segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Volta às aulas com estilo

Depois das férias, a garotada tem muita coisa para contar e mostrar na escola. As roupas novas entram nesta lista.

Quem viajou ou mesmo ficou na cidade rodando nos shoppings pode ter um look novo no armário. Mas nem toda roupa tem o conforto suficiente para se adequar à temperatura e às atividades infantis escolares e vestir flexível e leve.

Nas escolas que exigem ou disponibilizam uniformes, as roupas são pensadas para facilitar os movimentos e com peças para o verão e inverno. Isto descomplica tudo.

Mas se a tarefa de escolher é dos pais, o conforto tem que ser prioridade, não o visual. Em primeiro lugar é fundamental conhecer o calendário da escola e as atividades para escolher uma roupa condizente.

Crianças da educação infantil precisam de roupas que facilitem o movimento corporal e fácil de lavar e secar se sujar nas pinturas, massa de modelar e argila.

Quando ingressam na escola, os pequenos querem se parecer aos colegas e escolher a roupa que consideram ideal, mas nem sempre a adequada.

É saudável estimular que eles façam as próprias escolhas desde cedo, mas com coerência. Uma saída é oferecer três opções de roupas para que a criança possa decidir o que vai usar, mas dentro de uma seleção correta para se ajustar a todas as necessidades.

Temperatura

Para enfrentar o inverno, a criança precisa usar roupas quentes e calçados impermeáveis. No calor, o ideal são roupas de fibras naturais que refrescam e deixam a pele respirar, mas mesmo no verão é importante um agasalho ou uma capa de chuva na mochila da criança para possíveis trocas de temperatura, mais comum na meia estação.

Sugestão de figurino escolar 

A escolha de básicos em cores neutras misturados com itens de moda é o figurino nota dez para meninos e meninas.

Calças e bermudas

Justas, skinny, jeans, sarouel, jogging e em formatos militares cheias de bolsos, largas ou ajustadas.

Camisetas e tops

Sobreponha camisetas
Vista tops de decotes diferentes um sobre os outros, formando novos desenhos de decotes.
Vista camisetas de manga curta sobre camisetas de manga longa em cores e estilos diferentes.
Use camisetas com a imagem de seus ídolos ou conceitos estampados. Vai facilitar a identificação da galera da mesma tribo.

Moletons e malhas

Os moletons canguru (com fechos e capuz) são sempre modernos.
Malhas e moletons com decote redondo ou em "V" são curingas.

Jaquetas e japonas

Nylon é tecido para todas as estações em jaquetas inspiradas nos esportes radicais.
Veludo cotelê e lãs colegiais (tipo feltro) em japonas Caban de abotoamento traspassado.

Sapatos

Tênis transados ou os tradicionais, sapatilhas, sandálias com meias, tamancos e botinhas no inverno com formato confortável.

Camisas

Xadrez ou lisa, justa ou larga sobre tops para as meninas e em cima das camisetas dos meninos.

Cores

A escolha pode ser pelo preto, tons de azul, tons bebê, beges, verde musgo, caqui, marrom, marinho, cinzas e tons acinzentados que disfarçam as marcas do uso. Abuse dos tons fluo, tie dye (tinturas degradê) e estampa spray e das cores vivas ou da moda.

Com informações da Revista Pais e Filhos.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

8 quartos de bebê para você se inspirar

Funcionais, modernos e sofisticados... Confira diferentes estilos de quartos de bebê e fique cheia de ideias para decorar o cantinho do seu filho.


Fofo e funcional

A arquiteta Karin Heinzen assina este ambiente romântico. Os móveis em marcenaria têm linhas retas, contrastando com o berço e poltronas em estilo clássico, enquanto os acessórios trazem alegria ao espaço


Contemporâneo

Este quartinho, assinado pelas arquitetas Andrea Lacerda e Kika Guzzo, tem decoração contemporânea, em bege e branco, que atende tanto a meninos quanto a meninas


Futurista

Com tons de branco, rosa, cinza e preto, a dupla Mariana Albuquerque e Guilherme Ommundsen, criaram uma proposta futurista, com peças e obras da artista Lina Bo Bardi. A praticidade vem de forma inovadora: os brinquedos das crianças são organizados no teto e suspensos, tornando a circulação do ambiente livre


Atemporal

Ao elaborar este projeto, a arquiteta e urbanista Camila Braga refletiu sobre o rápido crescimento de um bebê e criou um ambiente atemporal, no qual os pais podem proporcionar à criança um espaço amplo, agradável e sem a necessidade de reformas em um futuro próximo


Lúdico

A decoração montada por Afrodite Sakkás Bueno e Tânia Benin agrega nichos de leitura, mesas de atividades, TV e DVD. Ao tablado é também dada a função de ser um palco, onde os gêmeos possam brincar, cantar e dançar. As cores alegres reforçam a intensão de quarto lúdico e a mesa giratória quando recolhida amplia o espaço para as brincadeiras


Moderno

Com estilo moderno característico, a arquiteta Mayra Lopes imprimi um novo conceito ao quarto do bebê. O ousado projeto transformou o ambiente em uma suíte aliando a contemporaneidade urbana, à delicadeza do bebê e o neoclassicismo da homenageada Daniela Albuquerque


Aconchegante

A arquiteta Aline Facanali projetou o quarto de bebê em estilo moderno com um toque de clássico, usando muita madeira. O ambiente foi pensado com foco na mãe e na criança de forma bastante funcional. A iluminação foi projetada para dar conforto durante os cuidados com o pequeno


Quarto da bagunça

Presente na maioria das casas de quem tem filhos, o cantinho da bagunça é o espaço de refúgio dos sonhos dos pequenos. E essa foi a inspiração do ambiente assinado pela arquiteta Camila Rosa. O projeto mostra um quarto lúdico e funcional cheio de mini detalhes

Com informações do M de Mulher.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Dia da Vovó na Oz

As vovós e seus netinhos que marcaram presença no Dia da Vovó, adoraram o evento. A Oz preparou uma tarde especial onde a diversão tomou conta do ambiente. Brincadeiras, mimos e uma maravilhosa degustação, fizeram parte desta bela homenagem àquelas que nos amam em dobro.

Agradecemos a todos que participaram do evento! Temos outras fotos em nossa página no Facebook. 






segunda-feira, 29 de julho de 2013

Dicas de brincadeiras educativas para seu filho

Veja algumas brincadeiras que não exigem brinquedos elaborados e fazem seu filho por a cabeça pra pensar.


Telefone sem fio
Idade: a partir de 4 anos
Número de participantes: a partir de 4
As crianças devem ficar em círculo ou enfileiradas. A primeira cria uma mensagem e fala no ouvido da próxima. A mensagem vai passando adiante, cada um dizendo aquilo que entendeu. O último participante deve dizer, em voz alta, o que ouviu. Se estiver correto, o criador da mensagem vai para o fim.

Mímica
Idade: a partir de 5 anos
Número de participantes: a partir de 4
Divida as crianças em dois times. Um participante deve se dirigir ao grupo adversário, que irá falar alguma palavra. A criança tem três minutos para representar, apenas com gestos, e o time deve adivinhar. O time que acertar mais, ganha.


Dança das cadeiras
Idade: a partir de 6 anos
Número de participantes: a partir de 5
Separe algumas cadeiras, de acordo com o número de pessoas, menos um. Em uma fila indiana, os participantes devem circular pelas cadeiras, com as mãos para trás e ao som de uma música. Quando a música parar, elas devem se sentar na cadeira mais próxima. Quem ficou de pé é eliminado e uma cadeira deve ser retirada. Vence quem sentar na única cadeira que restar.

Amarelinha
Idade: de 7 a 10 anos
Número de participantes: a partir de 1
Faça o desenho da amarelinha no chão e enumere os quadrados de 1 a 10. A criança joga uma pedra na primeira casa e, em um pé só, a pula e vai até a última. Na volta, pega a pedra do chão. Na próxima rodada, joga a pedra na casa 2 e vai até o fim em um pé só. E assim sucessivamente. Não pode colocar o segundo pé no chão, nem errar a casa.


Pular corda
Idade: a partir de 6 anos
Número de participantes: de 1 a 5
Duas crianças seguram a corda, uma em cada ponta, e fazem com que ela gire. Os outros participantes precisam pular a corda, que está em movimento. Isso pode ser feito com batidas lentas ou muito rápidas. Sai do jogo quem tropeça na corda. Também dá para pular em grupo, entrando um de cada vez ou todos juntos. Se a criança estiver sozinha, ela pode girar a corda com as duas mãos e pular!


Com informações da Revista Pais e Filhos.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Avós participam cada vez mais da criação dos netos


Com as longas jornadas de trabalho que as mães enfrentam ao lado dos pais, os avós têm sido cada vez mais solicitados a ajudar na criação das crianças. Em muitos casos, além dos cuidados diários, representam uma fonte importante de sustento financeiro.

Dados do IBGE apontam que 20% dos domicílios brasileiros têm idosos como chefes de família, o que corresponde a mais de 8 milhões de lares.

Vovós modernas

Aquele estereótipo da vovó tricotando na cadeira de balanço e do velhinho distribuindo presentes para os netinhos já não corresponde à realidade. Não mesmo!

Os avós de hoje pertencem a uma geração que encabeçou mudanças importantes na estrutura familiar. “Eles são mais liberais, mais saudáveis, mais ativos e economicamente mais estáveis do que os avós de épocas passadas. Essas diferenças se traduzem em novas maneiras de se relacionar com os netos”, afirma a psicoterapeuta Lidia Aratangy.

Do lado dos netos, eles têm pais cada vez mais velhos e menos irmãos. Entram na escola cada vez mais cedo e passam menos tempo com as mães. E elas continuam a se desdobrar para conseguir conciliar a maternidade com a carreira.

Com tudo isso acontecendo, uma das marcas do novo relacionamento entre avós e netos diz respeito ao papel de co-educação que os primeiros vêm assumindo ao lado dos pais. Afinal, a convivência cotidiana traz consigo responsabilidades que não cabiam aos avós de domingo.

Uma coisa é chupar bala antes do almoço, no final de semana, na casa da vovó. Outra coisa é comer doce fora de hora a semana toda.

Palpite é bom ou ruim?

Que os pais precisam ser respeitados quando se trata da educação dos filhos, não há dúvidas. Mas e os avós? Tanta dedicação tem alguma contrapartida, como, por exemplo, o direito de palpitar?

Existe uma linha fina, mas bem delimitada, entre palpitar e interferir. Segundo Lidia Aratangy, a ajuda que os avós oferecem não lhes dá direito de tomar decisões pelos filhos nem de impor modelos na resolução de conflitos familiares.

Ao mesmo tempo, é válido os avós terem o desejo de participar ativamente dos espaços que são levados pelos pais a ocupar. “Não é justo excluir da vida escolar do neto uma avó que é convocada com frequência para servir de motorista nos horários de entrada e saída da escola”, exemplifica a psicoterapeuta.

Quem sai ganhando?

A verdade é que, apesar das divergências – e por causa delas, já que conflitos bem administrados são fontes valiosas de crescimento – a parceria no cuidado com as crianças é uma experiência muito rica, para todos as partes envolvidas.

Para os avós, ter os netos presentes é uma injeção de vitalidade, que acaba por oferecer um novo sentido para esta fase da vida.

Os pais ganham a tranquilidade e a segurança de saberem que seus filhos estão em ótimas mãos. E mais: cercados de amor e de afeto.

Com essa convivência, as crianças descobrem que existem muitas maneiras de serem amadas e, também, educadas. E isso lhes proporciona mais abertura para perceber e conviver com as diferenças e oportunidades de viver novas experiência.

Quando nasce uma avó

A chegada de um bebê traz à tona um monte de sentimentos. Enquanto os pais estão inseguros, os avós estão ávidos em dar sua contribuição e nem sempre têm claro o limite entre ajudar e invadir.

“A avó de primeira viagem, sem saber bem como deve se comportar nessa posição, tende a defender-se da insegurança ocupando o papel de mãe”, explica Lidia Aratangy.

Com informações da Revista Pais e Filhos.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Saiba qual o brinquedo ideal de acordo com a idade do seu filho


Por mais leveza que contenham as palavras “brincar” e “brinquedo”, ambas estão relacionadas com o mais importante que nos dá a infância: o desenvolvimento e a formação da personalidade do seu filho. É como a criança experimenta a vida. Um companheiro inesquecível. E a responsabilidade de quem media esse encontro é enorme.

Pensar que um brinquedo mais difícil, ou seja, indicado para uma idade maior, pode estimular ainda mais (ou melhor) o seu filho, pode ser um problema. O importante é observar a fase em que a criança vivencia, e quais habilidades ela está desenvolvendo naquele momento, até para aproveitar o brinquedo da melhor maneira possível. Mas o fundamental mesmo é que ela experimente sempre. Uma criança pode usar de maneira mais simples, outra poderá elaborar mais.

0 a 1 ano

O bebê precisa de itens que estimulem seus sentidos e contribuam para seu desenvolvimento motor. A partir de 4 meses pode manipular chocalhos, mordedores, bonecos de pano que ele pode apertar. Até os 5 meses, a criança se sente atraída pelos móbiles bem coloridos e com sons. Mas, a partir disso, eles se tornam perigosos: a criança pode pegar e puxar para cima dela. Essa fase ainda comporta os tapetes de atividades: a criança ainda não senta, mas mexe com os diversos tipos de acessórios do brinquedo. Quando consegue ficar sentado, entre 6 e 8 meses, pega e examina os brinquedos com as mãos e suas formas, lados, cores, sons. Com os cubos coloridos, ele primeiro brinca de destruir: o adulto empilha os blocos e ele derruba tudo. Aos 9 meses, aperta os botões e adora provocar os barulhos dos brinquedos sonoros.

1 a 3 anos

Nessa fase em que começa a andar, os itens ao redor dele (inclusive os da casa!) chamam mais a atenção do bebê: ele quer mexer em tudo. É também nesse momento que ele passa a se relacionar com outras crianças e, na companhia delas ou não, a fazer o que chamamos de “imitar a vida adulta”. Assim, são sucesso brinquedos de telefone, ou os que a criança brinca de dirigir ou de cozinhar, bonecas para ninar etc. Quanto menor a criança, mais ela precisa de brinquedos que a façam se movimentar, como carrinhos de empurrar. É hora também da massinha de modelar, de pintar com as pontas dos dedos e de experimentar firmar o lápis de cera, desenvolvendo a coordenação motora fina e estimulando a criatividade. Com a curiosidade aguçada, seu filho também vai se interessar muito por itens com portas que se abrem e fecham e botões para apertar. Ainda desenvolvendo a coordenação, a criança passa a treinar com as peças de encaixar, de pano e espuma para os mais novos, e de plástico ou madeira para os mais velhos.

3 a 6 anos

Nessa fase ainda é importante ter brinquedos que exercitem a motricidade fina da criança, que passa a brincar mais em conjunto com os colegas e, ao mesmo tempo, com mais concentração. Assim, os blocos de montar diminuem de tamanho e entram nos armários das crianças os kits de criatividade e outros itens com opções para montar e construir. O faz de conta também passa a ocupar grande parte das brincadeiras da criança e os heróis, princesas e até os tipos de profissões entram para ficar. Junto deles, os cenários completam a fantasia: o forte apache, o teatro, navios, castelos, casinhas de boneca. Habilidades como estratégia e memória ficam ainda mais aguçadas, é nesta fase que surgem os primeiros jogos (os mais simples como dominó e memória) e quebra-cabeças. Cheias de energia, a criança é atraída pelo movimento: carrinhos, motos, trens, aviões e, claro, as bicicletas. A partir dos 4 anos, mover um brinquedo por controle remoto é um grande desafio.

A partir de 6 anos

Até mesmo por estarem na fase de alfabetização e por entender mais a lógica por trás das decisões estratégicas, os jogos de competição passam a ser mais bem aproveitados pelas crianças. Assim, chega de tudo: os de tabuleiro, sorte, estratégia, cartas ou dados são o forte dessa fase. É também nesse período que a imaginação “serve” a outros propósitos: se antes imitam a vida do adulto, agora as bonecas e bonecos representam o que a criança quer ser quando se imagina adulta.

De olho na segurança

Quando pensamos em “brinquedo adequado” segurança é crucial. A idade, claro, conta demais. Para Alessandra Françoia, coordenadora da ONG Criança Segura, no entanto, a indicação da idade é só uma forma de padronizar a segurança. “Mas as crianças podem ter diferenças e particularidades. A nossa recomendação é ir além da indicação da faixa etária na embalagem e tomar cuidado – principalmente para os de 3 e 4 anos – com peças pequenas.”

Veja as recomendações gerais:
• Os testes iniciais, logo depois de tirar o brinquedo da caixa: sacuda, balance, veja se não tem nada caindo, lascado ou pontiagudo.
• As peças não podem caber em um tubo de filme de fotografia.
• Cordões devem ter até 15 cm no máximo.
• Acesso totalmente fechado a baterias e pilhas, com parafusos.
• Tinta dos brinquedos não pode descascar.
• Periodicamente faça uma revisão dos brinquedos.

Com informações da Revista Crescer.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Como montar o quarto do bebê

Chegou a hora de montar o quarto do bebê. Você quer que seja tudo lindo e funcional, mas está sem ideias. Então não deixe de ver a seleção de inspirações abaixo feitas especialmente para quem está nessa fase.

1. Que tal decorar a parede com um quadro de memórias? Dá para colocar as principais fotos do recém nascidos, a pulseirinha e o gorrinho da maternidade, a impressões dos pezinhos e o que mais você preferir. É só aplicar tudo sobre um fundo firme e levar até um local que faça moldura de quadros. Peça para fazerem uma moldura caixa, com vidro na frente.

2. Outra ideia para decorar a parede são quadrinhos com roupinhas de boneca dentro. Se colocar um fundo colorido fica mais lindo ainda. Para os meninos, carrinhos uma sugestão é fazer o mesmo com carrinhos. Na hora de emoldurar, também dê preferência pela moldura caixa.

3. Nichos em quarto de bebê e criança são tudo de bom! Além de decorarem, eles também ajudam a organizar. Aqui a sugestão é customizá-los com um fundo estampado. Pode ser um aplique de papel de parede, papal para scrapbook ou tecido.

4. Que tal transformar uma cômoda simplesinha em um móvel cheio de estilo? É só mudar os puxadores e aplicar um adesivo por cima. Dá outra cara para o quarto.

5. Porta-trecos diferentes, que além de organizar também decora. Esse formato é ótimo para guardar brinquedos. Detalhe: cuide para combinar a estampa do tecido com as demais peças do quarto, é claro!

6. Parede de quarto de bebê nos dá liberdade para fazer muita coisa. Adorei essa ideia de pintá-la com diferentes cores. Também dá para fazer esse detalhe apenas em uma parte do espaço, como no projeto abaixo.

Com informações do Macetes de Mãe.