sexta-feira, 29 de junho de 2012

Colo faz bem e os bebês adoram


Estudo mostra que quanto mais colo e aconchego para o bebê, menor a propensão a estresse na vida adulta.

O instinto materno faz com que a mãe queira imediatamente pegar seu bebê no colo ao ouvi-lo chorar. No entanto, este gesto simples foi, durante anos, recriminado por aqueles que diziam que atender ao choro ou pegar muito no colo deixaria o bebê mal-acostumado e dependente. Dois pesquisadores de Harvard, um da área de estudos do cérebro e outro da área de traumas comportamentais, apresentaram recentemente um estudo importante: provaram que o colo e o contato físico com os bebês são benéficos para a formação de um indivíduo mais seguro e independente, com menos propensão a desordens como síndrome do pânico e desenvolvimento de traumas2.

Segundo os pesquisadores Michael L. Commons e Patrice M. Miller, a atitude dos americanos de "deixar chorar" ou manter o bebê longe dos pais difere muito de outras culturas, em que os pequenos são acalentados pelas mães na maior parte do tempo ou dormem com os pais. O bebê deixado sozinho pode sentir-se abandonado e amedrontado, sensações que não fazem bem ao seu desenvolvimento emocional. Quando perto da mãe, no entanto, o cheiro familiar e o som dos batimentos cardíacos do coração materno remetem à vida intrauterina. O calor do corpo da mãe tem a capacidade de relaxar rapidamente seu filhote2.

Aqui no Brasil, profissionais como Rosangela Alves, 35 anos, pedagoga, especialista em carregadores de bebês e mãe de Gabriel, 5 anos, e Heloísa, de 3 anos, também defendem os benefícios do colo e da proximidade com bebês. Para ela, "no colo, o bebê tem um aprendizado facilitado, vê o mundo na altura de sua mãe, cresce mais independente e seguro". A consultora acredita que está havendo uma mudança comportamental em nossa sociedade: "ainda sofremos influência de gerações anteriores, que não incentivavam o contato intenso entre mãe e bebê ou mesmo a amamentação. No entanto, em sua experiência, os benefícios são visíveis: a criança que fica no colo é mais bem nutrida, mais calma, chora menos, tem menos incidência de cólicas e regurgitamentos, além da sensação de proteção".

Outro estudo recente, este sobre a visão dos bebês, reforça a teoria de como o colo é benéfico: os recém-nascidos enxergam de forma mais nítida quando estão numa distância entre 20 e 30 cm do objeto, coincidentemente a distância que mantêm do olhar da mãe ao serem amamentados. É nessa posição que têm sua melhor capacidade de focar, iniciando o reconhecimento do mundo e o fortalecimento muscular dos olhos3 .

"É importante que os pais saibam que deixar o bebê chorar e não confortá-lo pode causar danos permanentes", explica Michael L. Commons. Os estudiosos de Harvard incentivam que os pais levem os bebês para o quarto do casal. "A tensão resultante da separação precoce causa mudanças no cérebro dos bebês que faz com que se tornem adultos mais suscetíveis ao estresse". Para eles, o medo da dependência não faz sentido, pois o contato físico fará crianças mais seguras, aptas a se relacionarem de forma saudável quando adultas. Miller diz: "nos preocupamos tanto com independência, que geramos efeitos negativos disso, como pessoas que não gostam de ser tocadas e que tendem ao isolamento, mesmo em suas fases mais difíceis".

Rosângela também é categórica ao relacionar colo com afeto, "sempre oriento as mães a seguirem seus instintos, pois bebê no colo é o maior símbolo do amor incondicional" conclui. Pelo jeito, ficará cada dia mais fácil para as mamães ignorarem os palpites dos desconfiados e curtirem o grude com seus filhotes.

Com informações do portal Bebê.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Como cuidar das roupinhas do bebê?



Aquele cheirinho agradável de roupa nova deve ficar somente na lembrança, pois os especialistas aconselham lavar todas as peças antes de usá-las. Esse cuidado não precisa ser eterno, mas deve ser adotado pelo menos até o primeiro trimestre de vida. Outra precaução importante nesse período é não utilizar produtos químicos, incluindo amaciantes. “É bom não abusar nos primeiros dias de vida. Apesar do cheirinho agradável, o bebê ainda é muito vulnerável e existe risco de alergias e irritações”, avisa Viviane Paulucci.

Ela ainda considera importante lavar as roupas na mão nos primeiros meses, mas admite que o uso da fronha ou de sacos de lavagem nas máquinas pode ser adotado sem problemas. O que não pode é misturar a roupa do bebê com a dos demais familiares, especialmente se alguém apresentar algum problema dermatológico. O recém-nascido tem a pele sensível e sempre existe a probabilidade de contaminação. Débora Araújo, consultora da Personal Bebê, aconselha até comprar baldes exclusivos para as roupinhas do novo membro da família.

Aliás, os baldes podem ser a alternativa para a rotatividade das trocas. “Uma boa dica é tirar a roupinha do bebê e já deixar de molho com sabão neutro para lavar no fim do dia”, ensina Viviane. A recomendação também facilita a remoção das manchas de papinhas e outras sujeiras típicas dos bebês maiores. Nesse caso, aconselha-se o uso de água morna, sabão de coco e sol. “O ideal é esfregar com o sabão e deixar ao sol por algumas horas. Depois é só lavar normalmente e enxaguar muito bem”, ensina Debora. Outra dica é usar vinagre ou talco nas manchas. As especialistas não recomendam água sanitária, mas admitem o uso de produtos químicos especializados para bebês após o primeiro trimestre.

“É interessante colocar meias, luvas, gorros e sapatinhos dentro de um saco próprio para lavagem de roupas delicadas ou até mesmo dentro de uma fronha. Por serem peças muito pequenas, isso evita que se percam.” Debora lembra que fechar os botões das roupinhas é importante para não estragar as peças mais sensíveis, enquanto Viviane aconselha retirar as etiquetas. Peças de linha e lã devem ser lavadas a mão, pois duram mais. Se optarem pela máquina, é melhor não centrifugá-la. Ambas as especialistas reforçam a importância de passar as roupas com ferro quente para reforçar a higienização.

Cuidados básicos:

1- Não misture a roupa do bebê com as roupas da família.

2- Use sabão neutro principalmente no primeiro trimestre de vida do bebê.

3- Produtos químicos não são recomendados. Só é aconselhável utilizar fórmulas de limpeza especializadas após os primeiros meses.

4- Se for utilizar a máquina de lavar, adote fronhas e sacos para roupas delicadas.

5- Passe as roupas com ferro quente.

6- Deixe as peças de molho após as trocas e lave-as no fim do dia.

7- Para tirar manchas, não utilize água sanitária. Recomendam-se receitas caseiras e produtos especializados para bebês.

Com informações do site Bebe.com.
Foto: Getty Images.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Dicas para escolher a melhor poltrona de amamentação




Após o nascimento, passaremos boa parte do tempo amamentando o bebê. Neste momento tão especial entre a mamãe e o bebê é indispensável que o lugar reservado para amamentar seja bem tranquilo, arejado e que tenha uma poltrona confortável.

Para uma poltrona de amamentação  ser considerada confortável, precisa acomodar bem a mamãe e o bebê. A poltrona precisa ter apoio para as costas e para o braço. É necessário também um puff ou banqueta para o apoio das pernas.

O apoio do braço não pode ser muito alto, pois se o braço da mamãe ficar abaixo do apoio, terá apenas o “vão” da lateral para acomodar o bebê, portanto é importante que os braços fiquem confortavelmente acima do apoio. O encosto alto é o mais indicado, pois permite à mamãe manter a postura correta e relaxada.

Ao comprar a poltrona, temos que pensar também no seu uso após a amamentação, portanto o mais indicado é que seja de cor neutra ou branca. Desta forma depois do período de amamentar poderemos usá-la em outros cômodos da casa, para leitura, para ninar as crianças, para contar estorinhas.

Antes de amamentar, deixe tudo que precisará ao lado da poltrona de amamentar, um copo de água para hidratar-se, um relógio digital para controlar o horário, fraldas de pano para limpar a boquinha do bebê e protetores de seios. Tomando todos estes cuidados a mamãe estará garantindo todo o conforto e tranqüilidade nesse momento tão especial.

Com informações do site Gravidez de Gêmeos. 

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Como ensinar seu filho a fazer amigos




Seu filho pequeno não sai do seu lado? Você tenta enturmá-lo na pracinha ou no clube, mas não adianta? Se continuar assim, ele vai crescer com a dificuldade de fazer amigos e pode se tornar um adolescente, e até um adulto, isolado.

“Não adianta impor aos filhos a obrigação de fazer amigos. É preciso lidar com isso com naturalidade, é um processo longo, mas que vale a pena”, analisa a psicóloga Lélia Reis.

“Amigos servem para mostrar às crianças que existem outras formas de afeto além da família. Isso traz independência e ajuda no desenvolvimento”, completa a psicóloga. Ensinar seu filho a fazer amigos vai ajudá-lo a entender o que é solidariedade e cooperação, e vai fortalecê-lo como pessoa. Além disso, evita o bullying (comportamento agressivo entre estudantes). “Como sempre, o melhor ensinamento é o limite, fundamental para que ele entenda que deve respeitar o espaço do outro e, assim, fazer e cultivar amigos”, resume Lélia.

O empurrãozinho que faltava...

A psicóloga Lélia Reis dá dicas para ajudar a criança a ter uma vida social saudável

· Respeite o jeito do seu filho. Se ele é mais quieto, não o force a ser cheio de amigos e comunicativo. Ele pode ser reservado e ter poucos amigos, mas estar feliz assim.

· Não projete nele suas experiências. Ele não tem que ser o mais popular da escola só porque você se sentia rejeitada quando era pequena.

· Estabeleça limites. Ou ele pode se tornar um adulto chato que quer tudo sempre do jeito dele.

· Ensine-o a respeitar as diferenças e a nunca julgar as outras pessoas.

Timidez além do limite

É hora de ajudar seu filho (conversando, pedindo apoio da escola ou até com a ajuda de um psicólogo) se ele apresentar alguns dos problemas abaixo quando está rodeado
por muitas pessoas:

· Mostra aversão pelas pessoas à sua volta.

· Fica muito incomodado.

· Chora compulsivamente.

· Fica ansioso demais.

Com informações do site Ana Maria.
Foto: Dreamstime

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Dicas para organizar a gaveta do bebê




Como deixar a cômoda do seu filho linda e com espaço para todo o enxoval.

O que usar todos os dias 
Para as peças que você pega a toda hora, opte pelo prático. As fraldas descartáveis saem do pacote e são colocadas na vertical, lado a lado. Aqui também entram as fraldas de pano. Na outra gaveta, barbeadores, toalhinhas de boca, sapatos e meias. Não, nunca dobre as meias para dentro (deixando o avesso para fora): fica feio e laceia o elástico. Se essas peças menores estiverem dentro de uma cestinha ou caixa transparente, melhor: assim você não corre o risco de, quando puxar a gaveta, cair tudo que empilhou. 

Tudo bem arrumadinho 
Para a designer de interiores Aly Simonetti, a cômoda fica ainda mais organizada com as bordas das peças voltadas para o fundo das gavetas. Lençóis e toalhas têm de a ficar dispostos como nas lojas, com a parte fofinha para fora. Na hora de dobrar, todas na mesma medida, para não entortar. Outra sugestão é que os conjuntos fiquem sempre juntos. Se for de lençol, a fronha fica para cima. Se for camiseta de baixo, também. Guardar em plástico, nunca. Pior é a umidade que pode ser acumulada do que a possibilidade do pó. As roupas que não são mais usadas vão para outro lugar da casa.

Como dobrar 
- Bodies: dobre em três e com os botões para dentro;
- Macacões: as pernas para dentro também em três. Conforme a criança cresce, aumenta o número de dobras;
- Calças pequenas: o vinco de todas devem ficar para o mesmo lado

Sempre do mesmo jeito 
Você decide onde coloca cada coisa conforme a quantidade. Separe em pilhas se “sem mangas”, de “curtas” e de “compridas”. Fica mais prático e mais bonito se não hora de empilhar você aproximar as cores, das escuras para as claras. As estampadas têm uma pilha só delas. Roupas para sair ficam no mesmo lugar e os pijamas, sempre na mesma gaveta.

Para proteger 
Se o móvel que você usa estiver novo, o forro é dispensável. Caso contrario, use pedaços de tecidos mais duros cortados do tamanho das gavetas para forra-las e evitar que alguma peça se estrague com lascas de madeira, por exemplo.

Na última, lençóis e toalhas
Esta gaveta fica reservada para as roupas do berço. Os lençóis de carrinho ou de bebê conforto também, junto das mantas, cobertores, etc.

Com informações da Revista Crescer.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Arandelas


Dependendo da peça, oferecem uma luz difusa porém concentrada, sem agredir os olhos e criando um clima gostoso em casa. São bons elementos cenográficos que podem ser usados interna e externamente.

Arandelas devem ser usadas em locais onde a luz não é protagonista, em ambientes que precisam ser iluminados de forma leve e despretensiosa, como fachadas, corredores, banheiros, varandas e dormitórios.

No caso de fachadas, devem ser usadas em locais de passagem, de forma a conduzir o trajeto.  Em banheiros e lavabos, devem ser usadas com moderação. A ideia é apenas iluminar a superfície onde fica a pia e deixar o ambiente agradável.

Para a maioria dos casos, a altura ideal de uma arandela é entre 2,00 e 2,20 m para casas com pé-direito normal (entre 2,50 e 2,70 m). Essa regra também vale para banheiros e lavabos, onde existem espelhos. Em dormitórios, arandelas são usadas como luz de cabeceira e devem ser fixadas a 1,00 ou 1,10 m de altura, sobre criados-mudos.

Encontramos essas dicas no site Casa e Imóveis.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Aprenda a fazer massagem no seu bebê


Seu toque pode ajudar o bebê a relaxar e dormir bem. Veja alguns movimentos sugeridos pela psicóloga cognitiva francesa Sophie Dumet no livro Guia de Massagens para Bebês (Larousse).

· Passe um óleo específico para bebês em suas mãos e esfregue uma na outra para aquecê-las. Então, deslize suavemente os dedos sobre o couro cabeludo. Depois, coloque a palma das mãos em contato com o rosto de seu filho, de forma que ele sinta o calor delas. "Isso proporciona um relaxamento profundo", garante Sophie.

· Pressione levemente os seus polegares na planta dos pés da criança ou na palma das mãos. "Isso vai permitir que o bebê alivie as tensões internas, que são inúmeras nesse período em que ele começa a se movimentar e ainda não consegue falar para se fazer compreender", explica a terapeuta.

· Coloque o bebê de lado, passe óleo nas costas dele e deslize uma mão após a outra de cima para baixo até o fim da coluna vertebral. Termine deslizando os dedos até a base do pescoço, na altura da dobrinha.

Encontramos esta dica no site CLÁUDIA.
Foto: Getty Images