quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Conte com a OZ na hora de montar o enxoval do bebê

1. Mamãe vai às compras...
Desde que descobriu a gravidez, você estica os olhos para toda vitrine infantil e acha tudo lindo e indispensável? Faz parte comprar um ou outro mimo irresistível, mas o ideal é só sair às compras "pesadas" entre o quarto e o sexto mês. Nessa etapa, você já sabe o sexo da criança (se não correu antes para fazer a sexagem) e está com pique total.

2. Boas escolhas
As roupas de bebê estão cada vez mais fashion e irresistíveis. Mas detalhes como zíperes e botões devem ser descartados por enquanto. Eles podem machucar o pequeno. Sapatos... Para uma ocasião especial, escolha um modelo de tecido totalmente maleável. Para o dia a dia, prefira meias - há, inclusive, modelos que imitam sapatinhos.

3. Culote
Calça de malha com elástico na cintura. Pode ter ou não pezinho.

4. Coberta para enrolar
Mais leve do que um cobertor, é útil para aquecer seu filho no bebê-conforto durante um passeio ou no colo. Tenha uma de linha para os dias mais quentes e outra de lã antialérgica ou de soft para o frio. Prefira as de cores neutras, que combinam com tudo.

5. Cueiro
Manta de flanela de algodão para forrar o carrinho ou o bebê-conforto.

6. Banho de sol
Body tipo regata para o bebê tomar sol nos braços e nas pernas. Para meninas, invista no modelo "vestidinho".

7. Tudo bem molinho
Tecidos muito estruturados e com pouca elasticidade, como jeans e linho, são desconfortáveis para o pequeno. Prefira peças molinhas e macias.

8. O body ideal
Bodies são preferíveis a camisetas, pois não ficam saindo do lugar e enrolando por baixo do macacão. Prefira os modelos com três botões de pressão na parte de baixo e botões também no decote. São mais fáceis de vestir e protegem melhor o bebê.

9. Conjunto de maternidade
Kit com macacão, casaquinho, body e culote. Geralmente feito de tricô, garante um look caprichado para o pequeno receber as primeiras visitas ainda no hospital. Se prefere praticidade, substitua por macacão comprido de pezinho sobre body e culote.

10. Sem sustos
Um mês antes da data prevista para o parto, dê uma última revisada no enxoval e deixe-o pronto para o uso. Todas as peças precisam ser lavadas antes de entrar em contato com a criança. Você pode coloca-las na máquina de lavar (que deve estar limpa), sem outras roupas junto, com sabão de coco líquido ou neutro. Não use amaciante e, no último enxágue, acrescente 1 colher (sopa) de vinagre à água. Ele neutraliza resquícios do sabão, deixando o tecido com pH neutro, o que evita alergias. Essas precauções são necessárias porque a pele do pequeno é imatura e mais sensível a dermatites e alergias. Por isso, evite aplicar perfumes nas peças, corte as etiquetas internas e passe-as usando o vapor do ferro para alisá-las, sem outros preparados.

Com informações do site Cláudia.
Foto: Getty Images.
Encante-se: www.ozonline.com.br

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Monte um quarto de menina dos sonhos


Decorar um quarto para menina não é uma tarefa fácil, mas pode ser bem divertida. São várias opções de cores, móveis e detalhes para compor o ambiente em que a bebê vai passar boa parte de seu tempo. Entre tantas boas ideias, uma é básica: conforto e praticidade são essenciais para um espaço de descanso e brincadeiras.  Abaixo, confira 10 dicas de como decorar o quarto de menina.

Cores
A escolha da cor é a primeira dúvida dos pais na hora de decorar o quarto da princesinha que está para chegar. De acordo com Luana Mattos, arquiteta e designer de interiores de São Paulo, a paleta de cores indicadas para quarto de criança é muito extensa, e até mesmo tons fortes ou escuros podem ser utilizados – desde que em determinados pontos. Para pintar as paredes, ela recomenda sempre optar por cores claras, pois elas trazem leveza e tranquilidade tanto para o bebê quanto para a mãe, principalmente se a criança for amamentada por lá.

Muito além do cor-de-rosa
As mães podem e devem apostar em diversas combinações para fugir do tradicional rosa. Algumas opções são turquesa, laranja, verde-limão, cinza, lilás e azul-marinho. Tons mais escuros, como preto, marrom, grafite e vermelho são muito bem-vindos em detalhes. Uma recomendação da arquiteta: não misturar cores que remetam a datas comemorativas - laranja com preto lembra o Halloween, e vermelho com verde o Natal -, pois isso deixa o espaço “datado”.

Inove nos temas tradicionais 
Nos quartos de bebês, os temas mais usados são basicamente os mesmos: quarto de princesa, chá de bonecas ou ursinhos. Mas a forma de utilização pode e deve variar. “O quarto de princesa não precisa ser necessariamente rosa, o de ursinhos não tem que ser bege ou marrom. Um toque de ousadia e criatividade traz personalidade ao espaço”, explica Luana.

Não sobrecarregue o visual 
Decorar um quarto de bebê – principalmente de uma menina – pode ser muito empolgante, mas não deixe essa euforia interferir na harmonia do espaço. Por isso, evite a utilização de acessórios em excesso, tenha consciência do tamanho do quarto (e utilize móveis e cores condizente a ele), mantenha os brinquedos organizados em caixas ou nichos e tenha cuidado na escolha da cortina e/ou da persiana (dê preferência a materiais antialérgicos).

Dê atenção aos puxadores 
Apesar de, às vezes, passarem despercebidos, os puxadores podem ser usados com criatividade. Em um quarto de menina, dá para fazer isso com ainda mais liberdade.  “Invista em modelos vintage, coloridos e bem-humorados”, sugere Felipe.

Organize os brinquedos 
O ideal é que eles sejam guardados em caixas leves e depois posicionados em locais de fácil acesso. Uma excelente opção de caixa é a de tecido, pois são fáceis de higienizar e não trazem nenhum tipo de risco para os pequenos.  “Quando as crianças começarem a utilizar os brinquedos sozinhas, uma dica é tirá-los da embalagem original e optar por caixinhas plásticas (dentro da caixa de tecido) onde eles possam colocar joguinhos e lápis de cor”, sugere Luana.

Convivência em harmonia 
Se a sua ideia é compartilhar o espaço entre duas meninas, opte por cores e temas que agradem ambas - nunca deixe prevalecer a vontade de apenas uma delas. Saiba que, apesar de estarem no mesmo espaço, é importante conseguir manter a individualidade de cada uma. Isso é possível com espaços bem definidos, que mantenham juntos os brinquedos de uso comum e objetos favoritos em separado. Se houver espaço, é bacana projetar possibilidades de brincadeiras em conjunto, que estimulem a integração entre as duas.

Gostaram dessas dicas? São do site Vida de beb~e, do Portal Terra. Foto: Shutterstock.
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sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Agenda dos 9 meses: cronograma para programar os compromissos da gravidez


Ver o filhote no ultrassom, montar o enxoval, organizar o chá de bebê... A gravidez traz uma série de compromissos específicos. Com a ajuda da coach de gestantes Viviane Paulucci, você vai curtir cada fase com segurança

1º mês
A gravidez começa no meio deste mês, quando ocorre a concepção. Mas é só no finalzinho dele que surgem as suspeitas. A menstruação atrasou? Vale fazer um teste de farmácia. Mas também ligue para seu médico e peça o beta HCG, exame de sangue que detecta a presença da proteína gonadotropina coriônica, produzida pela placenta.



2º mês
Hora de fazer todos os exames de sangue que o obstetra pediu na primeira consulta de pré-natal. Inclusive o ultrassom transvaginal para verificar a idade gestacional. E que tal avaliar se ele é o médico certo para trazer seu filho ao mundo? Descubra, por exemplo, se já fez muitos partos normais ou é conhecido por preferir cesárea.



3º mês
A partir da oitava semana é possível saber o sexo do bebê com o exame de sexagem fetal. Conselho: espere até a 12ª semana, quando os riscos de aborto natural caem muito. Convém escolher uma atividade física e iniciar assim que o médico der o aval. A calça não fecha? Um modelo que acompanhe o crescimento da barriga é o ideal.



4º mês
É essencial agendar, entre a 12ª e a 14ª semana, o primeiro ultrassom morfológico com translucência nucal, para rastrear doenças genéticas. Se vai completar o enxoval fora do país, reserve a passagem agora para até o sexto mês. Comece a pensar em reformas e móveis. Às vezes, o prazo de entrega supera um mês, diz Viviane.



5º mês
Entre a 14ª e a 16ª semana já é possível identificar o sexo, via ultrassom. Sinal verde para o enxoval! Defina a decoração do quarto, encomende o enfeite da porta da maternidade, as lembrancinhas... Procure cursos de gestante, de amamentação, de primeiros socorros e agende-os para o próximo mês.



6º mês
A melhor fase para fazer um ultrassom em 3D ou 4D é entre a 26ª e a 30ª semana. Antes disso, o bebê está magrinho. Depois, já começa a ficar difícil de achar um ângulo. Agora também você vai precisar de roupas que comportem o barrigão. Prefira blusas que facilitem a amamentação. Assim, poderá usá-las no pós-parto, ensina Viviane.



7º mês
Chegou a hora de receber as amigas para o chá de bebê! E também de visitar as maternidades e escolher duas opções (para o caso de não ter vaga). É importante fazer o ultrassom com Doppler para avaliar o fluxo sanguíneo nas veias uterinas, no cordão umbilical e na artéria cerebral do bebê e acompanhar o crescimento do feto, que acelera agora.



8º mês
As roupinhas da maternidade estão lavadas? E o seu enxoval, com camisola, chinelo...? Deixe a mala pronta. E o quarto do filhote montado. Se quer contratar babá, vá em frente. Assim terá tempo de treiná-la, explica Viviane. Escolha de quem encomendará os docinhos e passe o contato para o seu marido poder acionar na hora H.



9º mês
A frequência de consultas de pré-natal aumenta e entra em cena a cardiotocografia, exame que registra as contrações uterinas e os batimentos cardíacos do bebê. Se quiser ajuda para se preparar para o parto normal, pode chamar uma doula. Vai contratar um fotógrafo? Peça na maternidade. Vai dar tudo certo!



Com informações do site Cláudia.
Foto: Getty Images.

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quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Cores e estampas




Roupa de criança tem tudo a ver com cores vibrantes, e estampas coloridas e alegres, pois refletem bem a animação e a alegria da garotada.

Já há algum tempo a cartela de cores evoluiu do rosa para menina e azul para menino. Hoje as roupas são confeccionadas com cores extravagantes e modernas como laranja, pistache, safári, café, cru, marinho, abacate, pitanga. E o mais legal é que são unisex e deixam as crianças com um visual super atual.

As coleções também chegam com estamparias seguindo a tendência da moda internacional. São bolas, listras, estrelas, manchados, camuflados, flores e desenhos geométricos bastante inusitados.

“Sobre as cores e estampas, não existem limitações, tudo é permitido!”, afirma, Yves Pancotti, gerente de marketing de roupas infantis. A única recomendação é dar preferência para cores claras e evitar as escuras nos dias de calor.

Com informações do Guia do Bebê.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Prateleiras na decoração

Uma das melhores maneiras de deixar o quarto do bebê organizado é investindo na compra  de prateleiras. Estas peças, muitas vezes, são capazes de substituir os móveis e aproveitar o espaço vertical de um ambiente. Quando fixadas nas paredes, servem de suporte para arrumar enfeites, brinquedos e objetos pessoais.

As prateleiras já se destacam como grandes integrantes da decoração e contribuem com a tarefa de deixar um espaço mais arrumado. Apesar de todas as peças apresentarem a mesma funcionalidade, elas costumam variar quanto ao formato, cor, material e tamanho. Daí surge a importância de conhecer as características de cada tipo de prateleira para acertar na escolha.

Incapazes de decorar os ambientes de forma isolada, as prateleiras precisam estar contextualizadas. Desta forma, é muito comum encontrar paredes com peças que seguem uma determinada sequência de acordo com tamanho, cor ou design. Para cumprir perfeitamente o seu papel de suporte, é fundamental que a prateleira seja firme, resistente e duradoura.

Com informações do site Mundo das Tribos.

Confira algumas prateleiras que você encontra na OZ.









Fazemos também suas peças personalizadas. Confira as cores dos produtos em madeira em nosso site.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Como a prática esportiva pode ajudar a criança no dia a dia


O momento é de torcer pelo Brasil nas quadras, na piscina, na pista de atletismo. Bom motivo também para reunir a família em torno e conferir como é essencial aprender a lidar com vitórias e fracassos. "O esporte ensina que ganhar é bom, mas também é importante saber perder, desde que a derrota não se torne um hábito", diz o professor de educação física Leonardo de Matos Morillo.

A prática de jogos e atividades esportivas ensina a criança a lidar com as dificuldades do dia a dia. "É uma maneira eficaz de fazê-la entender que, diante de resultados negativos, não deve desanimar e sim treinar a superação", afirma a psicóloga de adolescentes Dulce Barros. Crianças que reagem mal a perdas podem entrar num processo destrutivo. "Quem se concentra apenas no lado competitivo perde a referência interna e tem a autoestima abalada", acredita Dulce. Prova disso são tantos atletas talentosos que muitas vezes se perdem, a ponto de puxar o tapete do adversário ou usar substâncias ilícitas para melhorar o desempenho. "São pessoas que só desenvolveram o lado negativo da competição", adverte a psicóloga. Para evitar esse tipo de comportamento, é preciso estimular a criança a desviar o foco do outro e olhar para si mesma, mostrando que é possível superar, a cada dia, as fraquezas e os obstáculos. "Ensinar que amanhã ela pode ser melhor, se treinar o bastante, é o caminho", garante o professor Leonardo. Sem esquecer que pais esportistas influenciam os filhos. Vale a máxima: criança aprende pelo exemplo.

Do individual ao coletivo

Praticar esportes individuais, como natação, artes marciais ou tênis, ajuda a trabalhar a superação. "São práticas que estimulam a concentração e a crença na força interna", conta a psicóloga. Na atividade que realiza sozinha, a criança também ganha autoestima. "Ela vai começar a admirar e respeitar o adversário. Afinal, o outro sempre vai ter qualidades também", diz Dulce. Na escola, jogos de equipe (como queimada) são uma prévia para encarar esportes mais competitivos. "Até os 8, 9 anos, o clima é mais recreativo do que competitivo", lembra Leonardo. Ele costuma ensinar a turminha dessa idade o sabor de ganhar e a dor de perder - sem deixar de premiar os campeões. "O incentivo é sempre para que busquem a vitória, sem desmerecer o segundo e o terceiro lugar", relata o professor. Já nos esportes coletivos, como futebol, vôlei e basquete, entra em foco o companheirismo - é quando a criança começa a enxergar o colega do time como um aliado e não um inimigo.

Treino doméstico

A prática de modalidades diferentes traz ainda a chance de mostrar à criança que existem inúmeras possibilidades - e que, se não for bem num esporte, pode dominar outro ou vários deles. "Cada esporte estimula uma descoberta. Quando entende o seu funcionamento, o pequeno pode querer experimentar outros. Não deixa de ser uma forma de descobrir o mundo", destaca a especialista. A prática esportiva, contudo, é uma das ferramentas para auxiliar meninos e meninas a encarar os desafios da vida, mas não a única. Jogos lúdicos, como os de tabuleiro com dados, ou de memória, também podem ser uma boa maneira de treinar a competição no ambiente doméstico. Mas não vale ceder à tentação de deixar o filhote ganhar para evitar escândalo - comportamento comum a muitos pais. "O ideal é propor uma nova rodada, estimulando a criança a conseguir um resultado melhor", recomenda a psicóloga. A maneira com que a família reage às derrotas é fundamental. Se os pais não admitem a perda, o filho vai sofrer sempre que não for o campeão", alerta Dulce Barros.

Com informações do site Máxima.
Foto: Getty Images.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Quais os reais benefícios da amamentação?


Quando se fala em amamentação, existe um pouco de resistência por parte das mulheres. Algumas reclamam da dor, outras afirmam que os seios "murcham". Mas será que essas afirmações são verdades ou mitos? Na semana da amamentação (de 03 a 07 de agosto), VivaSaúde conversou com Solange de Oliveira Saavedra, nutricionista do Conselho Regional de Nutricionistas de São Paulo, para esclarecer as dúvidas mais comuns referentes ao ato de amamentar.

Qual a importância da amamentação para a mãe?


Solange: Um dos grandes benefícios da amamentação é a conveniência, porque durante esses seis meses de vida do bebê ele não precisa mais de absolutamente nada. Ou seja, a mamãe não terá nada para lavar, esterilizar, preparar e carregar. É só dar o peito, que a natureza entrega o alimento prontinho. A amamentação também fortalece o vínculo mãe/filho, fazendo com que desenvolvam uma relação de amor e confiança. A criança, por sua vez, torna-se mais tranquila e mais segura. E esse vínculo entre mãe e filho facilita o desenvolvimento da criança e seu relacionamento com outras pessoas. O ato de sucção do bebê aliviará a mãe do desconforto dos seios cheios e pesados, e promove no organismo da mãe a secreção de um hormônio chamado prolactina que é responsável pela produção de leite e, também, pela inibição da ovulação, o que pode até servir como um método anticoncepcional, retardando o risco de uma nova gravidez. A amamentação reduz riscos de câncer de mama, ovário e útero e protege a mulher contra osteoporose.

E para o bebê?

A amamentação traz benefícios psicológicos, já que fortalece o vínculo mãe/filho, proporcionando sensações prazerosas para ambos, devido ao contato físico, ao carinho e o gradativo reconhecimento pelo bebê da voz da mãe. A criança que é amamentada recebe uma alimentação natural e completa, com benefícios importantes que o leite materno oferece, já que é adequado em proteínas, carboidratos, lipídios e sais minerais, e ainda permite uma digestão fácil, com menos problemas intestinais como diarreia ou constipação.

Geralmente, a criança amamentada ao seio tem menos chance de ganhar excesso de peso e se tornar obesa, pois recebe nutrientes nas quantidades necessárias para o seu organismo e tem menos chance, ainda, de se desidratar. O leite materno também é menos propenso a provocar reações alérgicas ou infecções bacterianas, já que fornece uma proteção natural, devido aos importantes anticorpos que são transmitidos da mãe para a criança. Por último, mamar favorece a formação dos dentes e o desenvolvimento adequado das mandíbulas do bebê, pois a sucção ajuda a movimentar os músculos e faz com que o leite seja deglutido corretamente; isso evita otites (inflamações no ouvido), muito comum em crianças que tomam mamadeira.

Como deve ser a alimentação da mulher que amamenta?


A mãe deve evitar jejuns e períodos longos sem se alimentar e realizar refeições diárias fracionadas em, pelo menos, seis vezes. É importante ingerir de dois a três litros de líquidos por dia, principalmente água e sucos naturais, pois o consumo de líquidos está diretamente relacionado à produção do leite. Consumir alimentos ricos em: vitamina A (fígado, gema de ovo, manteiga, margarina), vitamina C (frutas cítricas como laranja, limão e morango e vegetais como brócolis e repolho), cálcio (leite e seus derivados, como queijo e iogurte) e ferro (carnes, principalmente a vermelha) também é recomendado.

É verdade que algumas mães têm "leite fraco"?


Não existe leite fraco. Muitas mães pensam que o seu leite é fraco e não sacia o bebê por que ele chora muito, mas isso é um equívoco. Mesmo mães desnutridas oferecem um leite de composição adequada. A mãe não deve estabelecer horários nem a quantidade de leite que deve ser mamada pela criança. Somente o bebê saberá quando está satisfeito e largará o peito sozinho. Cada criança tem um funcionamento digestivo diferente, e por isso algumas sentem fome mais rápido que outras; o que também é normal.

Existe problema em não amamentar?


A mulher que acabou de ter um filho nunca deve deixar de amamentar por causa de trabalho, dores, temores ou crendices populares. A amamentação deve ser um ato consciente, sem incertezas ou inseguranças. E a mulher deve ser incentivada por todos e estar motivada para amamentar. Ela deve ser esclarecida pelos profissionais de saúde (médico, enfermeira, nutricionista) quanto aos benefícios da amamentação e o que fazer para superar obstáculos que porventura surjam no início ou durante o período de amamentação.

Com informações da Revista Viva Saúde (UOL).