzz Lightyear. Toda vez que você deixa seu filho tomar uma decisão, ele sente que tem mais controle sobre sua vida, e é positivo. Ele vai passar a cooperar ainda mais para conseguir o controle que está constantemente procurando. Além disso, há muitas tarefas que a criança pode assumir, não só para ajudá-lo em casa, mas porque ele se sente importante em poder contribuir. Ele simplesmente precisa de você para lhe ensinar como fazê-las, seja na hora de arrumar a mesa, as gavetas, alimentar os animais de estimação. 

Com informações do site Crescer.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

5 dicas para seu filho aproveitar o máximo do verão sem ficar doente

 
A estação das brincadeiras em quintais, praias, piscinas e parques está prestes a começar. Com ela, chega também uma série de perigos trazidos pelas altas temperaturas e a umidade. Para seu filho não perder a diversão, preparamos uma série de cuidados para as crianças curtirem o verão de forma segura.
 
CHOQUE DE TEMPERATURAS
 
No verão, mesmo com a umidade relativa do ar mais elevada, mudanças bruscas de temperatura acontecem com bastante frequência. Por isso, continuam comuns doenças como resfriado e gripe. Uma situação corriqueira também pode colaborar para esse quadro: você está na rua, passando calor, mas, quando entra em qualquer ambiente fechado – como shopping ou supermercado –, quase morre de frio devido ao ar-condicionado. Ele deixa as vias aéreas mais vulneráveis, pois resseca o muco protetor. Por isso, para que seu filho não sofra com o choque de temperaturas, sempre tenha um casaco leve na bolsa, dê muito líquido e umidifique as narinas com soro fisiológico se o ambiente com ar-condicionado for pequeno (como no avião ou no carro, em viagens longas). Se tiver ar-condicionado em casa, a temperatura ideal é em torno dos 22 graus.
 
BRINCADEIRA SEGURA
 
Escorregador, balanço e gira-gira são sinônimos de diversão para crianças de todas as idades. Porém, tome cuidado com a temperatura dos brinquedos. No verão, a superfície quente do escorregador, por exemplo, pode queimar a pele do seu filho. Mas, como não dá para encher a criança de roupa, o conselho é frequentar esses lugares antes das 10 horas ou depois das 16 horas. Agora, se o escorregador estiver fervendo e seu filho insistir, leve uma toalha para forrar a superfície ou chame a atenção dele para outra atividade.
 
CHEIO DE FARPAS!
 
Entrou uma farpa no dedo do seu filho? Não tente apertar, pois isso pode desencadear um processo inflamatório. Se for fininha, tire com uma pinça – caso não tenha, tire quando chegar em casa. Se for maior, que consiga puxar com o dedo, é só tirar e lavar com água corrente e sabão. Caso não seja possível, use lenço umedecido e lave depois.
 
BZZZZZZ
 
Na hora de brincar ao ar livre, as crianças podem virar um prato cheio para os insetos. Abaixo dos 2 anos, é possível usar repelentes naturais (à base de citronela), mas nunca nas áreas que vão à boca ou aos olhos, como mãos e antebraços. Acima dessa idade, já dá para usar repelentes infantis, ainda tomando cuidado de não passar nas mãos da criança. Ele deve ser aplicado por um adulto e, de preferência, em loção, evitando sprays e aerossóis (por chegarem mais facilmente ao nariz e à boca). À noite, dá para colocar aqueles de tomada, mas sempre com uma distância de pelo menos dois metros de onde a criança está. Agora, se os pernilongos já fizeram a festa, o pediatra deve indicar o melhor tratamento, principalmente se seu filho for alérgico. “Loções secativas e anticoceiras, como as de calamina, pasta d’água e talco líquido, podem aliviar”, orienta a pediatra Kerstin Abagge. Outra dica: mantenha as unhas da criança sempre bem cortadas, porque, ao se coçar, ela pode levar sujeira para a picada e causar infecção.
 
FORA DA GELADEIRA
 
Passar o dia na praia, na piscina do clube ou fazer um piquenique no parque significa comer fora ou levar lanches de casa. Mas você deve tomar cuidado com o que oferecer e com o tempo que os alimentos ficarão fora da geladeira. A recomendação é que não seja por mais de duas horas, pois esse é o período que as bactérias levam para atingir o crescimento suficiente para causar intoxicação alimentar. “Na praia, só compre em barracas autorizadas e fiscalizadas e observe a higiene dos vendedores, do ambiente e dos utensílios. Não consuma nada que esteja fora de suas características originais ou com embalagens alteradas”, alerta Hélio Fernandes da Rocha, presidente do comitê de Nutrologia Pediátrica da Sociedade de Pediatria do Estado do Rio de Janeiro.
 
Confira mais dicas para armazenar comida ou comprá-la em dias quentes:
 
=> Leve as bebidas geladas, de preferência água e sucos. Caso seu filho menor de 2 anos queira tomar água de coco na praia, é melhor evitar, pois há o risco de contaminação – nunca se sabe em que tipo de água a fruta estava mergulhada.
 
=> Nada de levar papinha para a praia ou a piscina. Nesse horário, a criança não deve estar exposta ao sol.
 
=> Frutas são sempre boas opções. As melhores para essas ocasiões são maçã, laranja, uva e banana (se não ficar muito tempo no calor), pois são mais fáceis de serem acondicionadas.
 
=> Leve biscoito de polvilho, bolacha maisena ou água e sal. Nada de recheios, chocolates, queijo ou presunto, pois estragam com mais facilidade quando expostos a temperaturas muito altas.
 
=> Evite ao máximo comprar sanduíches ou qualquer coisa com maionese fora de casa.
 
=> Se for comprar suco natural, cheque sempre se é feito com água mineral. E fuja de raspadinhas! É impossível saber a procedência do gelo.
 
Com informações da Revista Crescer.