sexta-feira, 29 de junho de 2012

Colo faz bem e os bebês adoram


Estudo mostra que quanto mais colo e aconchego para o bebê, menor a propensão a estresse na vida adulta.

O instinto materno faz com que a mãe queira imediatamente pegar seu bebê no colo ao ouvi-lo chorar. No entanto, este gesto simples foi, durante anos, recriminado por aqueles que diziam que atender ao choro ou pegar muito no colo deixaria o bebê mal-acostumado e dependente. Dois pesquisadores de Harvard, um da área de estudos do cérebro e outro da área de traumas comportamentais, apresentaram recentemente um estudo importante: provaram que o colo e o contato físico com os bebês são benéficos para a formação de um indivíduo mais seguro e independente, com menos propensão a desordens como síndrome do pânico e desenvolvimento de traumas2.

Segundo os pesquisadores Michael L. Commons e Patrice M. Miller, a atitude dos americanos de "deixar chorar" ou manter o bebê longe dos pais difere muito de outras culturas, em que os pequenos são acalentados pelas mães na maior parte do tempo ou dormem com os pais. O bebê deixado sozinho pode sentir-se abandonado e amedrontado, sensações que não fazem bem ao seu desenvolvimento emocional. Quando perto da mãe, no entanto, o cheiro familiar e o som dos batimentos cardíacos do coração materno remetem à vida intrauterina. O calor do corpo da mãe tem a capacidade de relaxar rapidamente seu filhote2.

Aqui no Brasil, profissionais como Rosangela Alves, 35 anos, pedagoga, especialista em carregadores de bebês e mãe de Gabriel, 5 anos, e Heloísa, de 3 anos, também defendem os benefícios do colo e da proximidade com bebês. Para ela, "no colo, o bebê tem um aprendizado facilitado, vê o mundo na altura de sua mãe, cresce mais independente e seguro". A consultora acredita que está havendo uma mudança comportamental em nossa sociedade: "ainda sofremos influência de gerações anteriores, que não incentivavam o contato intenso entre mãe e bebê ou mesmo a amamentação. No entanto, em sua experiência, os benefícios são visíveis: a criança que fica no colo é mais bem nutrida, mais calma, chora menos, tem menos incidência de cólicas e regurgitamentos, além da sensação de proteção".

Outro estudo recente, este sobre a visão dos bebês, reforça a teoria de como o colo é benéfico: os recém-nascidos enxergam de forma mais nítida quando estão numa distância entre 20 e 30 cm do objeto, coincidentemente a distância que mantêm do olhar da mãe ao serem amamentados. É nessa posição que têm sua melhor capacidade de focar, iniciando o reconhecimento do mundo e o fortalecimento muscular dos olhos3 .

"É importante que os pais saibam que deixar o bebê chorar e não confortá-lo pode causar danos permanentes", explica Michael L. Commons. Os estudiosos de Harvard incentivam que os pais levem os bebês para o quarto do casal. "A tensão resultante da separação precoce causa mudanças no cérebro dos bebês que faz com que se tornem adultos mais suscetíveis ao estresse". Para eles, o medo da dependência não faz sentido, pois o contato físico fará crianças mais seguras, aptas a se relacionarem de forma saudável quando adultas. Miller diz: "nos preocupamos tanto com independência, que geramos efeitos negativos disso, como pessoas que não gostam de ser tocadas e que tendem ao isolamento, mesmo em suas fases mais difíceis".

Rosângela também é categórica ao relacionar colo com afeto, "sempre oriento as mães a seguirem seus instintos, pois bebê no colo é o maior símbolo do amor incondicional" conclui. Pelo jeito, ficará cada dia mais fácil para as mamães ignorarem os palpites dos desconfiados e curtirem o grude com seus filhotes.

Com informações do portal Bebê.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Como cuidar das roupinhas do bebê?



Aquele cheirinho agradável de roupa nova deve ficar somente na lembrança, pois os especialistas aconselham lavar todas as peças antes de usá-las. Esse cuidado não precisa ser eterno, mas deve ser adotado pelo menos até o primeiro trimestre de vida. Outra precaução importante nesse período é não utilizar produtos químicos, incluindo amaciantes. “É bom não abusar nos primeiros dias de vida. Apesar do cheirinho agradável, o bebê ainda é muito vulnerável e existe risco de alergias e irritações”, avisa Viviane Paulucci.

Ela ainda considera importante lavar as roupas na mão nos primeiros meses, mas admite que o uso da fronha ou de sacos de lavagem nas máquinas pode ser adotado sem problemas. O que não pode é misturar a roupa do bebê com a dos demais familiares, especialmente se alguém apresentar algum problema dermatológico. O recém-nascido tem a pele sensível e sempre existe a probabilidade de contaminação. Débora Araújo, consultora da Personal Bebê, aconselha até comprar baldes exclusivos para as roupinhas do novo membro da família.

Aliás, os baldes podem ser a alternativa para a rotatividade das trocas. “Uma boa dica é tirar a roupinha do bebê e já deixar de molho com sabão neutro para lavar no fim do dia”, ensina Viviane. A recomendação também facilita a remoção das manchas de papinhas e outras sujeiras típicas dos bebês maiores. Nesse caso, aconselha-se o uso de água morna, sabão de coco e sol. “O ideal é esfregar com o sabão e deixar ao sol por algumas horas. Depois é só lavar normalmente e enxaguar muito bem”, ensina Debora. Outra dica é usar vinagre ou talco nas manchas. As especialistas não recomendam água sanitária, mas admitem o uso de produtos químicos especializados para bebês após o primeiro trimestre.

“É interessante colocar meias, luvas, gorros e sapatinhos dentro de um saco próprio para lavagem de roupas delicadas ou até mesmo dentro de uma fronha. Por serem peças muito pequenas, isso evita que se percam.” Debora lembra que fechar os botões das roupinhas é importante para não estragar as peças mais sensíveis, enquanto Viviane aconselha retirar as etiquetas. Peças de linha e lã devem ser lavadas a mão, pois duram mais. Se optarem pela máquina, é melhor não centrifugá-la. Ambas as especialistas reforçam a importância de passar as roupas com ferro quente para reforçar a higienização.

Cuidados básicos:

1- Não misture a roupa do bebê com as roupas da família.

2- Use sabão neutro principalmente no primeiro trimestre de vida do bebê.

3- Produtos químicos não são recomendados. Só é aconselhável utilizar fórmulas de limpeza especializadas após os primeiros meses.

4- Se for utilizar a máquina de lavar, adote fronhas e sacos para roupas delicadas.

5- Passe as roupas com ferro quente.

6- Deixe as peças de molho após as trocas e lave-as no fim do dia.

7- Para tirar manchas, não utilize água sanitária. Recomendam-se receitas caseiras e produtos especializados para bebês.

Com informações do site Bebe.com.
Foto: Getty Images.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Dicas para escolher a melhor poltrona de amamentação




Após o nascimento, passaremos boa parte do tempo amamentando o bebê. Neste momento tão especial entre a mamãe e o bebê é indispensável que o lugar reservado para amamentar seja bem tranquilo, arejado e que tenha uma poltrona confortável.

Para uma poltrona de amamentação  ser considerada confortável, precisa acomodar bem a mamãe e o bebê. A poltrona precisa ter apoio para as costas e para o braço. É necessário também um puff ou banqueta para o apoio das pernas.

O apoio do braço não pode ser muito alto, pois se o braço da mamãe ficar abaixo do apoio, terá apenas o “vão” da lateral para acomodar o bebê, portanto é importante que os braços fiquem confortavelmente acima do apoio. O encosto alto é o mais indicado, pois permite à mamãe manter a postura correta e relaxada.

Ao comprar a poltrona, temos que pensar também no seu uso após a amamentação, portanto o mais indicado é que seja de cor neutra ou branca. Desta forma depois do período de amamentar poderemos usá-la em outros cômodos da casa, para leitura, para ninar as crianças, para contar estorinhas.

Antes de amamentar, deixe tudo que precisará ao lado da poltrona de amamentar, um copo de água para hidratar-se, um relógio digital para controlar o horário, fraldas de pano para limpar a boquinha do bebê e protetores de seios. Tomando todos estes cuidados a mamãe estará garantindo todo o conforto e tranqüilidade nesse momento tão especial.

Com informações do site Gravidez de Gêmeos. 

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Como ensinar seu filho a fazer amigos




Seu filho pequeno não sai do seu lado? Você tenta enturmá-lo na pracinha ou no clube, mas não adianta? Se continuar assim, ele vai crescer com a dificuldade de fazer amigos e pode se tornar um adolescente, e até um adulto, isolado.

“Não adianta impor aos filhos a obrigação de fazer amigos. É preciso lidar com isso com naturalidade, é um processo longo, mas que vale a pena”, analisa a psicóloga Lélia Reis.

“Amigos servem para mostrar às crianças que existem outras formas de afeto além da família. Isso traz independência e ajuda no desenvolvimento”, completa a psicóloga. Ensinar seu filho a fazer amigos vai ajudá-lo a entender o que é solidariedade e cooperação, e vai fortalecê-lo como pessoa. Além disso, evita o bullying (comportamento agressivo entre estudantes). “Como sempre, o melhor ensinamento é o limite, fundamental para que ele entenda que deve respeitar o espaço do outro e, assim, fazer e cultivar amigos”, resume Lélia.

O empurrãozinho que faltava...

A psicóloga Lélia Reis dá dicas para ajudar a criança a ter uma vida social saudável

· Respeite o jeito do seu filho. Se ele é mais quieto, não o force a ser cheio de amigos e comunicativo. Ele pode ser reservado e ter poucos amigos, mas estar feliz assim.

· Não projete nele suas experiências. Ele não tem que ser o mais popular da escola só porque você se sentia rejeitada quando era pequena.

· Estabeleça limites. Ou ele pode se tornar um adulto chato que quer tudo sempre do jeito dele.

· Ensine-o a respeitar as diferenças e a nunca julgar as outras pessoas.

Timidez além do limite

É hora de ajudar seu filho (conversando, pedindo apoio da escola ou até com a ajuda de um psicólogo) se ele apresentar alguns dos problemas abaixo quando está rodeado
por muitas pessoas:

· Mostra aversão pelas pessoas à sua volta.

· Fica muito incomodado.

· Chora compulsivamente.

· Fica ansioso demais.

Com informações do site Ana Maria.
Foto: Dreamstime

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Dicas para organizar a gaveta do bebê




Como deixar a cômoda do seu filho linda e com espaço para todo o enxoval.

O que usar todos os dias 
Para as peças que você pega a toda hora, opte pelo prático. As fraldas descartáveis saem do pacote e são colocadas na vertical, lado a lado. Aqui também entram as fraldas de pano. Na outra gaveta, barbeadores, toalhinhas de boca, sapatos e meias. Não, nunca dobre as meias para dentro (deixando o avesso para fora): fica feio e laceia o elástico. Se essas peças menores estiverem dentro de uma cestinha ou caixa transparente, melhor: assim você não corre o risco de, quando puxar a gaveta, cair tudo que empilhou. 

Tudo bem arrumadinho 
Para a designer de interiores Aly Simonetti, a cômoda fica ainda mais organizada com as bordas das peças voltadas para o fundo das gavetas. Lençóis e toalhas têm de a ficar dispostos como nas lojas, com a parte fofinha para fora. Na hora de dobrar, todas na mesma medida, para não entortar. Outra sugestão é que os conjuntos fiquem sempre juntos. Se for de lençol, a fronha fica para cima. Se for camiseta de baixo, também. Guardar em plástico, nunca. Pior é a umidade que pode ser acumulada do que a possibilidade do pó. As roupas que não são mais usadas vão para outro lugar da casa.

Como dobrar 
- Bodies: dobre em três e com os botões para dentro;
- Macacões: as pernas para dentro também em três. Conforme a criança cresce, aumenta o número de dobras;
- Calças pequenas: o vinco de todas devem ficar para o mesmo lado

Sempre do mesmo jeito 
Você decide onde coloca cada coisa conforme a quantidade. Separe em pilhas se “sem mangas”, de “curtas” e de “compridas”. Fica mais prático e mais bonito se não hora de empilhar você aproximar as cores, das escuras para as claras. As estampadas têm uma pilha só delas. Roupas para sair ficam no mesmo lugar e os pijamas, sempre na mesma gaveta.

Para proteger 
Se o móvel que você usa estiver novo, o forro é dispensável. Caso contrario, use pedaços de tecidos mais duros cortados do tamanho das gavetas para forra-las e evitar que alguma peça se estrague com lascas de madeira, por exemplo.

Na última, lençóis e toalhas
Esta gaveta fica reservada para as roupas do berço. Os lençóis de carrinho ou de bebê conforto também, junto das mantas, cobertores, etc.

Com informações da Revista Crescer.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Arandelas


Dependendo da peça, oferecem uma luz difusa porém concentrada, sem agredir os olhos e criando um clima gostoso em casa. São bons elementos cenográficos que podem ser usados interna e externamente.

Arandelas devem ser usadas em locais onde a luz não é protagonista, em ambientes que precisam ser iluminados de forma leve e despretensiosa, como fachadas, corredores, banheiros, varandas e dormitórios.

No caso de fachadas, devem ser usadas em locais de passagem, de forma a conduzir o trajeto.  Em banheiros e lavabos, devem ser usadas com moderação. A ideia é apenas iluminar a superfície onde fica a pia e deixar o ambiente agradável.

Para a maioria dos casos, a altura ideal de uma arandela é entre 2,00 e 2,20 m para casas com pé-direito normal (entre 2,50 e 2,70 m). Essa regra também vale para banheiros e lavabos, onde existem espelhos. Em dormitórios, arandelas são usadas como luz de cabeceira e devem ser fixadas a 1,00 ou 1,10 m de altura, sobre criados-mudos.

Encontramos essas dicas no site Casa e Imóveis.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Aprenda a fazer massagem no seu bebê


Seu toque pode ajudar o bebê a relaxar e dormir bem. Veja alguns movimentos sugeridos pela psicóloga cognitiva francesa Sophie Dumet no livro Guia de Massagens para Bebês (Larousse).

· Passe um óleo específico para bebês em suas mãos e esfregue uma na outra para aquecê-las. Então, deslize suavemente os dedos sobre o couro cabeludo. Depois, coloque a palma das mãos em contato com o rosto de seu filho, de forma que ele sinta o calor delas. "Isso proporciona um relaxamento profundo", garante Sophie.

· Pressione levemente os seus polegares na planta dos pés da criança ou na palma das mãos. "Isso vai permitir que o bebê alivie as tensões internas, que são inúmeras nesse período em que ele começa a se movimentar e ainda não consegue falar para se fazer compreender", explica a terapeuta.

· Coloque o bebê de lado, passe óleo nas costas dele e deslize uma mão após a outra de cima para baixo até o fim da coluna vertebral. Termine deslizando os dedos até a base do pescoço, na altura da dobrinha.

Encontramos esta dica no site CLÁUDIA.
Foto: Getty Images

Meninos se alimentam mais do que as meninas?


Você sabia que, entre os 9 e 10 anos, os meninos podem comer mais do que as meninas. É o organismo da criança acumulando mais energia para o estirão. Entretanto, isso não significa que os meninos tendem a se alimentar em maiores quantidades do que as garotas, informa Priscilla Kakitsuka, nutricionista do Hospital Samaritano de São Paulo.

A nutricionista lembra que a quantidade de alimentos que a criança ingere, independente do sexo dela, está relacionada aos hábitos da famílias. Crianças que passam o dia beliscando, por exemplo, acabam comendo bem mais do que as que fazem as refeições em horários regrados.

É verdade que os meninos comem mais do que as meninas? Por que isso acontece?

“Na realidade não existe um estudo que comprove esse fato. Essa variação depende do comportamento da criança e de seus hábitos alimentares e independe do sexo. Essa tese de que meninos comem mais do que as meninas são fatos que foram observados do comportamento das crianças de forma genérica.

Se uma família de uma menina, por exemplo, tem o hábito de beliscar e comer fora do horário, essa menina provavelmente terá uma tendência a comer mais do que um menino em que a família tende a comer nos horários corretos.

Segundo as recomendações nutricionais de energia para crianças, as variações entre sexo masculino e feminino são insignificantes. Logo as necessidades são parecidas”.

É sempre assim ou tem uma idade que prevalece mais?

“Observa-se que na fase da pré-adolescência, aproximadamente aos 9-10 anos, os meninos tendem a comer mais que as meninas para o acúmulo de energia para o estirão. E esse fator tende a ser mais evidente na adolescência. E é a partir dos 9 anos que as diferenças sobre as recomendações nutricionais de energia entre meninos e meninas ficam mais evidentes”.

Como saber se a criança está comendo a quantidade correta para o tamanho dela ou se está comendo excessivamente e assim, colocando a saúde em risco?

“Toda criança deve ser acompanhada pelo seu pediatra. Nas consultas após a mensuração do peso e da estatura, o médico tem condições de avaliar se a criança está ganhando mais peso do que o normal quando insere o peso e a estatura nas curvas de avaliação ponderal.

Nos primeiros anos de vida e principalmente quando a criança começa a receber outros alimentos além do leite materno, se a criança evolui com o peso acima do esperado para a média da sua idade, esse indicador pode mostrar que possivelmente a criança está consumindo energia além da sua capacidade de gastar, resultando em acúmulo e ganho excessivo de peso, podendo prejudicar a sua saúde no futuro”.


Com informações do blog da jornalista Chris Flores.
Foto: Photodisc / Thinkstock / Gettyimages

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Por que o bebê fica tão suado no inverno, principalmente na cabeça?

"Os recém nascidos transpiram pela cabeça, a região mais quente do corpo deles. Isso acontece principalmente durante a amamentação, quando o bebê faz força para sugar o leite", explica o pediatra e neonatologista Marcelo Reibscheid, do Hospital e Maternidade São Luiz, de São Paulo. Mas, lembre-se de que o excesso de roupa pode causar até febre ou desidratação no bebê. Fique atenta. A sensação térmica do recém-nascido não é muito diferente da sua. Enrolá-lo em duas cobertas numa tarde quente, por exemplo, seria uma decisão errada. Se a temperatura for de 30 °C, não há problema em vesti-lo com uma camiseta de manga curta e tecido fino.

Com informações do Portal Bebê.

As cores na decoração

A regra número um da decoração original é justamente fugir dos lugares comuns. E sabemos bem a respeito da tendência geral de recorrer aos tons suaves, como o lilás, o azul claro e o rosa, na decoração de quartos infantis.

É bem verdade que sua popularidade entre mães é explicada pela teoria de que cores fortes em demasia estimulam o bebê em excesso. Mas essa máxima só é pertinente para a aplicação impensada e exagerada de vermelhos, laranjas e de outras cores mais vibrantes. Na decoração inteligente, até o preto total tem sua vez. Não vetaria nenhuma cor, nem mesmo o preto. Ele, por exemplo, pode ficar divertido com um amarelo, em pouca quantidade, defende a arquiteta e decoradora Vanessa Féres.

A decisão a respeito da cor está intimamente ligada ao estilo decidido. No entanto, em quartinhos sem temas, uma parede mais viva ou, até mesmo, um móvel colorido podem revolucionar o conjunto. Não há leis, desde que você use cores e objetos em proporções suaves.

Para garantir uma decoração versátil e que possa ser reaproveitada com a mudança da fase do seu filho, a escolha da cor também tem papel importante. Não convém investir em rosas intensos ou estampas infantis demais para um quarto que você não quer reformar depois. Os tons neutros como o areia, o amarelo, e as listras marrom com bege, prometem dar menos dor de cabeça na hora de redecorar.

Com informações do portal Bebê.
Foto: Thinkstock / Gettyimages

Use o cotonete corretamente

O uso de cotonete é algo que deixa muitos pais em dúvida. E é cada vez mais comum os pediatras falarem para não usá-lo, uma vez que se não for passado corretamente, pode até machucar.

"Recomendamos que passe somente na parte de fora do ouvido e jamais dentro do canal auditivo. O pavilhão é uma descida que não pode ser cutucada, senão, a cera vai para dentro, fica parada e dura e dá aquela sensação de ouvido tapado e som abafado, podendo causar otite", explica o doutor Hamilton Robledo, pediatra do Hospital São Camilo.

Na dúvida, o médico recomenda aos pais que passem apenas a ponta da toalha nas orelhas dos filhos. E claro, jamais deixe o cotonete em lugares de fácil acesso para as crianças. Elas não devem usá-lo sozinhas jamais, pois podem se ferir usando-o sem a supervisão de um adulto.

Com informações do blog da jornalista Chris Flores.
Foto: iStockphotos / Thinkstock / Gettyimages

Sete exames para fazer no seu bebê antes de deixar a maternidade

Cuidados relacionados à prevenção não só livram você de muitas doenças como aumentam as chances de sucesso de um eventual tratamento nos casos em que, pela genética ou fatores ambientais, os cuidados não foram suficientes para afastar um problema de saúde. No caso de um recém-nascido, as precauções começam antes mesmo de deixar a maternidade - quanto mais cedo melhor, porque um diagnóstico preocupante tem mais chances de ser revertido. O teste do pezinho e a tipagem sanguínea são exemplos de exames que ajudam bastante os especialistas a identificarem doenças que exigem reação urgente.

No Dia Nacional do Teste do Pezinho, marcado em 6 de maio, veja sete exames importantes, ainda que nem sempre obrigatórios ou oferecidos pela rede pública de saúde, que são recomendados para o recém-nascido. A pediatra Rejane Silva Cavalcante, do departamento Científico de Neonatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBD), e o pediatra e neonatologista Jorge Huberman, neonatologista do Hospital Albert Einstein explicam quais são eles e como funcionam.

Teste do pezinho básico

O que diagnostica: fenilcetonúria (deficiência no metabolismo de determinada proteína que pode levar ao retardo mental), hipotireoidismo congênito (deficiência na produção de hormônios da tireoide que pode afetar o desenvolvimento da criança ou levar ao retardo mental), fibrose cística (doença hereditária que pode gerar acúmulo de muco nos pulmões e no pâncreas, podendo levar à morte), hemoglobinopatias (doenças de sangue, como a anemia falciforme)

Quando deve ser feito: 48 horas após o nascimento

Como é feito: por meio da coleta de sangue do calcanhar (pela praticidade) ou da veia do bebê. Ele precisa ter sido amamentado antes do exame, pois o leite materno deixa problemas metabólicos do organismo mais evidentes.

Disponibilidade: obrigatório e realizado gratuitamente pela rede pública de saúde

Teste do pezinho ampliado

O que diagnostica: mais de 30 doenças, desde problemas genéticos e metabólicos até doenças infecciosas como a toxoplasmose

Quando deve ser feito: 48 horas após o nascimento

Como é feito: por meio da coleta de sangue do calcanhar ou da veia do bebê. Ele precisa ter sido amamentado antes do exame, pois o leite materno deixa problemas metabólicos do organismo mais evidentes

Disponibilidade: não obrigatório e não oferecido pela rede pública de saúde, mas pode ser solicitado na maternidade

Tipagem sanguínea

O que diagnostica: tipo sanguíneo para o caso de emergências médicas

Quando deve ser feito: 48 horas após o nascimento

Como é feito: a coleta pode ser feita do bebê ou, em alguns casos, até da placenta

Disponibilidade: obrigatório e realizado gratuitamente pela rede pública de saúde

Teste da orelhinha

O que diagnostica: surdez

Quando deve ser feito: ainda na maternidade

Como é feito: o pediatra coloca um aparelho similar a um fone de ouvido na criança ligado a um equipamento que produz estímulos inaudíveis que identificam traços de surdez.

Disponibilidade: obrigatório e realizado gratuitamente pela rede pública de saúde

Teste do olhinho

O que diagnostica: alterações oculares, como a catarata, que podem levar à cegueira

Quando deve ser feito: na primeira semana de vida

Como é feito: um feixe de luz é direcionado nos olhos da criança. Se eles forem saudáveis, emitirão uma cor avermelhada e contínua

Disponibilidade: não é obrigatório, mas deve ser solicitado. Oferecido pela rede pública, mas realizado obrigatoriamente apenas em algumas cidades

Teste do coraçãozinho

O que diagnostica: doenças cardíacas, como defeitos nas válvulas do coração

Quando deve ser feito: ainda na maternidade

Como é feito: um aparelho de pressão chamado oxímetro é colocado em dois membros do bebê para avaliar a oxigenação do sangue. Se o equipamento apontar diferença entre um e outro, a criança pode ter algum problema cardíaco e, assim, outros exames são solicitados

Disponibilidade: não é obrigatório, mas deve ser solicitado. Algumas redes públicas realizam o exame gratuitamente

Teste do quadril

O que diagnostica: problemas no quadril, como encurtamento do membro e osteartrose precoce, que destrói a cartilagem que reveste o osso

Quando deve ser feito: ainda na maternidade

Como é feito: o pediatra movimenta as pernas e o quadril do bebê com técnicas da chamada Manobra Ortolani. Se perceber algum problema, solicita outros exames

Disponibilidade: não é obrigatório, mas deve ser solicitado. Oferecido pela rede pública, mas realizado obrigatoriamente apenas em algumas cidades

Com informações do site Minha Vida.

Higiene bucal: ensine o seu filho a cuidar dos dentinhos


Veja como ajudar as crianças a escovar os dentes corretamente e o que fazer em cada idade para que seus filhos cresçam com dentes saudáveis e um sorriso lindo.

Com bebês recém-nascidos (até 6 meses)

Se ainda estiver amamentando no peito, não é necessário fazer higiene bucal. O leite materno já protege a boca naturalmente. Ao acrescentar alimentos à dieta do bebê, faça a higiene com gaze ou fralda umidificada com água potável.

1. Segure a cabeça do bebê, com ele na posição de amamentar.

2. Passe uma gaze molhada nos lábios até que ele abra a boca.

3. Limpe com o dedo, de forma suave, até o final da boca. Tenha cuidado para não provocar ânsia.


A partir do primeiro dente

"Assim que nasce o primeiro dente, as mães podem usar escova com pasta de dente com flúor, na quantidade equivalente a um grão de arroz", afirma a odontopediatra Adriana Mazzoni. Coloque o bebê na posição em que você amamenta. Faça isso duas vezes ao dia, após as refeições.

De 1 a 6 anos

Assim que a criança quiser, pode deixá-la escovar os dentes sozinha duas vezes por dia, mas um adulto deve supervisionar.

Passo a passo:

1. Coloque a criança em pé e de costas, entre as pernas do adulto.

2. Apoie a cabeça dela num dos braços. Com o outro braço, escove os dentes dela.

3. O tamanho da escova e o uso de fio dental devem ser orientados por um profissional.

A partir de 6 anos, com os dentes permanentes

Na escova de dentes, coloque a quantidade de pasta equivalente a no máximo um grão de ervilha. “Faça movimentos circulares nos dentes da frente, e para a frente e para trás nos últimos dentes. A partir dos 8 anos de idade, a criança já adquire coordenação motora para fazer uma boa limpeza”, afirma Adriana.

3 dicas dos especialistas

Fio Dental: “O movimento de vai-e-vem deve ser como se o fio estivesse ‘enxugando’ o dente, dos dois lados”, orienta Adriana.

Raspador de Língua: crianças não devem usá-lo. Nelas, em vez disso, use a própria escova de dentes para limpar a língua e o céu da boca, sempre com delicadeza.

Enxaguante bucal: ele é um medicamento e só deve ser usado com a recomendação do dentista.

Com informações do site ANA MARIA.
Foto: Getty Images. 

Um toque delicado


Quando souberam que teriam mais um bebê, os pais de Sofia, de 5 anos resolveram não só fazer um quartinho para o filho que estava a caminho, como também reformar o quarto da filha mais. Além de estar maiorzinha e já ter seu gosto formado, seria uma forma de fazer com que a garotinha não se sentisse enciumada se visse o irmão mais novo ganhando tudo novo e ela não.

O planejamento do quarto seguiu de forma bem tranquila. "Apenas a pintura de base do quarto que precisou de um dia, quando a garotinha dormiu no quarto do irmãozinho. Fora este detalhe, planejamos a chegada de todos os itens juntos, inclusive a instalação da bancada", disse a decoradora Saide Sabongi.

A bancada foi projetada em linha reta e assim, não interferiu nos móveis de linha provençal laqueada e mais românticos. A iluminação também foi feita sob medida para a garotinha que está aprendendo a ler e em breve poderá ser usada para os estudos.

"As prateleiras ainda abrigam o universo da criança, com adornos , brinquedos e livrinhos. Uma mesinha para brincadeiras com as amiguinhas perto da janela, 'conversa' com as aplicações de flores na barra da cortina. Tapetes , quadros, lustre e enxoval seguem a mesma proposta quanto ao tema", falou a especialista.

Para deixar o ambiente ainda mais feminino, pintura com florzinhas na parede. "O pé direito do quarto é alto e já existia o roda meio de gesso no quarto da criança, item que agradava a mãe. Mantivemos o roda meio e  colocamos flores na parte superior da parede em tons de lilás e um pouquinho de rosa. Embaixo pintamos de lilás, para contrastar com a cama laqueada", explicou Saide.

Legal, né?

Encontramos esta dica no site da jornalista Chris Flores.
Foto: Divulgação.

Os benefícios do parto normal


O parto normal pode ser entendido como uma espécie de ritual de passagem importante para o bebê. É a transição da vida num ambiente escuro, líquido e quente para um lugar mais amplo, frio, iluminado, onde ele vai passar a respirar de forma autônoma, algo diferente do que experimentou no útero. "O stress que o bebê sofre no parto normal é benéfico para sua adaptação", afirma Renato Kalil, obstetra e especialista em reprodução humana. As mudanças no trabalho de parto desencadeiam a produção de substâncias - entre elas os corticoides - que ajudam a preparar o organismo do filho para seu novo hábitat. A saída pelo canal vaginal - e não pela barriga - traz vantagens: propicia a compressão do tórax, que leva a criança a eliminar todo o líquido amniótico do aparelho respiratório.

Para a mulher, as vantagens da via normal também são muitas. Ela toma menos remédio, corre menos riscos de infecção, hemorragia e embolia. A perda de sangue não chega a meio litro. Se o médico precisa fazer a episiotomia - incisão no períneo, o músculo entre a vagina e o ânus - para aumentar o canal de expulsão, apenas seis ou sete pontos resolvem. Já na cesárea, cirurgia abdominal que prevê anestesia peridural ou raquidiana, a perda é em torno de 1,5 litro de sangue. O corte é bem radical, atinge ao todo sete camadas, que serão fechadas com 150 pontos, a maioria deles nas áreas internas. A cicatrização é demorada.

Rito de passagem
Se a cesariana não deve ser banalizada, tampouco merece condenação. "Ela é uma conquista", afirma o médico Eduardo Souza. Ele adverte, no entanto, que a cirurgia só deve ser adotada quando há recomendação.

A transformação da cirurgia em algo corriqueiro preocupa o governo. Para estimular a via normal, o Ministério da Saúde tomou iniciativas, como criar ambientes propícios para o parto na rede pública e casas que funcionam só com parteiras, mas que ficam contíguas a hospitais - que podem dar socorro imediato em caso de complicações. Os resultados ainda não apareceram. Na década passada, o SUS registrou um salto de 24% para 36% no número de cesáreas. Outra medida é a parceria que está sendo firmada com a Fundação Bill e Melinda Gates, nos Estados Unidos. O ministério e a instituição do criador da Microsoft vão investir mais de 14 milhões de reais, nos próximos dois anos, em pesquisas para melhorar a saúde materna, as condições do parto e, assim, reduzir a incidência de bebês prematuros, segunda causa de morte de brasileiros até 5 anos.

Em entrevista concedida à revista CLAUDIA, o médico Alexandre Padilha, ministro da Saúde explica por que é um dos defensores do parto normal e quais são as ações do governo para estimular a prática. Veja:

Por que defende o parto normal?
Sou um pleno defensor desde a faculdade de medicina, onde entendi a fisiologia da mulher e as vantagens do parto normal. A convicção se fortaleceu com a experiência como infectologista. A paciente fica menos tempo no hospital; portanto, o risco de infecção é menor.

A que experiências se refere?
Assisti mães ativas no parto normal - elas já pegavam o bebê e o amamentavam - enquanto as outras estavam anestesiadas. Coordenei o Núcleo de Medicina Tropical da USP, que montou um centro no Pará, em comunidades indígenas. Vi muitos nascimentos. Nenhum com sofrimento.

A mulher urbana, mais sedentária que a indígena, está preparada?
Ela tem de encarar a gravidez como um momento para se cuidar. Se é sedentária, deve criar hábitos saudáveis, preparar o corpo, evitar riscos de obesidade e hipertensão. O pré-natal é para isso.

Médicos preferem a cirurgia. Como o governo mudará essa cultura?
Atacando em várias frentes. Temos de tê-los como parceiros - a opinião deles influencia a mulher - e mudar sua formação. Residentes não aprendem o parto normal, formam-se em hospitais de alta complexidade que só realizam cesáreas. Também devemos valorizar, financeiramente, o que a rede pública já faz há dez anos. Em 2011, a Agência Nacional de Saúde Suplementar passou a estimular os planos de saúde. Os que diminuem as cirurgias recebem um indicador positivo. Outra coisa é falar com a gestante: o governo faz campanhas permanentes sobre as vantagens da via natural.

Com informações do site Cláudia.
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Como higienizar carrinhos e cadeirinhas de bebê


Você higieniza o carrinho, bebê conforto e cadeirinha do seu bebê? Esses itens por serem muito utilizados pelas crianças são fontes de contaminação e proliferação de bactérias e fungos. Não é pouco frequente o derramamento de líquidos ou alimentos nesses produtos, e o aparecimento de micro-organismos, ocasionado pelo depósito de restos de comida e umidade, pode afetar a saúde dos bebês e crianças.

A falta de higienização pode ocasionar problemas gastrointestinais como diarreia, febre e vômito, alergias e problemas respiratórios. "A criança ainda não tem totalmente formado o seu sistema imunológico, então ela fica exposta a esses agentes agressores com mais facilidade", diz a microbiologista e professora do curso de Biomedicina da Veris Faculdades, Rosana Siqueira dos Santos.

Assim como a falta de higienização, a utilização de certos produtos para a limpeza também podem ocasionar problemas ao bebê. "A utilização de alvejante e produtos químicos que contenham cloro ou outro com cheiro forte em carrinhos ou cadeirinhas pode causar coceiras, irritações alérgicas e outros desconfortos", aponta.

Formas de Higienizar

A limpeza desses acessórios de uso infantil no final do dia é uma prática saudável e protetora. Primeiramente, os pais precisam estar atentos às informações e orientações de limpeza do fabricante do carrinho e da cadeirinha do bebê no ato da compra, observando o tipo de material e revestimento utilizados na fabricação. "Cada modelo é feito de material diferente e isso requer alguns cuidados na hora de lavar", explica a microbiologista Rosana Siqueira dos Santos.

Antes da lavagem é preciso observar se a estrutura de pano ou forro é lavável. Se a criança derramar algum tipo de líquido como suco e sopa, a limpeza deve ser feita primeiramente com um pano seco para retirar os resquícios de alimento e umidade. Em seguida, passe um pano úmido com sabão neutro. "Esfregue a área atingida para evitar que fique com cheiro ruim ou que manche o carrinho ou cadeirinha. Logo em seguida, pegue outro pano úmido sem sabão e passe novamente até retirar todo o sabão e sujeira. Depois passe um pano limpo e seco sobre toda a área atingida e deixe secar naturalmente na sombra", orienta.

Segundo a microbiologista, a lavagem deve ser feita com sabão neutro em água morna (temperatura em torno de 40° C). "Isso facilita a ação do sabão neutro sobre a sujeira", diz Rosana, que orienta a não deixar de molho e sim lavar na sequência.

Alguns materiais, como o algodão, não é recomendado esfregar, torcer ou colocar na máquina. "Deixe secar naturalmente à sombra. Se for possível passe o ferro sobre o tecido porque isso facilita a eliminação de qualquer resíduo de bactérias, fungos e vírus no produto, tomando cuidado para não queimá-lo ou danificá-lo", afirma. Se não for possível passar o ferro, antes de colocar o forro no lugar verifique se está totalmente seco, para não haver a formação de mofo.

As partes metálicas dos carrinhos e cadeirinhas também precisam de atenção.

As hastes metálicas da cadeirinha devem ser limpas com água e sabão neutro. "É preciso tomar cuidado para não usar esponjas abrasivas para esfregar porque isso pode danificar as hastes e deixar o carrinho e cadeirinha com aspecto ruim", recomenda. Outra opção, conforme explica, é passar um pano seco primeiro para a retirada de toda sujeira e partículas de poeira e, logo em seguida, aplicar pano úmido com álcool 70% e deixar secar naturalmente.

Antes de deixar os acessórios disponíveis para o uso do bebê, é preciso que os pais chequem a segurança das hastes metálicas. "Os pais têm que ver se não há nenhuma peça solta, porque isso pode ocasionar algum tipo de acidente com a criança".

Para quem prefere praticidade, a lavagem do carrinho ou cadeirinha pode ser feita na lavanderia, que utilizará produtos bactericidas na limpeza.

De acordo com o gerente operacional da Quality Lavanderia, Ricardo Monteiro, o material já higienizado é devolvido entre quatro e sete dias úteis, em média. "Irá depender muito do carrinho. É uma lavagem completa onde o material é todo desmontado e lavado por partes", diz.

No entanto, os cuidados com acessórios de uso infantil não devem ser excessivos para não gerar problemas à saúde da criança. "A mamãe não precisa ficar neurótica em matéria de limpeza, só deve ter condições básicas de higienização", esclarece Rosana.

Com informações do Bbel (UOL).
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Como preparar o filho para a chegada do irmão


A segunda gravidez costuma gerar sentimentos ambíguos. Ao mesmo tempo que você está feliz em ter outro filho, fica triste com a mudança na relação com o primeiro e se sente culpada por fazê-lo dividir o amor dos pais. É normal que a criança tenha ciúmes do bebê. Algumas atitudes vão ajudá-la a viver essa etapa de ajustes emocionais de forma mais positiva:

Expectativas realistas

Não espere que a criança vá adorar ter um irmão. Pode ser que, no início, ela fique mais apegada a você ou apresente dificuldade para dormir. Também é comum o aparecimento de comportamentos regressivos, como fazer xixi na calça ou falar como um bebê. O melhor é aceitar esse sentimento e incentivá-la a expressar as emoções. Não se incomode se ela desenhar a família sem o bebê, mas deixe claro que machucá-lo não é aceitável. Frases como “Às vezes é difícil ser a irmã mais velha” mostram que você a entende.

Os preparativos

Durante a gravidez, converse sobre como é a rotina de um bebê. Diga que, embora ele vá exigir cuidados, você continuará tendo um tempo para ela. Mostre-lhe fotos de quando ela era bebê e leia livros infantis sobre a chegada do irmão. Esclareça quem vai tomar conta dela enquanto você estiver no hospital.

Evite mudanças

Qualquer alteração na vida da criança, como entrar para a escola, mudar de quarto ou tirar a fralda, deve ser feita no mínimo seis meses antes de o bebê nascer.

No hospital

O irmão deve conhecer o bebê na maternidade assim que você estiver em condições de recebê-lo e dar atenção a ele. Se possível, evite a presença de outras visitas. Ele também pode ganhar presentes para comemorar a nova posição, de irmão mais velho. Lembre parentes e amigos de não deixá-lo de lado. Não se preocupe se ele pedir a você para devolver o bebê: esse primeiro encontro não é sinal do tipo de relação que eles vão ter no futuro.

Refira-se ao bebê como uma pessoa

Fale sobre o recém-nascido para a criança usando frases como “Veja como a Bia mexe a boca, acho que ela está com fome”. Chame a atenção da criança para como o bebê gosta quando ela fala com ele, empurra o carrinho ou sorri para ele.

Incentive a participação

A maioria dos irmãos quer colaborar com os cuidados do bebê. Valorize essa ajuda sem forçar a criança.

Dê atenção

É muito importante manter sua relação com o filho mais velho. Combine um horário especial para ficar a sós com ele fazendo algo divertido. Evite a divisão você/bebê, pai/filho mais velho. É preciso muita conversa para que ambos os pais convivam com cada um dos filhos.

A longa jornada

Acostumar-se a dividir a atenção dos pais leva tempo. Alguns comportamentos podem durar semanas; outros, não surgem até o bebê ter 7 ou 8 meses. Enquanto isso, seu papel é demonstrar que cada um tem um lugar especial na família, um lugar que ninguém pode tirar.

Com informações do site CLÁUDIA.
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Como fazer a iluminação do quarto do bebê


A chegada de um bebê alegra toda a família. Sua vinda, porém, requer planejamento, como a montagem de um quarto especial para recebê-lo. Isso porque é preciso criar um ambiente que transmita boas energias e acalme o sono do pequeno, para que ele possa se sentir bem durante os primeiros anos de sua vida.

Um dos detalhes fundamentais, durante a montagem do quarto do novo membro da família, é a iluminação infantil, que não tem a função apenas de iluminar, mas de suavizar o local e realçar a decoração, evidenciando o papel de parede e as cores escolhidas.

Para iluminar adequadamente o quarto de qualquer bebê, lâmpadas não são suficientes. É preciso considerar a hipótese de ter o espaço iluminado também por abajures ou pequenas luminárias, que serão úteis principalmente durante a amamentação e para trocar fraldas durante a madrugada. Isso porque esses itens proporcionam uma luz mais suave e tranquilizam o ambiente.

Outra possibilidade válida é investir em um dimer, que ajuda controlar a intensidade da luz da lâmpada principal. Além disso, lustres devem ser cobertos com sancas, para que o bebê não se irrite com o contato direto com a luz.

Atenção:

Além da iluminação artificial, é preciso pensar na iluminação natural do quarto. Deixe a claridade do sol entrar o máximo possível. É preciso, apenas, evitar que o berço fique muito próximo à janela, para que o bebê não seja exposto excessivamente ao vento.

As cores também ajudam na iluminação. Por isso, a decoração deve ser feita a partir de cores leves e mais claras, que proporcionam a sensação de maior tranquilidade e de ambiente melhor iluminado, tanto durante o dia quanto durante a noite.

Com informações do site webartigos.