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sexta-feira, 6 de julho de 2012
10 competências que seu filho precisa aprender
Não estamos falando de idiomas nem de MBAs: para ser bem-sucedido num mundo de mudanças rápidas e valores sociais em alta, o profissional do futuro terá que mostrar habilidades e comportamentos que não se aprendem na escola. E você é parte vital dessa preparação.
No dia a dia, com pequenas atitudes, você pode contribuir para o desenvolvimento das dez competências e habilidades que vão fazer do seu filho um profissional bem-sucedido e antenado com o futuro. Veja quais são elas e que parte cabe a você.
1. Flexibilidade
Os avanços em todas as áreas acontecem cada vez mais rápido. É fundamental cultivar múltiplos interesses, manter-se atualizado e estar disposto a abrir mão de antigas convicções em favor das novas descobertas.
O que ajuda: os livros ensinam a pensar, imaginar, criar, analisar o mundo e as pessoas. Por isso, vale a pena estimular seu filho a ler, mas também é ótimo compartilhar os livros e conversar interessadamente sobre o que ele está lendo.
2. Convivência
Conviver e lidar com pessoas de outras culturas, ritmos, estilos, valores e crenças é indispensável no mundo atual..
O que ajuda: estabeleça limites claros e exija que seu filho os cumpra. Mostre a importância de respeitar regras, como horários e uso do uniforme escolar.
3. Iniciativa
Em um mundo dinâmico e em constante transformação, ficar preso a antigas fórmulas pode ser um tiro no pé para o desenvolvimento de uma carreira de sucesso.
O que ajuda: proporcione programas variados nas artes, na música, no esporte para que seu filho adquira interesses diversificados e se sinta especialmente motivado a buscar atividades em áreas múltiplas.
4. Ética
As próximas gerações precisarão adotar posturas íntegras em relação a trabalho, colegas, fornecedores, clientes e parceiros. As empresas estão cada vez mais aprendendo que o jeitinho pode comprometer sua imagem e levar à perda de negócios.
O que ajuda: valores claros dentro de casa contribuem para consolidar atitudes éticas. Outra boa medida é discutir em família fatos cotidianos que coloquem aspectos éticos em xeque, como os recentes casos de corrupção.
5. Criatividade
Está ligada à capacidade de mudança e inovação, à imaginação, à sensibilidade e ao senso estético.
O que ajuda: varie os caminhos entre casa e escola, busque programas diferentes para realizar em família e proponha desafios, como o de preparar a própria comida em vez de descongelar uma pizza.
6. Escolha
Curso de inglês ou de música? Intercâmbio cultural agora ou uma poupança para fazer MBA no exterior mais tarde? Boas escolhas exigem boa visão de conjunto e análise de prós e contras.
O que ajuda: convide seu filho a participar de decisões em família e a avaliar com você os aspectos bons e desfavoráveis de cada alternativa. Da escolha do restaurante no domingo à roupa adequada a um evento, estimule-o a selecionar o que acha mais razoável e explique que nem sempre se pode ter ou fazer o que se deseja.
7. Autoestima
A convicção de ter um papel ativo no mundo e a confiança na própria capacidade caracterizam a autoestima, que fornece a coragem necessária para levar adiante qualquer projeto.
O que ajuda: incentive seu filho a participar socialmente e a ter posturas positivas diante da vida. Se ele é do tipo que vive fazendo projetos grandiosos, ajude-o a planejar metas parciais e objetivas, mais possíveis de alcançar, para que siga acreditando na própria capacidade de realizar sonhos.
8. Maturidade
Essa qualidade envolve responsabilidade, disciplina e integridade.
O que ajuda: encarregue seu filho de ajudar nas tarefas domésticas e cobre-o por elas. Diante de pedidos fúteis, procure deixar clara a diferença entre querer e precisar.
9. Controle
Em tempos de competição acirrada, quem respeita os próprios limites e aprende a relaxar na hora certa tem maior serenidade para fazer boas escolhas, focar metas, eleger prioridades e lidar com fatos novos.
O que ajuda: não sobrecarregue seu filho com o excesso de tarefas. Estabeleça uma rotina que o ajude a conciliar responsabilidade e lazer, como fazer a lição primeiro e sair com os amigos depois.
10. Comunicação
Significa dizer o que pensa, mas na hora certa, para a pessoa certa e do jeito certo. Essa qualidade envolve a capacidade de expressar ideias e pensamentos, sempre de maneira clara, fluente e organizada.
O que ajuda: observe a maneira como seu filho se expressa. Analise se ele usa muitas gírias e se consegue estabelecer uma linha de raciocínio lógica. Estimule a discussão sobre temas polêmicos e, principalmente, converse muito a respeito dos mais variados assuntos.
Com informações do site Cláudia.
Foto: Getty Images.
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Como preparar o filho para a chegada do irmão
A segunda gravidez costuma gerar sentimentos ambíguos. Ao mesmo tempo que você está feliz em ter outro filho, fica triste com a mudança na relação com o primeiro e se sente culpada por fazê-lo dividir o amor dos pais. É normal que a criança tenha ciúmes do bebê. Algumas atitudes vão ajudá-la a viver essa etapa de ajustes emocionais de forma mais positiva:
Expectativas realistas
Não espere que a criança vá adorar ter um irmão. Pode ser que, no início, ela fique mais apegada a você ou apresente dificuldade para dormir. Também é comum o aparecimento de comportamentos regressivos, como fazer xixi na calça ou falar como um bebê. O melhor é aceitar esse sentimento e incentivá-la a expressar as emoções. Não se incomode se ela desenhar a família sem o bebê, mas deixe claro que machucá-lo não é aceitável. Frases como Às vezes é difícil ser a irmã mais velha mostram que você a entende.
Os preparativos
Durante a gravidez, converse sobre como é a rotina de um bebê. Diga que, embora ele vá exigir cuidados, você continuará tendo um tempo para ela. Mostre-lhe fotos de quando ela era bebê e leia livros infantis sobre a chegada do irmão. Esclareça quem vai tomar conta dela enquanto você estiver no hospital.
Evite mudanças
Qualquer alteração na vida da criança, como entrar para a escola, mudar de quarto ou tirar a fralda, deve ser feita no mínimo seis meses antes de o bebê nascer.
No hospital
O irmão deve conhecer o bebê na maternidade assim que você estiver em condições de recebê-lo e dar atenção a ele. Se possível, evite a presença de outras visitas. Ele também pode ganhar presentes para comemorar a nova posição, de irmão mais velho. Lembre parentes e amigos de não deixá-lo de lado. Não se preocupe se ele pedir a você para devolver o bebê: esse primeiro encontro não é sinal do tipo de relação que eles vão ter no futuro.
Refira-se ao bebê como uma pessoa
Fale sobre o recém-nascido para a criança usando frases como Veja como a Bia mexe a boca, acho que ela está com fome. Chame a atenção da criança para como o bebê gosta quando ela fala com ele, empurra o carrinho ou sorri para ele.
Incentive a participação
A maioria dos irmãos quer colaborar com os cuidados do bebê. Valorize essa ajuda sem forçar a criança.
Dê atenção
É muito importante manter sua relação com o filho mais velho. Combine um horário especial para ficar a sós com ele fazendo algo divertido. Evite a divisão você/bebê, pai/filho mais velho. É preciso muita conversa para que ambos os pais convivam com cada um dos filhos.
A longa jornada
Acostumar-se a dividir a atenção dos pais leva tempo. Alguns comportamentos podem durar semanas; outros, não surgem até o bebê ter 7 ou 8 meses. Enquanto isso, seu papel é demonstrar que cada um tem um lugar especial na família, um lugar que ninguém pode tirar.
Com informações do site CLÁUDIA.
Foto: Getty Images.
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